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Táxi abalroa um Boeing 737 em aeroporto da Nigéria

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O táxi visto embaixo do Boeing 737 da Arik Airlines, na Nigéria.

Um motorista jogou nesta quarta-feira o táxi que dirigia contra um avião de passageiros prestes a decolar do aeroporto Margaret Ekpo, em Calabar, no sudeste da Nigéria.

O motorista, que afirma ter sido enviado por Jesus Cristo para punir os pecadores, rompeu várias barreiras de segurança antes de atingir o Boeing 737 da Arik Airlines. O avião deveria fazer um voo de cerca de uma hora de duração para Lagos, a capital financeira da Nigéria.

Ninguém ficou ferido no incidente, mas o avião foi danificado e os passageiros tiveram que ser transferidos para outro voo. O motorista, que teve ferimentos leves, foi preso.

‘Todos estávamos trabalhando quando, de repente, vimos como o táxi se dirigia a toda velocidade para a pista e atingiu diretamente o avião da Arik, que se preparava para decolar’, contou uma testemunha a um canal de televisão local.

Já o gerente do aeroporto, Mahmoud Sani, disse que o incidente causou surpresa ‘especialmente pelo fato de o veículo ter entrado na pista pelo setor da Força Aérea’. O taxi rompeu duas barreiras controladas pela Força Aérea da Nigéria antes de ter acesso à pista.

O Esquadrão Antibombas não localizou explosivos no taxi e as operações do aeroporto continuaram normalmente.

É o segundo incidente grave em aeroportos da Nigéria desde que o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab passou pela segurança com explosivos escondidos em sua roupa de baixo e tentou explodiur um avião nos Estados Unidos no dia de Natal.

Fonte: DefesaNet

Nota do Editor: Se eu não visse a foto diria que era mais uma mentira de 1° de abril.

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A equipe de demonstração acrobática da Real Força Aérea da Nova Zelândia ficará fora de operação durante 2010

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Aeronaves CT-4 Airtrainers do esquadrão Red Checkers da Real Força Aérea da Nova Zelândia

A Royal New Zealand Air Force (Real Força Aérea da Nova Zelândia) confirmou que está suspendendo os voos de sua equipe de demonstração aérea, os “Red Checkers”, após uma pequena colisão durante um voo de treinamento que ocorria ontem pela manhã, dia 1º de março, na Base Aérea de Ohakea.

Duas aeronaves CT-4E Airtrainer da equipe se tocaram, causando danos leves em uma das aeronaves que pousou em segurança logo após o ocorrido. O Capitão Stephen Davies Howard, Comandante do Grupo de Treinamento da Real Força Aérea da Nova Zelândia disse “Sempre existirá um risco envolvendo aviação militar e nós tentamos minimizar ao máximo esses riscos. Como esse incidente ocorreu, está agora sendo investigado, mas numa decisão sensata a equipe não voará durante essa temporada. Nos desculpamos a todos que esperavam ver os Red Checkers se apresentarem este ano.”

Isso finaliza um terrível ano para equipe, a qual perdeu seu líder Nick Cree num acidente em janeiro (veja aqui no Cavok).

Fonte: Scoop Regional – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Um helicóptero Dhruv efetuou um pouso de emergência enquanto treinava para demonstração aérea na Índia

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O esquadrão de demonstração com helicópteros Sarang, da Força Aérea da Índia, com os quatro helicópteros HAL Dhruv.

Um helicóptero leve avançado HAL Dhruv da Força Aérea da Índia fez um pouso de emergência em Rajasthan, distrito de Jaisalmer, no sábado, enquanto treinava para uma apresentação aérea no ‘Vayu Shakti’, o exercício militar em grande escala que terminou nesse domingo.

O helicóptero era integrante da equipe de demonstração de helicópteros Sarang, da Força Aérea da Índia, e estava num voo de preparação para o show aéreo de domingo, quando o incidente ocorreu, informaram fontes da Força Aérea da Índia.

“Ambos os pilotos estão a salvo após eles terem feito um pouso de emergência devido a perda de potência de seu helicóptero,” adicionaram os soldados da Força Aérea da Índia.

