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Novo helicóptero leve de combate (LCH) da Índia deve voar pela primeira vez antes do final do ano

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Maquete em tamanho real do HAL LCH
Maquete em tamanho real do HAL LCH

A Índia deverá voar ainda nesse ano seu projeto nacional de Helicóptero Leve de Combate (LCH), o qual aumentará a frota da Força Aérea da Índia com pequena e manobráveis aeronaves de asas rotoras.

O ‘bebê’ da empresa aeronáutica de Bangalore, a Hindustan Aeronautics Limited (HAL), o primeiro protótipo do LCH é guardado para decolar pela primeira vez entre os dias 26 e 29 de dezembro. O projeto teve início em 2005.

Maquete do HAL LCH
Maquete do HAL LCH

A empresa HAL já tem confirmado um pedido para entregar 65 helicópteros LCH para Força Aérea da Índia e 114 para o Exército da Índia, informou a empresa fabricante do helicóptero.

Diferentemente do Helicóptero Leve Avançado (ALH) “Dhruv” da HAL, o qual tem sido descrito como maior e mais largo, o helicóptero LCH é muito mais esguio. O novo helicóptero leve está atualmente efetuando testes funcionais no solo, e aguarda-se que esteja pronto para acionar os motores no dia 24 de dezembro.

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Força Aérea da Índia adquire mais 40 caças Sukhoi Su-30MKI

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Dois caças Su-30MKI da Força Aérea da Índia
Dois caças Su-30MKI da Força Aérea da Índia

A Força Aérea da Índia solicitou na última quinta-feira, dia 10, a compra de mais 40 caças Su-30MKI, baseado num contrato assinado com a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) em 2007.

Com a produção em série sendo feita em Komsomolsk-on-Amur e em Irkutsk, o caça de combate Su-30MK foi projetado sob a plataforma do biplace Sukhoi Su-27UB Flanker.

O caça altamente manobrável Su-30MK utiliza uma variedade de mísseis e bombas guiadas e não guiadas para superíoridade aérea e ataques a alvos no solo e no mar.

Sob um contrato de transferência de tecnologia entre a HAL e a empresa russa Rosoboronexport para fabricação da aeronave, a indiana HAL receberá os conjuntos técnicos de peças e equipamentos da Rússia e fará a montagem na Índia.

A empresa HAL já entregou três Su-30MKI fabricados no país para a Força Aérea da Índia, enquanto que a entrega das aeronaves restantes deverão ocorrer entre 2011 e 2012.

Recentemente dois caças Su-30MKI da Índia sofreram acidentes, o que causou uma paralização dos voos com o caça na força aérea. Após uma verificação em uma das aeronaves acidentadas, confirmou-se que o problema era relacionado a um dos motores e não afetaria a segurança das operações, conforme relatado aqui no Cavok.

Versão naval do caça indiano Tejas LCA começa voos de testes

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HAL Tejas LCA, na versão naval, para Índia
HAL Tejas LCA, na versão naval, para Índia

Os testes de voo da versão naval da aeronave de combate leve Tejas, fabricando pela empresa indiana Hindustan Aeronautics Limited (HAL), começaram na terça-feira, dia 09, na estação naval da Marinha da Índia, em Hansa.

O projeto da aeronave de combate leve, desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento Aeronáutica (ADA), é o primeiro caça supersônico fabricado ne Índia. A aeronave Tejas possui versões para a força aérea e para marinha.

Nesse primeiro voo de teste, o caça Tejas atingiu pela primeira vez a velocidade supersônica, de 1.350 km/h, superando as expectativas dos projetistas.

A empresa HAL fabricou quatro aeronaves, as quais serão colocadas num rigoroso programa de testes com os pilotos de testes da Índia.

O primeiro lote de quatro aeronaves será entreg em 2012 e outro de oito aeronaves em 2013.

A Força Aérea da Índia ja encomendou 20 LCA Tejas da HAL, os quais devem ser entregues em 2013. O Ministério de Defesa da Índia começou a forçar o projeto do LCA após o país perder cerca de 200 aeronaves russas fabricadas pela MiG em acidentes desde 1990, devido a problemas de manutenção feita pela força aérea.

