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Prazo apertado para decisão da África do Sul se juntar no programa KC-390

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A África do Sul deve decidir até setembro se participa do projeto KC-390 da Embraer.

O tempo está se esgotando para a África do Sul decidir unir-se ao programa acelerado do Brasil para fabricar uma nova aeronave de transporte militar e de reabastecimento em voo, o KC-390.

O site Engineering News Online apurou que a fabricante do KC-390, a Embraer,  quer que a África do Sul tome a decisão se vai participar ou não até o final desse mês.

A África do Sul apelou por uma extensão do prazo para o final de setembro. “Nós pedimos para Embraer  que aceite este adiamento. Eles provavelmente aceitarão,” declarou um diplomata brasileiro, que, por acordo, não pode dar nome. “Mas nós não podemos esperar que a Embraer espere mais que isso.”

A Embraer anunciou o projeto, então designado C-390, em abril de 2007. A estatal da África do Sul, o grupo de defesa Denel, revelou seu interesse em participar no projeto em janeiro de 2008. O projeto tornou-se um programa oficial com a assinatura de um contrato de desenvolvimento de US$ 1,3 bilhão entre a Embraer e a Força Aérea Brasileira durante a exibição Latin America Aero and Defence (LAAD) no Rio de Janeiro em abril de 2009 – onde a partir de então a aeronave foi redesignada KC-390.

A Denel Saab Aerostructures, subsidiária da Denel, confirmou que começou as negociações com a Embraer em junho de 2009 sobre o projeto. A África do Sul foi publicamente identificada como uma potencial parceira aprovada pelo Comando da FAB em março desse ano.

Enquanto isso, no Farnborough International Airshow na Inglanterra, na quarta-feira, a Força Aérea Brasileira assinou uma Carta de Intenção com a Embraer para adquirir 28 aeronaves KC-390. Isto é adicional ao contrato de desenvolvimento, o qual cobre a construção, testes em voo e certificação de duas aeronaves protótipos. O primeiro voo do KC-390 está previsto para 2014, e a entrada inicial em operação até o final de 2015.

Existe uma especulação da imprensa de defesa brasileira que a Força Aérea Brasileira poderia eventualmente encomendar até 70 aeronaves KC-390, enquanto que os Correios do Brasil poderiam encomendar até 20 das aeronaves para atender a rápida demanda de correio aéreo e de encomendas do país.

Outros prováveis países parceiros do programa são o Chile, a Colômbia e Portugal.

A Embraer espera vender cerca de 700 KC-390.

Fonte: engineeringnews.co.za – Tradução: Cavok

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Lockheed Martin considera o KC-390 como um rival potencialmente forte

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As duas aeronaves, KC-390 e C-130J, devem competir num acirrado mercado de aviação de transporte militar futuro. (Montagem: Blog Plano Brasil)

A Lockheed Martin vê a aeronave KC-390 da Embraer como um concorrente potencialmente indigesto para o seu C-130J, mas acrescenta que há ainda muitas questões a serem respondidas sobre a aeronave brasileira.

A Embraer, pretende entregar o primeiro protótipo do KC-390 para a Força Aérea Brasileira em 2014, e almeja entrar no lucrativo mercado de transporte militar, indo em rota de colisão direta com o C-130J, da Lokheed Martin, isto porque ambas as aeronaves possuem semelhanças em termos de carga e capacidade operacional, totalmente distintas do Airbus Military A400M e Boeing C-17.

“Temos que lembrar que o C-130J é uma aeronave consagrada. É capaz, com seus novos turbopropulsores e nova aviônica de atender as necessidades estratégicas e táticas de praticamente todas as forças aéreas do planeta”

Segundo declarou Ross Reynolds, vice Lockheed-presidente do programa C- 130: “Claro, vemos o KC-390 como um concorrente. Mas a pergunta chave que a Embraer tem de responder é o quão realmente capaz é este avião? Nós ainda não sabemos. O C-130J pode operar em condições adversas, na poeira em terreno não preparado por exemplo. O KC-390 pode fazer isso? Isto é o que destaca o C-130J tal como o é.”