A Força Aérea da Índia ordenou a criação de um comitê de investigação para averiguar as razões do incidente.

Em 2005, toda frota de ALH Dhruv foi retirada de operação por vários meses após um inidente similar em Andhra Pradesh e uma subsequente prova foi encontrada com uma falha nas pás do rotor principal do helicóptero.

A apresentação com quatro helicópteros Dhruv no domingo, que contou com a presença do Presidente e do Ministro da Defesa, não foi cancelada.

Fonte: The Hindu – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Um dos motores de um bombardeiro B-2 pega fogo antes da decolagem em Guam

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Um bombardeiro B-2 é preparado para uma missão matinal na Base Aérea de Andersen, Guam. (Foto: Master Sgt. Val Gempis / U.S. Air Force)

Conforme divulgamos ontem aqui no Cavok, um destacamento de bombardeiros B-2 Spirit da USAF chegou recentemente à Base Aérea de Andersen, Guam, para continuar a presença desse tipo de aeronave na região. Mas na sexta-feira de manhã, durante os preparativos para decolagem, um dos bombardeiros stealth B-2 pegou fogo num dos motores.

Militares da Base Aérea de Andersen confirmaram o incidente o qual foi reportado pelo Tenente Coronel Kenneth Hoffman ao Comando da Força Aérea do Pacífico.

Um relato do Tenente Coronel Hoffman chamado de fogo no “compartimento do motor” e descrito como de “pequena intensidade” ocorreu durante uma rotineira partida dos motores por volta das 7 horas da manhã de sexta-feira. A causa do fogo está sendo investigação.

Ele ainda informou que um dos membros da tripulação de apoio no solo foi tratado devido a uma possível inalação do gás do extintor de incêndio.

O relatório divulgado pelo Tenente Coronel Hoffman segue abaixo:

“A B-2 aircraft deployed to Andersen AFB, Guam, experienced a minor engine fire during a routine engine start at approximately 7 a.m. Friday (Guam local day & time). The engine bay fire was quickly extinguished by assigned maintenance, ground crew and fire department personnel.

The B-2 aircraft is deployed to Andersen AFB as part of the U.S. Air Force’s routine force deployments in support of the Pacific Air Forces and the U.S. Pacific Command. The aircraft is homebased at Whiteman Air Force Base, Mo.

Post-event maintenance assessment of the aircraft engine bay is underway. If required, a board of officers will convene for a more formal investigation of the event.

The mission of the 36th Wing is to employ, deploy, integrate and enable air and space forces from the most forward U.S. sovereign Air Force base in the Pacific.”

Isso foi o que sobrou do B-2 que caiu em fevereiro de 2008 em Guam.

O incidente acontece a quase exatos dois anos de um acidente com uma aeronave B-2 no dia 23 de fevereiro de 2008, quando o bombardeiro caiu logo após a decolagem da Base Aérea de Andersen, em Guam. Felizmente a tripulação conseguiu ejetar em segurança. O acidente de 2008 foi o primeiro acidente com um bombardeiro stealth B-2, e considerado um dos mais caros acidentes com uma aeronave da história, pois cada B-2 custa cerca de US$ 1,2 bilhão.

IMAGENS: Jatos executivos danificados dentro do hangar onde teto desabou devido ao excesso de neve nos EUA

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Dois jatos Bombadier Global Express e um Gulfstream G550 danificados pela queda do telhado do hangar em Washington.

No último dia 6, o complexo do Dulles Jet Center, onde ficam hangarados diversos jatos executivos de dezenas de milhões de dólares, teve o teto do hangar principal derrubado devido ao excesso de neve sobre o telhado. As fortes vigas de sustentação não suportaram o peso da enorme quantidade de neve que caiu na região de Washington, DC, onde está localizado o hangar, ao lado do Aeroporto Internacional de Dulles.

No momento da queda do telhado apenas aeronaves estavam dentro do hangar, mas os danos causados aos jatos executivos provavelmente deixarão as seguradoras com muita dor de cabeça.