Caças Su-30MKI da Índia retornaram os voos

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Su-30MKI da Força Aérea da Índia
Su-30MKI da Força Aérea da Índia

Os caças Sukhoi Su-30MKI da Índia, que estavam retidos no solo devido a série de acidentes com essas aeronaves, retornaram as suas operações normais ontem, dia 07, conforme informado por oficiais da Força Aérea da Índia. Num comunicado, informaram que a causa da queda de um Su-30MKI no dia 30 de novembro, em Rajasthan, próximo a Jaisalmer, foi causada por incêncio em um dos motores.

As verificações preventivas na frota de caças Su-30MKI operados pela Força Aérea da Índia irão continuar, mas as aeronaves não serão mais mantidas no solo e estão liberadas desde ontem.

Após o acidente do dia 30 de novembro, a Força Aérea da Índia havia determinado que cerca de 100 caças Sukhoi deveriam ficar no solo até que se determinasse a causa das quedas de duas aeronaves num período curto.

Os Sukhoi Su-30MKI da Índia, são caças biplaces de superioridade aérea fabricadas sob licença da Rússia na fábrica indiana Hindustan Aeronautics Limited.

Empurrão político da França para modernização dos caças Mirage 2000 da Índia

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Três caças Mirage 2000H da Força Aérea da Índia
Três caças Mirage 2000H da Força Aérea da Índia

O Presidente Francês, Nikolas Sarkozy, jogou seu peso no negócio da empresa francesa Thales, para modernização da frota de caças Mirage 2000 da Força Aérea da Índia. O ministro de defesa de Sarkozy, Hervé Morin, em Nova Delhi por um dia, durante seu encontro com o Ministro da Defesa da Índia, AK Antony, informou que o Presidente Sarkozy está esperando assinar o acordo quando ele visitar a Índia no ínicio do ano que vem.

Durante dois anos de negociações, uma das maiores empresas aeroespaciais da França, a Thales, e a Força Aérea da Índia não entraram num acordo de preço para a modernização de 51 caças Mirage 2000 com novos radares, aviônicos, sistema de guerra eletrônica e computadores de bordo, os quais possibilitarão que as aeronaves permaneçam na ativa por mais 15 anos. De uma proposta inicial de US$ 2,9 bilhões, A Thales reduziu para US$ 2,1 bilhões. Mas mesmo esse valor é exorbitante; a Força Aérea da Índia deixou claro que ao invés de pagar o equivalente a US$41 milhões por cada modernização de Mirage 2000, ela prefere comprar um caça totalmente novo.

Essa barganha parece estar funcionando. a Thales está analisando reduzir o preço utilizando suprimentos indianos num trabalho cooperativo e para componentes da modernização. A Força Aérea da Índia acredita que dessa maneira o acordo seja fechado.

No entanto, durante as negociações, a Thales argumenta que a Índia insiste numa modernização mais barata para os caças Mirage 2000, que deveria ser feita em apenas alguns sistemas. Se, por exemplo, a Índia quiser apenas modernizar o sistemas de armas, o custo será consideravelmente mais barato. Mas a Força Aérea da Índia insiste numa modernização total.

A Thales está procurando empresas indianas para criar joint-ventures na fabricação de equipamentos que serão usados na modernização dos caças Mirage 2000. Uma dessas empresa é a Samtel Thales Avionics, que já possui trabalhos feitos com a Thales numa variedade de aeronaves indianas. Nesses trabalhos inclui-se o avançado TopSight-I, um capacete com Display Integrado na Viseira (HMD) que os pilotos da Marinha da Índia usarão nos novos MiG-29K que começaram a ser entregues nessa semana, conforme divulgamos aqui no Cavok.

Fonte: Business Standard – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Quatro primeiros caças MiG-29K para Marinha da Índia chegam desmontados

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MiG-29K
MiG-29K

Os primeiros quatro caças russos Mig-29K que chegaram serão usados no porta aviões INS Vikramaditya, o antigo Admiral Gorshkov, quando eles forem introduzidos na Marinha da Índia, pois foram recebidos desmontados e agora precisam ser remontados no país indiano. Os jatos chegaram na Índia, a bordo de uma aeronave An-124, no dia 04 de dezembro, no dia de celebração da Marinha Indiana.

Processo de montagem de um MiG-29K da Índia
Processo de montagem de um MiG-29K da Índia

Os jatos foram comprados pela Marinha da Índia como parte de um acordo de US$ 1,5 bilhão com a Rússia, assinado em janeiro de 2004, para o Admiral Gorshkov. Desse valor, US$740 milhões são para essas aeronaves e para os ajustes no porta aviões. Os russos agora subiram o valor do acordo para algo entre US$2,2 bilhões e US$2,9 bilhões e as negociações ainda estão em andamento.