Olhando para o futuro, Reynolds diz que a Lockheed espera “uma boa demanda” para o C-130J, nos próximos anos. A carteira atual de pedidos é de 99 aeronaves, mas ele não se prende a isso e acredita em novos pedidos adicionais tanto de clientes já existentes como de novos.

“Nós acreditamos que haverá pelo menos mais 150 encomendas por parte dos EUA e outras 100 de nações estrangeiras nos próximos 10 anos”, acrescenta.

“A USAF, USMC, USNavy, USCG e o Serviço Florestal, são clientes em potencial, enquanto a nível internacional estamos a olhar para o interesse no Oriente Médio, África e Sudeste Asiático”.

Parte do sucesso do C-130J, ele acrescenta, se deve ao fato da Lockheed ter atualizado e modificado a aeronave ao longo dos anos desde a sua concepção até os dias de hoje. Isto manteve-se relevante às necessidades do mercado atual e acrescenta que este esforço será continuado.

“Estamos constantemente procurando formas de melhorar a aeronave. Uma coisa que estamos de olho é na capacidade roll-on, roll-off . A flexibilidade da plataforma permite a mudança para missões diferentes e isso é algo que nós estamos olhando”, diz Reynolds.

Fonte: FlightGlobal via Plano Brasil

FAB e Embraer anunciam previsão inicial de aquisição do KC-390

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O avião KC-390 da Embraer nas cores da Força Aérea Brasileira. (Foto: Embraer)

A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Embraer anunciaram hoje, durante coletiva de imprensa no 47º Show Aéreo de Farnborough, na Inglaterra, a intenção de compra futura de 28 aeronaves KC-390 para atender ao planejamento da FAB. O programa de desenvolvimento do novo jato de transporte militar foi assinado entre a FAB e a Embraer em abril de 2009, durante a sétima edição da feira aeronáutica e de defesa Latin America Aero and Defence (LAAD), no Rio de Janeiro.

“A Força Aérea Brasileira é o principal parceiro estratégico da Embraer desde a criação da Empresa em 1969”, afirmou Orlando José Ferreira Neto, Vice Presidente Executivo para o Mercado de Defesa da Embraer. “Este anúncio reforça nossa motivação e o comprometimento em conceber um produto de última geração que deverá superar os requisitos da FAB e as expectativas do mercado.”

O projeto avança conforme planejado e a fase de estudos preliminares foi concluída com sucesso. O primeiro vôo do avião está previsto para 2014 e entrada em serviço para o final de 2015. As campanhas mais importantes de ensaios em túnel de vento, com modelos em escala reduzida, foram concluídas e permitiram congelar a configuração aerodinâmica. A arquitetura estrutural e as  tecnologias de sistemas estão já também definidas.

Os estudos mostram que a capacidade de carga do KC-390 deverá superar aquela estabelecida nos requisitos iniciais e chegar a 23,6 toneladas. Um modelo em tamanho real do compartimento de  carga foi construído para avaliação do espaço interno e das operações de carga e descarga com carregamentos típicos. Os resultados dessas avaliações têm demonstrado a grande versatilidade da aeronave.

O KC-390 contará com a tecnologia CARP (Computed Air Release Point), integrada ao sistema digital de comandos de vôo (fly-by-wire), o que resultará em maior precisão no lançamento de cargas e menor carga de trabalho para a tripulação. O avião terá ainda moderno sistema aviônico, incluindo dois visores frontais (Head-Up Display – HUD), e sistema completo de autodefesa. O KC-390 será  totalmente compatível com a tecnologia de visão noturna (Night Vision Goggles – NVG).

Mais rápido que seus competidores, o jato poderá operar em pistas curtas e semi-preparadas. Dentre as principais missões, será utilizado para transporte de tropas e cargas, incluindo nos ambientes da Antártida e da Amazônia, como avião reabastecedor, para busca e resgate (SAR) e na evacuação médica (Medical Evacuation – MEDEVAC).