Pelas imagens podem ser vistos dois jatos Bombardier Global Express e um Gulfstream 550 que parecem estar numa atitude de decolagem dentro do hangar, devido a suas caudas terem sido empurradas de encontro ao solo pelo peso da estrutura do telhado que caiu sobre eles. E não se sabe se eles poderão ser reparados, o que poderia ser complicado de ser feito embaixo de todo ferro retorcido do telhado.

A tempestade de neve também fez desabar um hangar no Aeroporto Regional de Manassas, na Virgínia, mas não haviam aeronaves e nem pessoas no momento do desabamento.

Caça Eurofighter da RAF passa a metros de um planador durante um voo

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Eurofighter Typhoon da RAF

Um caça Eurofighter Typhoon da Royal Air Force, a Força Aérea do Reino Unido, chegou a poucos metros de um planador e conseguiu evitar uma colisão aérea a 7.000 pés, cerca de 3.300 metros de altitude. de acordo com um relatório oficial.

O acidente foi evitado graças a uma rápida ação do piloto do caça, que durante uma subida vertical, passou raspando nas asas do planador.

O piloto do planador somente notou a presença do caça quando esse aproximava-se ao lado e o piloto começou a ouvir o barulho das turbinas do Eurofighter Typhoon.

Mas o piloto do planador não teve tempo de agir e pode apenas observar o caça passar ao seu lado, bem próximo, e depois seguir em frente.

O dramático evento ocorreu no dia 2 de julho de 2009 quando as duas aeronaves passavam sobre Milfield, próximo a Wooler, em Northumberland, às 15:55 horário local.

O Clube de Voo a Vela de Borders Gliding Club está localizado nas proximidades, mas um porta voz do clube disse que não existem registros do incidente.

No entanto, num relatório oficial compilado pela UK Airprox Board (UKAB), criada para aumentar a segurança de voo, o quase acidente foi categorizado como um incidente Classe A – o mais perigoso do tipo.

O relatório diz: “O planador escutou o barulho do caça no seu lado direito e quando o piloto virou para olhar, ele viu uma grande asa em delta do caça a poucos milhares de pés abaixo. Ele continuava a vir por baixo direto na minha direção. A aeronave continuava a subir como que na vertical. Ele então olhou para a frente e considerou que ação ele deveria tomar, mas como ele não tinha certeza do que o planador estava fazendo e por causa da sua baixa velocidade, ele não tomou nenhuma atitude. A aeronave passou bem próxima na direita do canopi do planador, com a parte de cima virada para ele. Ele avaliou o risco como sendo muito alto e relatou o incidente direto ao inspetor.”

O caça bimotor Eurofighter Typhoon passou a cerca de 50 metros do planador quando os dois estavam a cerca de 7.000 pés.

Voando a cerca de 45kts, ou cerca de 100 km/h, o piloto do planador foi incapaz de manobrar e pode apenas torcer para que o caça não o abalroasse.

Mas o caça simplesmente apontou em direção ao céu na vertical e passou ao lado do planador antes de acelerar novamente.

O relatório informa: “O instrutor de planadores informou que seis ou sete planadores estavam voando na região no momento do incidente. Os planadores estavam em térmicas entre 2.500 pés e 9.000 pés, e pelo menos quatro eram similares ao planador envolvido.”

O relatório disse que melhorou as comunicações entre os pilotos de caças e as operações de planadores para evitar novos incidentes.

Ele ainda disse: “O piloto do Typhoon provavelmente não esperava ver um planador à 7.000 pés.

Fonte: The Sunday Sun – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Dois caças F-16 da ANG interceptam o voo 39 da AirTran nos EUA

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Quatro caças F-16 do 120º Esquadrão de Caça da Guarda Aérea Nacional do Colorado, voam sobre as Montanhas Rochosas.

Mais um voo comercial nos Estados Unidos recebeu escolta de dois caças da Força Aérea. Dessa vez, na sexta-feira, dia 8, o voo 39 da AirTran Airways, uma aeronave Boeing 737-700 transportando 132 passageiros e 5 membros da tripulação efetuou o push back no Aeroporto Internacional de Hartsfield-Jackson, em Atlanta, às 9:48 horário local e decolou às 10:36 horário local com destino ao Aeroporto Internacional de São Francisco, devendo pousar às 12:40 horário local. Durante o voo, um passageiro masculino, possivelmente bêbado, começou um distúrbio a bordo e discutiu com uma comissária de bordo.