A Marinha eventualmente pegará 12 caças monopostos MiG-29K e quatro biplaces de treinamento MiG-29KUB, alguns em condições de voo. A versão de treinamento é similar a monoposta, mas com reduzida autonomia operacional.

Um MiG-29K da Marinha da Índia, durante um teste a bordo de um porta aviões russo
Um MiG-29K da Marinha da Índia, durante um teste a bordo de um porta aviões russo

A marinha indiana denominou o Esquadrão 29K, que receberá os MiG29K, de “Black Panthers”. Como o porta aviões de 45 mil toneladas da classe kiev só deverá ser entregue em 2012, os caças operarão de uma base terrestre a partir de Goa.

O contrato para os jatos estipula que serão fornecidos equipamentos para treinar os pilotos e manuntenção das aeronaves, incluindo simuladores de voo e sistemas de treinamento interativo para operações no solo e no mar.

Os MiG-29K que serão usados pela Marinha da ìndia, possuem gancho de parada e uma trem de pouso principal reforçado para pousos no porta aviões, pontas das asas dobráveis e revestimento anti-corrosão para operações em local com águas salgadas.

Os MiG-29K proverão cobertura aérea de defesa para a frota de navios, superioridade aérea, e terão capacidade de ataque anti-navios e ataque em alvos terrestres, com bombas guiadas de alta precisão, durante dia e noite em qualquer condições de tempo.

As aeronaves são as primeiras compradas pela marinha depois dos Sea Harriers, e serão capazes de reabastecer em voo.

Fonte: The Economic Times – Tradução: Cavok

Embraer recebe 30 pedidos do Phenom 100 VLJ para clientes da Índia

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Embraer Phenom 100 VLJ
Embraer Phenom 100 VLJ

A Embraer divulgou em um press release a informação que recebeu 30 pedidos da aeronave Phenom 100 VLJ para o mercado da Índia.

Esses 30 pedidos para o jato Phenom 100 da Embraer VLJ deverão ser preenchidos nos próximos dois ou três anos. As entregas deverão começar no terceiro trimestre de 2010.

Interior do Phenom 100 da Embraer
Interior do Phenom 100 da Embraer

O avião Phenom 100 VLJ da  Embraer pode levar 4 pessoas a bordo, e cada unidade custa cerca de US$ 4 milhões. Diante do potencial para ainda mais pedidos, a Embraer decidiu levar o Phenom 100 para ou tour por toda Índia, promovendo a aeronave para possíveis clientes. O VLJ visitará sete cidades da Índia, e depois irá para Cingapura e Austrália. A aeronave deve fazer uma apresentação em Bangalore e após seguirá para Nova Déli, antes de seguir para as outras cidades.

Na Índia, o serviço autorizado da Embraer poderá ser feito pela Indamer Company. A Invision Projects fez um pedido para 20 aviões Phenom 100 VLJ, enquanto a Aviators India, uma empresa de táxi aéreo, fez o pedido de duas aeronaves.

No mundo todo, o Phenom 100 recebeu 750 pedidos.

Esquadrão de Demonstração Surya Kiran da Índia fará apresentação na LIMA 2009 que inicia hoje na Malásia

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Esquadrão Surya Kiran da Índia
Esquadrão Surya Kiran da Índia

lima09_logoO esquadrão de demonstração aérea da Força Aérea da Índia, os Surya Kiran, com 9 aeronaves HAL HJT-16 Kiran Mk.2 , e o esquadrão de helicópteros de demonstração Sarang estarão se apresentando durante a semana do evento LIMA 2009, que ocorre a partir de hoje, dia 1º de dezembro até o dia 5 desse mês, em Langkawi, na Malásia. Isso marca a primeira vez que a famosa equipe indiana demonstrará suas manobras num show aéreo internacional.

As 12 aeronaves HAL Kiran Mk.2 do Esquadrão de Demonstração da Índia
As 12 aeronaves HAL Kiran Mk.2 do Esquadrão de Demonstração da Índia

O esquadrão Surya Kiran voa desde 1996, mas substituiu a esquadrilha anterior da Índia, Os Thunderbolts, que voavam desde 1982, com os aviões Hawker Hunters. O esquadrão atual possui doze aeronaves HAL Kiran Mk.2, mas se apresenta com nove aeronaves, soltando fumaça nas cores da bandeira indiana.