OGMA vai produzir peças para KC-390 da Embraer

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OMGA de Portugal fornecerá peças para o Embraer KC-390

A OGMA (Aeronáutica de Portugal) ganhou um contrato da Embraer, para a produção de três componentes do novo aparelho de transporte tácticomilitar e civil KC-390, revelou ao Expresso uma fonte próxima da empresa. “Trata-se de uma encomenda no valor total de €405 milhões, que envolve o desenvolvimento de produto, desenho e fabricação de ferramentas, estaleiros e produção em série, além de um contrato de exportação para os próximos 15 anos”, acrescentou a mesma fonte. Considerando que o potencial de conteúdo nacional pode chegar aos 75%, o saldo positivo previsto para a balança comercial é de €303 milhões.

Na prática, a empresa portuguesa irá fabricar o anel central da fuselagem do novo avião, o spoiler (elemento que acciona os flaps aerodinâmicos no bordo inferior das asas) e a clamshell (porta traseira para cargas menores). O programa será responsável pela criação de mais 190 postos de trabalho na fábrica de Alverca, além de envolver a participação de 25 a 58 engenheiros da OGMA, consoante a fase do projecto.

Contrato vital

“A OGMA precisa muito deste projecto, precisamente, numa fase em que o seu principal cliente tem vindo a reduzir encomendas e ameaça deslocalizar a produção dos aviões Pilatus para a Polónia”, alerta Jorge Lopes, dirigente do Sitava (Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos).

Na opinião deste responsável sindical, o contrato da Embraer “é de primordial importância, nomeadamente, porque os benefícios esperados apontam para o desenvolvimento de know-how específico para segmentos estruturais de grandes dimensões, possibilitando o acesso a outros programas e o alargamento de uma cadeia competitiva a outras oportunidades de negócio”.

“A OGMA tem todas as condições técnicas e de qualidade para abarcar este projecto sendo, alias, a única empresa em Portugal capaz de o fazer”, acrescenta Jorge Lopes, cujo sindicato está empenhado em sensibilizar a AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), os partidos com assento parlamentar e a Comissão de Economia e Finanças da Assembleia da Republica para a importância deste projecto: “Traz trabalho, fideliza empresas e favorece a indústria nacional, que fica, finalmente, em condições para a criação de um cluster aeronáutico”.

O novo cargueiro brasileiro é, igualmente, um dos principais candidatos para substituir os actuais aviões de transporte Hercules C-130 da Força Aérea Portuguesa (FAP) cuja modernização está definida até 2017. O aparelho foi objecto de uma apresentação formal no Ministério da Defesa, estando em curso estudos para avaliar se o avião se enquadra nas necessidades da FAP. Brasil, Chile, Polônia e República Tcheca estão entre os países que já manifestaram o seu interesse neste avião da Embraer.

BENEFÍCIOS:

– Exportações para um período de 15 anos, avaliadas em cerca de €405 milhões
– Potencial de incorporação nacional de 75%, com um saldo positivo para a balança comercial de €303 milhões
– Criação de 190 novos postos de trabalho, além de envolver 25 a 58 engenheiros
– Contribuição às Finanças sob a forma de IRC, Segurança Social e IRS estimada em cerca de €59 milhões
– Desenvolvimento de competências de engenharia e produção que abre as portas para a participação de Portugal em programas semelhantes.

Fonte: Exame Expresso (Portugal), via NOTIMP

KC-390: FAB negocia com outros países parceria estratégica

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O Embraer KC-390 nas cores da Força Aérea Brasileira.

África do Sul, Portugal, Chile, Colômbia e Argentina são alguns dos países que estão mais próximos de fechar um acordo de parceria estratégica para o programa de desenvolvimento da aeronave KC-390, conta o gerente-executivo do projeto na Aeronáutica, coronel Adalberto Zavaroni. A conclusão dos acordos de parceria para o cargueiro, segundo o gerente, está prevista para daqui a um ano, em maio de 2011.