Boeing 737-700 da AirTran

O passageiro se recusava a seguir as instruções da tripulação para permanecer no seu assento e então foi se trancar no lavatório posterior. O passageiro havia partido de Richmond, na Virgínia, e seguia para São Francisco, Califórnia, com uma escala em Atlanta, Geórgia. Tomando todo cuidado, o comandante decidiu desviar a aeronave para o aeroporto mais próximo durante o voo, o qual era o Aeroporto Municipal de Colorado Springs, em Colorado Springs, Colorado.

Momento que o passageiro era detido a bordo do Boeing 737-700 da AirTran.

O comandante solicitou a presença das autoridades locais que estiveram na aeronave após o pouso no aeroporto de Colorado. A aeronave foi escoltada por dois caças F-16, da Guarda Aérea Nacional (ANG) do Colorado, pertencentes ao 120º Esquadrão de Caça, da Base Aérea de Buckley, que foram despachados sob a direção do North American Aerospace Defense Command Region (NORAD), e pousou em segurança no aeroporto de Colorado Springs, Colorado, às 11:55 horário local, onde taxiou para uma área remota do aeroporto, quando as autoridades locais deteram o indivíduo em questão.

Após verificações com cães adestrados, e com o pessoal do FBI, a aeronave foi liberada para prosseguir para seu destino. A tripulação do voo 39 da AirTran colaborou em todoss momento com as verificações a bordo da aeronave.

Fonte: AirTran Airways – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Mal entendido causa uma interceptação feita por dois F-15

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Dois caças F-15 Eagle (Foto: Senior Airman Miranda Moorer / USAF)

O francês Jean-Claude Courtois comprou um avião na Flórida mas por uma alegada série de dúvidas durante o período de check pré-voo e alguns erros de comunicações viu seu voo inaugural ser encurtado por um par de caças F-15 Eagle.

O incidente começou na American Aviation no Aeroporto Hernando County, na Flórida, onde Courtois adquiriu um Cessna 425. Enquanto Courtois estava fazendo o check externo da aeronave, seu instrutor se preocupava em desenvolver os comandos da língua inglesa do aluno francês e suas habilidades de pilotagem. Baseado nessas preocupações, o instrutor recomendou para American Aviation (a vendedora do avião) que Courtois voasse com e fosse reavaliado por outro instrutor.

Mas antes que isso pudesse ocorrer, o francês pulou para dentro da aeronave e partiu de Hernando “sem a autorização do controle de tráfego aéreo,” disse a porta voz da FAA, Arlene Salac, para a NaplesNews.com.

Depois, devido a um mal entendido na comunicação em alguma etapa na cadeia de eventos, uma chamada da American Aviation para os controladores sobre a presumida rota de voo de Courtois tornou-se um relatório de um estrangeiro que não estava falando com os controladores porque teria roubado a aeronave. Um pouco mais cedo, Courtois se encontrava pousando no Everglades Jetport após dois caças F-15 Eagle terem sido alertados pelo NORAD e irem ao encontro do aluno francês.

Courtois reportou que tinha partido de Hernando para Guadeloupe. Uma vez no solo, o mal entendido começou a ser esclarecido. O diretor do Aeroporto Hernando County, Don Silvernell, lamentou o mal entendido informando que a segurança do aeroporto nunca foi o problema. Silvernell disse que Courtois estava adequadamente certificado e o incidente apenas tomou proporções maiores do que devia.

Um Boeing 737-800 da Air Berlin acaba fora da pista na Alemanha após rejeitar decolagem

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Boeing 737-800 (D-ABKF) logo após o incidente em Dortmund, na Alemanha

Às 7:05 horário local (04:05 horário de Brasília) de hoje, dia 3 de janeiro, um Boeing 737-800 (D-ABKF), da Air Berlin, com 165 passageiros e seis tripulantes, teve que abortar a decolagem no aeroporto de Dortmunt, na Alemanha, por causa da neve, segundo porta-voz da companhia aérea. Todos que estavam a bordo conseguiram sair ilesos da aeronave, desembarcando pelas escadas.