Helicópteros da esquadrilha Sarang, da Índia
Helicópteros HAL Dhruvs, da esquadrilha Sarang, da Índia

A equipe Sarang é uma esquadrilha de quatro helicópteros HAL Dhruvs e foi formado em 2003. As manobras são impressionantes e demonstram toda destreza dos pilotos indianos nessas aeronaves.

O Ministro da Defesa da Malásia, Datuk Seri Ahmad Zahid disse que haverão ainda passagens baixas do bombardeiro estratégico da USAF, o B-52 Stratorfortress, que será uma das atrações da Lima 2009 esse ano.

Da Austrália estarão presentes duas aeronaves F-111 Aardvark, que farão a apresentação “fuel dump and burn”, onde é alijado combustível pela parte traseira do caça que ao entrar em contato com o calor da tubeira forma uma chama.

Veja o vídeo abaixo da apresentação feita na LIMA 2007:

Além disso, a Força Aérea da Malásia deverá apresentar seus novos treinadores Alenia Aermacchi MB-339 CM, além da ampla variedade de caças que o país possui, como MiG-29, F/A-18 Hornet, Su-30MKM e RF-5E Tigereye. Um total de 94 aeronaves e 80 navios são esperados no evento Lima 2009.

Os organizadores da LIMA 2009 esperam cerca de 500 expositores, de cerca de 270 empresas vindo de mais de 22 países, e aguarda-se um público aproximado de 45.000 visitantes de negócio e mais 40.000 visitantes gerais durante os shows aéreos.

Caça Sukhoi da Índia cai durante missão de treinamento

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Su-30MKI da Força Aérea da Índia
Su-30MKI da Força Aérea da Índia

Um caça Sukhoi Su-30MKi da Força Aérea da Índia acidentou-se na região noroeste do estado de Rajasthan, Índia, hoje, dia 30, mas os dois pilotos ejetaram em segurança, informaram oficiais indianos.

O caça Sukhoi decolou da base aérea de Jodhpur, na região do acidente, hoje a tarde, numa rotineira missão de treinamento e caiu numa área isolada do distrito de Jaisalmer.

Esse é o segundo acidente com o modelo de caça Sukhoi Su-30MKIda Força Aérea da Índia, sendo o primeiro reportado no dia 30 de abril desse ano, onde o piloto morreu.

Já foram nove acidentes com aeronaves da Força Aérea da Índia somente esse ano.

A Força Aérea da Índia atualmente opera com cerca de 100 caças Su-30 e o número deverá subir para 280 unidades até 2015. O primeiro Su-30 foi introduzido na Força Aérea da Índia em 1996 e os cerca de 100 caças estão distribuídos entre cinco esquadrões.

Atualmente as aeronaves Su-30MKI estão sendo fabricadas na Índia, sob licença da Rússia.

Inglaterra modernizará os caças Jaguars da Índia

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SEPECAT Jaguar, da Índia
HAL Jaguar, da Índia
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Quentin Davies (E) e Pallam Raju, durante encontro na Índia

Três membros de uma delegação britânica, liderados pelo Ministro de Equipamentos e Suporte de Defesa, Quentin Davies, se encontraram com o Ministro de Estado para Defesa da Índia, MM Pallam Raju, dia 26, na Índia, e informaram que o Reino Unido está preparado para ajudar a Índia no processo de modernização dos caças Jaguar e nos problemas que surgiram relativos ao licenciamento de produção do treinador avançado Hawk, feito pela empresa indiana HAL (Hindustan Aeronautics Ltd).

Os dois líderes da defesa expressaram satisfação em manter a cooperação entre os dois países na área militar. A Índia deverá assinar um Memorando de Entendimento com o Reino Unido para efetuar essa modernização.

A IAF (Força Aérea da Índia) opera mais de 100 aeronaves Jaguar, sendo que o primeiro foi entregue em 1979 e depois começou a ser fabricado pela Hindustan Aeronautics Ltd (HAL) sob licença. As aeronaves estiveram em produção até outubro de 2008, mas a IAF gostaria de modernizar os primeiros modelos com motores mais potentes, escolhendo entre os motores Adour Mk821 ou os Honeywell F125IN para melhorar o desempenho, particularmente nas altitudes médias.