“A parceria com esses países não significa que o KC-390 será um projeto multinacional. Trata-se de um programa nacional, com requisitos técnicos e operacionais definidos pela FAB. Podemos aceitar algumas modificações sugeridas pelos parceiros, desde que não sejam radicais”, afirmou o gerente-executivo. Zavaroni comenta que já existem várias intenções de compra para a aeronave, principalmente dos parceiros, que naturalmente já são potenciais compradores .

O processo de aquisição dos caças de combate F-X2, pela FAB, também deverá trazer encomendas importantes para o KC-390, conforme anunciou essa semana ao Valor, o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Segundo ele, um dos requisitos para que o contrato de compra dos caças seja concluído é que haja a encomenda simultânea de 12 cargueiros.

Como o projeto será desenvolvido pelo sistema de parcerias estratégicas, haverá o compartilhamento de custos e riscos, a criação de laços de longo prazo entre as indústrias, as forças armadas e os governos dos países envolvidos, além do estabelecimento de cotas de participação nas vendas dos aviões.

O preço da aeronave, segundo o coronel da Aeronáutica, deve ser mais barato que o C-130, que custa na faixa de US$ 80 milhões a US$ 90 milhões. “Além de um custo de aquisição mais baixo, temos como objetivo fazer com que o custo operacional do KC-390 também seja inferior ao do C-130”, disse Zavaroni.

O programa de desenvolvimento e industrialização da aeronave deverá receber este ano, segundo a FAB, cerca de R$ 100 milhões. Para 2011 o desembolso previsto para o projeto é estimado em R$ 200 milhões. A maior parte dos recursos, R$ 600 milhões, será liberada em 2013. No ano passado o projeto recebeu um aporte de R$ 40 milhões para iniciar as atividades relacionadas aos requisitos técnicos e à configuração da aeronave.

Fonte: Valor Econômico

Empresas negociam offsets para desenvolvimento do KC-390

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A aeronave KC-390 da Embraer, numa imagem conceito reabastecendo dois jatos A-1. (Foto: Embraer)

Até o final da próxima década, o KC-390 entrará em operação na Força Aérea Brasileira e trará avanços operacionais em missões como transporte, reabastecimento em voo e ajuda humanitária. Mas antes de decolar pela primeira vez, o projeto do novo avião militar brasileiro trará benefícios para empresas nacionais que participarem do seu desenvolvimento. Este foi o tema principal do 1° Workshop sobre Offset KC-390, realizado no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), nos dias 25 e 26 de maio.

O evento reuniu empresas brasileiras e estrangeiras para iniciar as conversações sobre offset, que são compensações comerciais que as indústrias do exterior precisam oferecer ao Brasil se desejarem participar do projeto. “O offset serve para que nós sobrepujemos óbices técnicos e logísticos”, explicou o Coronel Adalberto Zavaroni, gerente técnico do projeto KC-390.

Ele afirmou que o projeto do KC-390 inclui o uso de tecnologias ainda não desenvolvidas no Brasil, como a porta de carga traseira e pods para reabastecimento em voo. É por esse motivo que as parcerias estratégicas são importantes. “Este avião será histórico para o país, e por isso seu desenvolvimento precisa ser conjunto e muito bem planejado”, disse.

Os offsets do projeto KC-390 podem incluir treinamento de pessoal, transferência de tecnologia, desenvolvimento conjunto de sistemas e fornecimento de maquinário, dentre outas possibilidades. “Não se faz offset por fazer. É preciso ter inovação, viabilidade e confiabilidade”, resume o Coronel Affonso Rodrigues, do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), órgão da FAB subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial(DCTA) e responsável pela promoção do workshop.

A programação contou com apresentações da Força Aérea Brasileira sobre o projeto KC-390 e a política de offset do Comando da Aeronáutica. A Embraer, principal desenvolvedora do avião, também explicou as fases de desenvolvimento e as áreas de interesse para parcerias estratégicas. As 16 empresas participantes também puderam apresentar suas propostas. Ao final ocorreu uma rodada de negócios com 172 encontros diretos para negociações.

O projeto KC-390
Em 2009, o Comando da Aeronáutica assinou com a Embraer um contrato para o desenvolvimento do KC-390. A nova aeronave de transporte e reabastecimento em voo deverá substituir os C-130 Hércules, de fabricação norte-americana, e aumentar a capacidade de apoio logístico da Força Aérea.