Momento que a aeronave 737-800 começava a ser retirada do local do incidente

Uma combinação da neve e de uma discussão entre os pilotos – relativa a velocidade correta – ocasionou a rejeição da decolagem em alta velocidade, mas que não foi feita com sucesso devido a quantidade de neve na pista.

O Boeing 737-800 da AirBerlin efetuaria o voo AB-2450, indo para Las Palmas, nas Ilhas Canárias. O aeroporto de Dortmund ficou fechado por 14 horas e os passageiros foram enviados a outros terminais aéreos. A aeronave apenas sofreu danos no trem de pouso dianteiro, que foi consertado, possibilitando que a aeronave voltasse a operação no mesmo dia.

Seis helicópteros Apache do Exército britânico saem de voo por causa de espuma

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Westland WAH-64 Apache
Westland WAH-64 Apache

Seis helicópteros Apache do Real Exército do Reino Unido, que rotineiramente atacam as forças do Taliban, foram derrotados ontem… por um banho de espuma.

O seis helicópteros – avaliados em US$406 milhões – ficaram fora de voo quando um sistema de combate a incêndio acionou automaticamente dentro de um hangar. Centenas de galões de espuma para combate a incêndio tomaram conta do interior do prédio onde estavam os helicópteros.

Os helicópteros – o mesmo modelo no qual o Príncipe Harry finalizou o curso avançado de piloto de helicóptero na sexta-feira – tiveram que ser removidos e limpados totalmente.

Eles somente voarão novamente após uma série de testes que verificarão se a espuma não danificou nenhum dos sensíveis equipamentos elétricos.

O estranho incidente na Base da RAF de Wattisham, em Suffolk, veio juntamente com o pedido dos comandantes no Afeganistão que solicitam urgente o envio de mais helicópteros.

A Inglaterra possui somente 17 helicópteros no Afeganistão para mais de 9.000 soldados e precisa se apoiar nos aliados da OTAN por ajuda. Na metade do ano, o então líder do Exército britãnico, General Sir Richard Dannatt, teve que usar um helicóptero norte americano para visitar as tropas da Inglaterra.

Os helicópteros Apache na base Wattisham são usados para treinamento ou são submetidos a manutenção, motivo pelo qual estavam dentro do hangar.

Fonte: Daily Express – Tradução: Cavok

Mais um F-15J do Japão tem problema, dessa vez durante o pouso

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Ambos os trens de pousos principais em um F-15J da Força Aérea de Auto-Defesa do Japão (JASDF) entraram em colapso enquanto pousava na Base Aérea de Komatsu, hoje pela manhã. Fotos do incidente estão abaixo.

Imagem vista de um helicóptero, do local onde o F-15J da JASDF teve problemas ao pousar
Visto de um helicóptero, o local onde o F-15J da JASDF teve problemas ao pousar

Um caça F-15J Eagle, da JASD, ao tentar pousar na pista da Base Aérea de Komatsu, teve uma pane do trem de pouso principal, que ao tocar na pista, não suportou o peso da aeronave e, entrou em colapso. Toda parte de baixo da aeronave ficou raspada e levemente chamuscada com a fricção do metal com o asfalto, criando um princípio de incêndio que foi imediatamente extinguido. O piloto, Tenente Coronel Tikayama Syougo ficou levemente ferido.

As pistas da base aérea, que são compartilhadas com os voos comerciais do aeroporto da cidade, ficaram fechadas por uma hora, atrasando os voos de 11 aeronaves. A JASDF disse que o F-15J estava retornando de uma missão de treinamento. O Chefe da JASDF se desculpou pelos atrasos causados nos voos comerciais.

Retirada do F-15J que pousou de barriga na pista de
F-15J que pousou de barriga na pista de komatsu

Segundo testemunhas a aeronave vinha para o pouso com trem de pouso baixado, mas possivelmente não havia sido baixado totalmente, vindo a ficar dobrado. O incidente foi causado ao tocar na pista, pois a informação do piloto era de que o trem de pouso estava normal. Não existe um mecanismo de checagem se o trem de pouso está totalmente baixado, o que dificulta a informação para o piloto.