Fonte: Dheli News

FOTO: Versão de treinamento do Tejas da Índia faz seu voo inaugural com sucesso

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HAI Tejas, versão biplace de treinamento
HAL Tejas, versão biplace de treinamento, chegando do seu primeiro voo

A versão biplace de treinamento do Caça Leve de Combate (LCA) HAL Tejas (PV-5) fez seu voo inaugural nessa quinta-feira, dia 26, tampando mais uma brecha nos planos de reestruturação da Força Aérea da Índia, e segundo oficiais da Índia, o voo foi um sucesso.

O voo partiu de Bangalore, do Aeroporto privado da fabricante Hindustan Aeronautical Ltd às 13 horas, horário local.

“Essa é a versão biplace do Caça de Combate Leve (LCA) e pode ser usada como treinador. No voo inaugural foi alcançada uma altitude de 9.000m numa velocidade de MACH 0,85”, disse um oficial da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento da Defesa (DRDO) da Índia.

O protótipo voou sob o comando do Capitão Ritu Raj Tyagi , do Centro de Nacional de Testes de Voo (NFTC). O Comandante do Ar Rohit Varma,  diretor do projeto (voo de teste), estava no assento traseiro.

Com a frota inteira das aeronaves de treinamento HPT-32 da Força Aérea da Índia fora de operação devido a sucessivos problemas de falhas nos moteors, o primeiro voo da versão de treinamento do  Caça Leve de Combate Tejas irá preencher um vazio que ficou na força aérea para treinamento dos pilotos.

“O treinador, quando totalmente desenvolvido, terá plena capacidade operacional nos dois assentos do avião. Como um treinador do Tejas, terá muita coisa em comum com a versão naval do Tejas, que poderá ter seu programa de desenvolvimento acelerado devido ao sucesso do primeiro voo do treinador,” adicionou um oficial.

Versão treinador do HAL Tejas, da Índia
Versão treinador do HAL Tejas, da Índia

As primeiras oito aeronaves Tejas de treinamento serão entregues para Força Aérea da Índia (IAF) e para a Marinha Indiana entre 2010 e 2012 ,e serão equipadas com motores IN20 da empresa norte-americana General Electric.

Índia lança Táxi Aéreo com aviões Cirrus

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Cirrus SR-22
Cirrus SR-22

Uma companhia da Índia lançou o primeiro serviço de táxi aéreo charter do país, começando com dois aviões Cirrus SR22. Os assentos disponíveis da empresa Air Car tem os preços competitivos comparados aos preços da classe executiva das empresas aéreas regulares e metade do preço de outras opções de voos charters. A nova companhia voará a partir da capital indiana, Nova Déli, e atenderá os destinos dentro de um raio de 300 milhas (482 km), incluindo várias cidades emergentes que não possuem voos comerciais. “A Air Car oferece a opção de voar mais rápido para esses lugares com tarifas razoáveis,” disse Uttam Kumar Bose, um sócio da empresa.

A Air Car possui mais 10 encomendas de aeronaves Cirrus SR-22. A companhia pretende adicionar duas ou três aeronaves por trimestre e expandir o serviço por todo país em 2013. A companhia também está estudando a implantação de pacotes especiais para clientes corporativos.

Um dos sócios, Manav Singh, possui uma empresa de compartilhamento de aviões executivos, a Club One, e o outro sócio, Bose, é o atual CEO da Air Sahara. Novas empresas aéreas de charter estão buscando passageiros para o tipo de serviço nos EUA, mas os resultados são uma mistura de sucesso com fracasso. A DayJet, com uma frota de jatos Eclipse, fechou as portas por falta de capital, e mesmo a SATSAir, que prometia serviços com aviões Cirrus, recentemente terminou as operações. Mas a Linear Air e várias outras estão mantendo os serviços operacionais.

A Índia está buscando caças para operar nos novos porta-aviões

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MiG-29KUB, da Índia, decola para mais um voo de teste
MiG-29KUB, da Índia, decola para mais um voo de teste
Maquete do Tejas para Marinha da Índia
Maquete do Tejas para Marinha da Índia

Como o desenvolvimento de uma versão naval do caça fabricado no próprio país, o Tejas Light Combat Aircraft (LCA), está agonizando, a Marinha da Índia lançou uma procura por um novo caça para operar nos seus novos porta-aviões.