Cada aeronave terá capacidade para transportar até 80 soldados ou uma carga total de 19 toneladas. Poderão ser realizadas missões como deslocamentos de tropas para qualquer região do Brasil, transporte logístico, busca, assalto aerotático, reabastecimento em voo, lançamento de cargas em voo e transporte de ajuda humanitárias.

Os primeiros protótipos devem estar prontos em seis anos. Além da Força Aérea Brasileira, o KC-390 também poderá ser exportado para outros países. De acordo com os estudos da Embraer, há um mercado potencial de 700 aeronaves deste porte a serem substituídas nos próximos dez anos.

Fonte: CECOMSAER

Embraer prevê venda de 180 unidades do KC-390 em dez anos

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O Embraer KC-390 na versão reabastecedor aéreo. (Foto: Embraer)

A Embraer planejou produzir 180 unidades do seu novo avião de transporte militar, o KC-390, nos primeiros dez anos de comercialização da aeronave. Segundo o diretor do programa KC-390 na Embraer, Paulo Gastão Silva, a empresa identificou uma demanda potencial de 700 aeronaves na classe do novo avião, um negócio estimado em cerca de US$ 50 bilhões, sendo que 100 delas na América do Sul. “Esse é o mercado que a Embraer estará disputando e a nossa visão é de que existe uma demanda bem distribuída pelo mundo, envolvendo um total de 77 países”, afirmou.

De acordo com estudo feito pela fabricante nacional, a frota mundial de aviões de transporte é de 2.802 cargueiros, sendo que 1.613 aviões têm idade superior a 25 anos, o que significa que estão próximos de serem substituídos por aeronaves novas. O mercado potencial de vendas do KC-390, segundo o executivo, não inclui países como os Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, onde existe uma frota de 1.008 aviões cargueiros em final de vida útil. “Esses países, em princípio, não são compradores do KC-390, pois têm projetos próprios de novas aeronaves cargueiras”, comentou.

As estimativas de mercado para o novo avião de transporte militar da Embraer foram apresentadas na terça-feira, em São José dos Campos, durante um evento sobre “offset” (contrapartida comercial, industrial e tecnológica) do KC-390. Organizado pelo Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), órgão vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), o encontro reuniu 16 empresas estrangeiras e 180 nacionais interessadas no programa de desenvolvimento do cargueiro, seja como parceiros estratégicos ou como fornecedoras da Embraer.

O KC-390 está sendo desenvolvido a pedido da Força Aérea Brasileira (FAB), a um custo de US$ 1,3 bilhão. A FAB, segundo o gerente-executivo do projeto na Aeronáutica, coronel Adalberto Zavaroni, tem uma necessidade inicial de 22 aviões para substituir a frota nacional de C-130, que já tem mais de 30 anos de operação. “A demanda por esse tipo de aeronave no Brasil, no entanto, deverá exigir, pelo menos, o dobro desse número, se levarmos em conta o número de operações realizadas atualmente pelo C-130”, disse o coronel.

Nas missões de ajuda humanitária no Haiti, por exemplo, segundo Zavaroni, o C-130 realizou um total de 200 voos. O gerente do KC-390 explica que a nova aeronave atenderá às necessidades da FAB, principalmente nas áreas de transporte logístico pesado, busca e resgate, ressuprimento aéreo, evacuação médica, combate a incêndio florestal e reabastecimento em voo.

“A frota de C-130 da FAB tem baixa disponibilidade hoje em função do envelhecimento das aeronaves. Muitos dos seus componentes necessitam de revisões no exterior, o que aumenta os custos e os prazos de devolução, sem contar as frequentes panes, devido ao desgaste”. Zavaroni cita ainda as dificuldades de obtenção de peças para estoque, o que obriga muitas trocas de itens entre aeronaves.