Após o treinamento, outras três aeronaves que estavam voando pousaram normalmente na base aérea.

No dia 20 de novembro, num show aéreo na Base Aérea de Tsuiki, um F-15J estava numa demonstração, e logo após a decolagem, numa curva de alto desempenho, veio a perder pedaços do estabilizador vertical e horizontal. O incidente foi divulgado no site Cavok, aqui e também aqui. Após o incidente, o operador dos F-15J solicitou uma inspeção minunciosa em todas 202 aeronaves F-15 do Japão.

Um vídeo pode ser visto aqui.

Fonte: Asahi – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Passageiros mal informados saltam para fora de 737 da Batavia Air achando que avião pegava fogo

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Boeing 737-40Y da Batavia Air
Boeing 737-4Y0 da Batavia Air

Um Boeing 737-4YO (prefixo PK-YTP) da Batavia Air estava no Aeroporto Ngurah Rai, na Indonésia, efetuando algumas verificações em um dos motores e acabou causando pânico em alguns passageiros. O Comandante do Aeroporto, o Tenente Coronel Aldrin P. Mongan, informou que, “houve uma explosão, como um estouro, quando o segundo turbofan foi acionado.”

O estouro causou fumaça, a qual causou pânico em alguns passageiros que pensaram que a aeronave estivesse pegando fogo. “Os passageiros exigiam que a tripulação da cabine abrisse as portas de emergência e depois de abertas alguns passageiros saltaram para fora do 737 desordenadamente. Eles saltaram antes mesmo dos escorregadores de emergência serem inflados”, disse Ketut Parwa, o líder da equipe de salvamento de Bali. Três passageiros que saltaram para fora da aeronave ficaram feridos.

O ato dos passageiros que saltaram foi muito egoísta. Eles não quiseram escutar a tripulação que informava que a fumaça era normal e acabaram colocando as vidas dos outros passageiros em risco.

Mas sabendo que todas companhias aérea da Indonésia (com exceção da Garuda Indonesia) foram banidas de voar na região da Europa desde 2007, devido aos problemas de segurança, imagino que esses passageiros devessem saber de alguma coisa que os outros não sabiam.

FOTOS: Imagem das peças que cairam de um F-15J durante show no Japão

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O profundor do F-15J após o incidente
O profundor do F-15J após o incidente

Um caça F-15J Eagle da Air Self-Defense Force (ASDF), a força aérea do Japão, perdeu um pedaço do profundor logo após a decolagem durante uma apresentação aérea na base aérea de Tsuiki, no domingo, dia 30.

O vídeo pode ser visto aqui. E foi divulgado em primeira mão pelo site Cavok.

O fragmento de 2,4 metros de comprimento caiu do leme esquerdo sendo arrancado durante uma curva acentuada que o caça fez logo após a decolagem. Cinco aeronaves que deveriam se apresentar no mesmo dia tiveram seus voos suspensos devido ao incidente.

O pedaço que caiu do leme do F-15J após da decolagem no Japão
O pedaço que caiu do leme do F-15J após da decolagem no Japão

O pedaço do leme se desprendeu e se fragmentou em sete pedaços, caindo a 100 metros da base. Não houve feridos e nenhum outro dano material no solo, onde mais de 25 mil pessoas estavam presentes no momento. A ASDF não informou o local exato onde as peças foram encontradas.

Após o acidente, a ASDF começou uma inspeção imediata nos lemes de todos 202 caças F-15 da força aérea, e eles ficarão groundeados até o final da inspeção.

Uma inspeção imediata na aeronave antes da apresentação não mostrou nada, e a ASDF continuará a investigar os F-15.

Fonte: Mainichi Daily News

VÍDEO: F-15J perde pedaços durante apresentação no Japão

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Hoje, dia 29, durante uma apresentação na Base Aérea da Tsuiki, no Japão, um F-15J Eagle, da JASDF, a Força Aérea do Japão, numa das passagens baixas perdeu a parte da frente do estabilizador horizontal esquerdo e parte do leme vertical esquerdo.