A Marinha da Índia lançou um Pedido de Informações – RFI (request for information) – para vários fabricantes de aviões no mundo, incluindo: a americana Boeing, a francesa Dassault e a russa MiG, para uma alternativa de aeronave embarcada.

‘”A informação que estamos procurando é para 40 caças que serão operados no porta-aviões de 40 mil toneladas IAC-I (indigenous aircraft carrier), que está sendo construído pelo estaleiro Cochin e está previsto para ser apresentado entre 2014 e 2015, e no IAC-II, que entrará em produção posteriormente,” disse uma fonte.

Essa aquisição deverá ser feita logo, pois está se abrindo uma brecha entre o que existe atualmente e o que virá no futuro. O atual porta-aviões de 28 mil toneladas INS Viraat, está rapidamente ficando fora de operação, e opera com caças Sea Harrier, e o primeiro lote de caças MiG-29K para o porta-aviões de 44.570 toneladas Admiral Gorshkov deverão ser recebidos nos próximos dias, mas o porta-aviões que virá da Rússia será recebido somente no início de 2013.

Possíveis pinturas dos MiG-29K da Índia
Possíveis pinturas dos MiG-29K da Índia

Além dos 16 caças MiG-29K comprados juntamente com o porta-aviões Gorshkov, a Índia também fará o pedido de mais 29 caças MiG-29K, num negocio de US$1,1 bilhão para operar tanto no Gorshkov como no IAC-I.

O IAC-I também foi sugerido para operar com a versão naval do Tejas. ‘‘Mas atualmente, a Marinha está também explorando outras opções para os novos porta-aviões IAC-I e II,’’ disse a fonte.

Fonte: Times On India

Força Aérea da Índia se prepara para lançar competição para compra de um novo treinador básico

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Embraer AT-29 Super Tucano
Embraer AT-29 Super Tucano

A Embraer deverá ser um dos competidores de acordo com fontes da Força Aérea da Índia.

A Índia começou o estudo para aquisição de 75 treinadores básicos para Força Aérea, para substituir seus treinadores Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak. Atualmente são 125 aeronaves que estão fora de voo desde agosto, depois que dois instrutores morreram na queda de uma dessas aeronaves.

Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak
Hindustan Aeronautics HPT-32 Deepak

Uma investigação sobre o acidente descobriu que um dos pistões do motor ficou seco e cortou o motor antes da queda, e foi descoberto mais de 90 incidentes semelhantes desde a entrada em serviço dessa aeronave, em 1984.

A Embraer poderá ser uma forte candidata nessa competição, com a aeronave AT-29 Super Tucano. A requisição para essa compra deverá ser informada em breve, e segundo fontes da HAL, a nova aeronave deve possuir a configuração de assentos em tandem, trem de pouso retrátil, teto operacional de 6.000m e velocidade máxima em voo acima de 400km/h. Outras possíveis empresa competidoras, além da Embraer, são: Alenia Aermacchi, Grob Aircraft, Korea Aerospace Industries e Pilatus.

A presidente da Índia Pratibha Patil, de 74 anos, voa no Su-30MKI

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Su-30MKI
Su-30MKI
A presidente Palil a bordo do Su-30MKI
A presidente Patil a bordo do Su-30MKI

A Presidente da Índia, Pratibha Patil, de 74 anos, voou no caça Su-30MKI da Força Aérea da Índia, tornando-se a primeira mulher do país a voar uma aeronave de combate.

Conforme informado anteriormente aqui no Cavok, a presidente Patil descreveu seus 30 minutos de voo no caça Sukhoi biplace como “uma única e maravilhosa experiência”. Ela voou como ‘co-passageira’ no caça, que decolou de uma base da força aérea próxima da cidade de Pune, no oeste de Índia.

Ela também alcançou o recorde mundial por ser a mulher mais idosa a voar num jato de combate, informaram os oficiais indianos.

“Eu fui familiarizada com as manobras da aeronave, as quais possui um modo sofisticado de lidar. Eu tive a oportunidade de voar na mais tecnicamente avançada aeronave,” disse a senhora Patil para imprensa, na cidade de Pune, após seu voo.

A presidente Patil, que sempre aparece em público vestindo o tradicional sari de algodão, teve que vestir um macacão equipado com o traje anit-G, que os pilotos usam para diminuir o efeito da força G sobre o corpo nas manobras de alta velocidade.