A Embraer acaba de terminar a fase de estudos preliminares do KC-390, que durou 12 meses e começa agora o processo de definição de parceiros estratégicos e fornecedores do projeto, além de novos testes em túnel de vento de alta velocidade, dos modelos em escala reduzida. O voo do primeiro protótipo do modelo é previsto para 2014.

Segundo o diretor do programa na Embraer, a aeronave deve contar com um total de 80 fornecedores. O fornecimento de sistemas considerados estratégicos na aeronave, como os motores, por exemplo, é disputado por dois grandes consórcios: a CFM, que envolve a empresa americana General Electric e a francesa Snecma e o consórcio IAE , que reúne Pratt & Whitney, Rolls Royce, MTU e JAEC.

Todos os fornecedores estrangeiros terão que fazer acordos de offset com a FAB. “Temos 170 encontros agendados para hoje (terça-feira) entre empresas nacionais e estrangeiras, potenciais fornecedoras do KC-390”, revelou um dos organizadores do encontro de São José dos Campos.

Fonte: Valor Econômico – Virginia Silveira

F-X2: Jobim vincula compra de caças a venda simultânea de cargueiros

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O KC-390 da Embraer será um dos objetivos de negociação junto com o F-X2. (Foto: Embraer)

O Ministério da Defesa fará, nos próximos dias, uma exposição de motivos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva onde indicará tanto um claro favorito no processo de aquisição de caças para renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB) como requisitos mínimos para que o contrato bilionário seja concluído.

Um desses requisitos vincula a assinatura do contrato da compra inicial de 36 jatos à encomenda simultânea de 12 cargueiros KC-390, da Embraer, pelo vencedor da concorrência. “Queremos a assinatura ao mesmo tempo”, afirmou o ministro Nelson Jobim ao Valor.

O ministro disse que já escreveu 76 páginas da exposição de motivos sobre a aquisição, que tem um custo estimado em cerca de US$ 6 bilhões. O texto será divulgado logo depois de entregue ao presidente Lula e depois debatido no Conselho de Defesa Nacional. E mais tarde voltará para a FAB e ao Ministério da Fazenda, para a fase da negociação do contrato.

Estão na disputa o caça francês Rafale, da Dassault, o sueco Gripen NG, da Saab, e o F-18, fabricado pela americana Boeing. A preferência pelo jato francês parece clara em Brasilia. Jobim diz apenas que o importante para o Brasil, “se for o jato francês”, é que o cargueiro da Embraer poderá entrar no mercado europeu e competir na substituição da frota de C-130 Hércules, da americana Lockheed. Segundo Jobim, existe no mundo uma frota de 300 a 400 cargueiros Hércules, que vão precisar ser substituídos. Aí entra a possibilidade para o KC-190, da Embraer, que poderá estar voando a partir de 2014. O governo brasileiro está atento também a uma provável encomenda do Rafale pelos Emirados Árabes Unidos. Se a aquisição for confirmada, o Brasil poderá barganhar por um pacote conjunto que barateia o preço de cada jato.

Jobim negou que a França tenha feito uma oferta final para garantir a venda dos Rafale durante o encontro do presidente Nicolas Sarkozy com o presidente Lula em Madri, na semana passada, contrariando informações publicadas pela imprensa francesa. O ministro acha que dá para concluir a negociação do contrato de aquisição antes da transferência de poder, em janeiro, sinalização que pode acalmar a inquietação entre os franceses, que já perderam encomendas em certos países quando o novo governante assumiu. Um porta-voz indicou que Sarkozy saiu do encontro com Lula com o sentimento de que, em breve será confirmada a preferência pelo Rafale.

O presidente francês revelou ao presidente Lula, na mesma conversa, que vai propor, durante o encontro de cúpula do G-20 no mês que vem, em Toronto, que a reforma do Conselho de Segurança da ONU seja acelerada e mesmo decidida até o fim do ano. E que o Brasil tenha assento permanente, como potência emergente e líder regional.

Fonte: Valor Econômico – Assis Moreira

Nota do Editor: Em outras palavras, como somente a França deixou claro que compraria o KC-390, mas sem assinar nada, esse é mais um modo do Ministro Jobim achar uma maneira de dizer que ele estava certo.