O piloto sentiu uma forte vibração nos controles no momento do ocorrido e imediatamente voltou para pista pousando em segurança.

Caça F-15 causa danos em casa após a decolagem, durante a Cope Taufan

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F-15C Eagle, da USAF, em Kadena
F-15C Eagle, da USAF, em Kadena

Uma casa vizinha a base aérea da Royal Malaysian Air Force (RMAF) de Butterworth, Penang, sofreu danos após um voo tático de um caça F-15 Eagle da United States Air Force (USAF) na última quarta-feira, dia 11, informou a RMAF hoje.

O caça é um dos oito F-15 da USAF que participa do exercício Cope Taufan 2009, em conjunto com aeronaves da RMAF, do dia 9 ao dia 20 de novembro, disse o relações públicas da RMAF, o oficial Major Kamarulzaman Ali num relatório.

Ele informou que o incidente aconteceu logo após a decolagem na base aérea, cerca de 3:00PM, horário local.

A RMAF e a USAF tentaram identificar a causa do incidente, tomando todas medidas de seguranças para evitar que o problema acontecesse novamente.

Os F-15 Eagle que participam do exercício estão baseados na base aérea da USAF em Kadena, Okinawa, no Japão.

Fonte: NST Online

Apagão no Brasil teve efeito também nos aeroportos

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Uma grande parte do Brasil esteve em pânico na noite passada devido a um grande blecaute que atingiu o Rio de Janeiro, São Paulo e outras grandes cidade da América do Sul durante várias horas. A situação parece que voltou ao normal, mas a sitação alarmante foi alta: foi temido um ataque terrorista, e enquanto cidades grandes ficaram na escuridão o medo do crescimento da criminalidade aumentou.

O problema foi causado por uma interrupção no serviço de fornecimento de energia da Usina de Itaipu, na fronteira do Brasil com o Paraguai. Alguns dos principais aeroportos também foram afetados pelo blecaute, como informado pela Globo, no portal G1, onde a falta de iluminação nas pistas de pouso atrasaram pousos e decolagens, apesar de órgaos da Aeronáutica afirmar que não houve queda no fornecimento de energia para esses serviços. De qualquer maneira, mesmo que as operações não tivessem sido interrompidas, vários passageiros chegaram atrasados e os taxistas recusavam algumas corridas pois poderiam atravessar perigosas áreas urbanas.

Inclusive outros transportes públicos como metrô e, acima de tudo, os trens tiveram seus serviços paralisados, dificultando até mesmo os passageiros  que queriam sair das estações.

“A razão mais provável é que houve um acidente que afetou um ou mais pontos do sistema de transmissão”, disse um operador num comunicado. “Esse acidente provavelmente provocou outros, num fenômeno conhecido como efeito dominó.”

Seis passageiros desmaiam no mesmo voo da British Airways

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Boeing 777 da British Airways
Boeing 777 da British Airways

Uma pessoa desmaiando num avião não é nada alarmante, mas seis? Um voo da British Airways (BA184), indo de Newark para o Aeroporto de Heathrow, em Londres teve seis passageiros que desmaiaram durante o voo. Quando o Boeing 777 pousou em Heathrow, a aeronave recebeu a bordo a equipe de emergência médica com equipamentos de proteção. Todos passageiros foram tratados a bordo, e ninguém precisou ser transferido para o hospital, e nenhuma fonte de doença foi encontrada nos 216 passageiros que puderam seguir viagem.

Até o momento, investigadores não sabem a causa dos desmaios. Alimentos e o efeito da pressurização podem ter causado o incidente. A polícia informou que o incidente não levantou mais suspeitas.

Airbus A330 da Air Comet, da Espanha, é interceptada e proibida de sobrevoar o Espaço Aéreo Brasileiro

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A330-200, da Air Comet
A330-200, da Air Comet

Um avião A330-200, prefixo, EC-KXB, da companhia espanhola Air Comet, que fazia o voo A7-39, trajeto Madri-Buenos Aires, foi impedido na madrugada de sexta-feira, dia 06, de sobrevoar o espaço aéreo brasileiro e teve de retornar à Espanha.

Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), a medida foi tomada porque a companhia não havia pago as taxas aeroportuárias ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

O avião, com cerca de 270 pessoas a bordo, deixou Madri às 23h de quita-feira (20h no horário de verão brasileiro).

Por volta das 3h, o comandante foi comunicado que não poderia cruzar o espaço aéreo do Brasil e retornou a Madri por motivos de segurança.

Segundo o jornal espanhol El País, a empresa afirmou, em comunicado, que houve uma “falta de coordenação” das autoridades que controlam o espaço aéreo brasileiro.

De acordo com a FAB, a empresa foi comunicada do problema com o pagamento na última quarta-feira.

O Ministério da Defesa informou que a situação ainda não foi regularizada.

O A330-200 EC-KXB decolou novamente na sexta-feira como voo A7-41 com um atraso de 26 horas, efetuando uma escala em Lima, no Peru, para evitar sobrevoo no Brasil, chegando a Buenos Aires com um atraso de mais de 30 horas.

Num outro voo regular A7-39, feito no sábado, oAirbus A330-200 de matrícula EC-KVS, também fez a rota com escala via Lima (Peru), para evitar o Espaço Aéreo Brasileiro. A aeronave aterrisou em Buenos Aires, com um tempo de voo 5 horas a mais que o voo normal.

Incidente com Airbus A330-200 da TAM, saindo do aeroporto JFK em Nova York

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Airbus A330-200 TAM
Airbus A330-200 TAM

No dia 06 de novembro, um Airbus A330-200, prefixo PT-MVG, da TAM Linhas Aéreas efetuando o voo JJ-8081, de Nova York JFK, (EUA) para São Paulo Guarulhos (Brasil) com 216 pessoas a bordo estava subindo para 2.500 pés após a decolagem, feita na pista 04L, quando após quase 1 minuto de voo a tripulação reportou que os flaps haviam travados na posição de decolagem e então seria necessário o retorno para o aeroporto. Nivelaram nos 5.000 pés e ficaram em órbita para queimar combustível e em seguida vieram para aproximação, pousando na pista 04L em segurança cerca de 90 minutos após a decolagem.

Os reparos foram feitos na aeronave, que ficou apta para decolar novamente e chegar ao destino, em São Paulo, com 4 horas de atraso.

A tripulação reportou 216 pessoas a bordo para o Controle de Tráfegao Aéreo.

A TAM confirmou o incidente reportanto apenas 196 passageiros a bordo.

Airbus A320 da GoAir erra pista em uso duas vezes em Mumbai

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Airbus A320 da goAir
Airbus A320 da GoAir

Um Airbus A320-200 da GoAir,  empresa indiana, no voo G8-105, de Nova Déli para Mumbai (Índia) com 154 passageiros a bordo, estava autorizada para pousar na pista 27A, a qual tinha extensão de 1.262 meters (4.140 feet) construida na mesma direção da pista original 27 que estava fechada para trabalhos de manutenção. A tripulação todavia aproximou o Airbus para a pista original 27 onde 600 operários que estavam trabalhando começaram a ficar preocupados com a aeronave que se aproximava, e por consequência começaram a correr para buscar proteção. A tripulação iniciou uma arremetida e foi vetorada novamente para outra aproximação, mas mais uma vez veio numa aproximação baixa para a pista 27 ao invés da 27A que estava em uso. A tripulação então iniciou outra arremetida e finalmente pousou em segurança, na pista 27A, na terceira aproximação.

A pista que estava operacional (27A) estava toda sinalizada, com todos auxílios visuais, como marcações na pista, PAPIs e luzes de aproximação, as quais foram acionadas no momento das aproximações.

O Departamento Geral de Aviação Civil da Índia (DGCA) iniciou uma investigação para determinar a causa do incidente. A GoAir confirmou o incidente e informou que os pilotos estão a disposição para ajudar nas investigações.

Um similiar incidente ocorreu na Austrália em 2008, com um Boeing 737-800 da Garuda Indonesia, ao se aproximar errado duas vezes no aeroporto da cidade de Perth, em 9 de maio de 2008.

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