Ela foi o segundo presidente indiano a voar com Sukhoi. O presidente da gestão anterior, Abdul Kalam, também voou no Su-30.

Os presidentes da Índia possuem diversas obrigações simbólicas, incluindo o comando oficial militar do país.

Fonte: BBC News

Ucrânia vai começar a modernização dos An-32 da Índia em dezembro

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Antonov An-32 da Força Aérea da Índia, sobrevoando o Taj Mahal
Antonov An-32 da Força Aérea da Índia, sobrevoando o Taj Mahal

A Ucrânia vai começar a modernização dos aviões de carga An-32 da Força Aérea da Índia em dezembro.

O primeiro An-32 da Índia deverá chegar em Kiev, em dezembro para efetuar um projeto de modernização piloto. Se a Índia ficar satisfeita com a modernização, o precesso continuará na fábrica em Kiev.

Os planos são de aumentar a vida útil das aeronaves em 40 anos e a capacidade de carga deve passar de 6,7 toneladas para 7,5 toneladas. O barulho interno na cabine também será reduzido.

A Força Aérea da Índia e a Spetstekhnoexport, uma subsidiária da companhia estatal Ukrspetsexport, assinaram o contrato de US$400 milhões em junho, seguindo a vitória da Ucrânia em dezembro de 2007. No total, serão modernizados e reparados 105 An-32.

A empresa Motor Sich. da Ucrânia, modernizará os motores das aeronaves An-32.

Recentemente, a Ucrânia apresentou o jato de patrulha An-74 para a Guarda Costeira da Índia, que está a procura de uma aeronave para essa missão.

Fonte: Kyiv Post

Presidente da Índia está apta para voar num caça Su-30

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Su-30MKI, da Índia, decola com o presidente indiano a bordo
Su-30MKI, da Índia, decola com o presidente indiano anterior a bordo

A presidente da India de 74 anos de idade passou nos testes e ficou apta para voar no jato supersônico Su-30, que deverá ocorrer no dia 25 de novembro, após uma série de exames médicos, disse um chefe da Força Aérea da Índia.

“Nós fizemos todas avaliações na saúde dela,” disse o chefe da força aérea, P.V. Naik, sobre a saúde de Pratibha Patil, a primeira mulher presidente que normalmente é vista usando seu tradicional sari de algodão quando aparece para imprensa.

“Ela vem se preparando para isso nos últimos dois meses e ela está medicalmente apta,” disse Naik aos repórteres.

A presidente que nasceu em 1934, é a comandante suprema das forças armadas da Índia – quarta maior força militar do mundo – e planeja fazer manobras acrobáticas com o caça russo biplace, no dia 25 de novembro.

“Até mesmo no dia que ela for voar, ela será testada, antes de entrar na aeronave,” disse o chefe da força aérea.

Apenas se ela estiver com a saúde perfeita naquele dia em particular ela poderá voar, adicionou ele.

Seu antecessor, o então Abdul Kalam, também com 74 anos, conhecido como arquiteto do poder nuclear da Índia, voou no caça Su-30 em 2006.

Fonte:AFP

A Índia vai construir mais caças SU-30MKI

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Dois caças Su-30MKI fabricados sob linceça pela empresa Indiana HAL
Dois caças Su-30MKI fabricados sob linceça pela empresa Indiana HAL

A Índia opera atualmente 105 aviões SU-30MKI, mas a empresa local HAL continua a construir mais aviões da variante para que a força aérea indiana possa colocar em operação um total de 245 SU-30MKI. Os aviões deverão ser entregues até 2017 e juntamente com o programa nativo Tejas LCA e os caças de “segunda linha” da competição MMRCA tornarão a Índia uma das maiores potências aeronáuticas não apenas da região, mas do mundo.

Mas a Índia espera ainda reforçar este inventário: há relatos de que o país irá adquirir ainda mais SU-30MKI e os aviões deste tipo já em uso e adquiridos à Rússia em 1996, deverão ser também atualizados. Os aviões deverão receber um radar N011M Bars e um motor idêntico ao do SU-35, assim como um novo datalink (recordando que o Raptor não tem ainda nenhum), uma adição vital para reduzir o relativamente elevado índice de “fogo inimigo” registrado pelos Sukhoi no último Red Flag, onde os aviões participaram com resultados extraordinários.

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