Embraer revela mudanças no projeto e no cronograma do KC-390

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O primeiro voo do KC-390 da Embraer deve ocorrer em 2014. (Foto: Embraer)

Um novo documento divulgado hoje, dia 13 de maio, mostra o cronograma geral da Embraer para o programa da aeronave de transporte militar e de reabastecimento aéreo KC-390, revelando mudanças comparado com as versões anteriores do projeto.

Cronograma datado de março de 2010 que mostra como será o andamento do projeto do KC-390 da Embraer.

O cronograma, datado de março de 2010, revela um programa acelerado próximo ao final da fase preliminar de projeto na metade do ano, com a capacidade operacional inicial (IOC) prometida para cinco anos depois.

A fase de projeto preliminar serp seguida por uma fase de definição inicila de um ano de duração, durante a qual os testes de túnel de vento serão completos. Cálculos de cargas e estrutural também serão iniciados nessa fase.

Uma fase de um ano, de definição conjunta está programada para ser iniciado na metade de 2011, com uma revisão preliminar de projeto definida para o início de 2012. Com a cadeia de fornecedores estabelecida na metade de 2011, a Embraer começará o desenvolvimento do ferramental no início dessa fase, onde começará a divulgar os desenhos técnicos para a engenharia.

A partir da metade de 2012, o projeto do KC-390 entrará numa fase de detalhamento e certificação do projeto, com uma duração de quatro anos. A fase de revisão crítica está prevista para o início de 2013, permitindo a Embraer definir a configuração final. O primeiro protótipo está previsto para ser entregue no final de 2014, com um segundo protótipo devendo ser entregue na sequência.

A Força Aérea Brasileira será um dos clientes do novo modelo militar que está sendo desenvolvido pela Embraer. (Foto: Embraer)

O projeto do KC-390 oficialmente foi lançado em abril de 2007. Dois anos depois, a Força Aérea Brasileira assinou um contrato para lançar o programa, o qual substituirá as 30 aeronaves antigas Lockheed Martin C-130 Hercules atualmente em operação.

Até o momento, a Embraer desenvolveu um mock-up do compartimento de carga do KC-390 para verificações do espaço volumétrico, conforme informa a Embraer.

A aeronave está sendo projetada para transportar 19 toneladas de carga em distâncias de até 2.685km (1.450nm).

Um desenho em três-vistas da aeronave foi incluída na apresentação mostrando como a configuração evoluiu. Um visão anterior em três-vistas distribuída num evento aeronáutico mostra uma aeronave levemente menor. A envergadura aumentou no novo desenho de pouco mais de 33,9m para cerca de 35m e o comprimento aumentou de 33,4m para 33,9m. A altura no alto da cauda em T foi diminuída de 11,4m para 10,7m.

O projeto KC-390 da Embraer prevê a substituição das aeronaves C-130 Hercules atualmente no mercado, que pode chegar a cerca de 700 aeronaves, avaliadas em aproximadamente US$50 bilhões. Ao mesmo tempo, a aeronave intruduz um novo desafio de projeto para Embraer, incluindo uma rampa traseira de acesso para carga, certificação de transporte militar e capacidade de reabastecimento em voo.

A apresentação da Embraer descreve o programa como “dentro do cronograma, se preparando para desenvolver uma versão em escala real e em fase de seleção dos principais fornecedores”.

Fonte: Flight Global / Stephen Trimble – Tradução: Cavok

Embraer prevê crescimento na área de defesa com o KC-390

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Ilustração da aeronave de transporte KC-390 da Embraer.

O projeto do novo avião de transporte militar da Embraer, o cargueiro KC-390, é o carro chefe da estratégia de crescimento da área de defesa da companhia, que em 2009 registrou um faturamento de US$ 500 milhões e representou cerca de 9% da receita. “Para 2010 estamos prevendo um faturamento de US$ 650 milhões na área de defesa. O valor representa mais de 12% da receita global projetada para a Embraer em 2010”, disse o vice presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, Luiz Carlos Aguiar.

Até o fim do ano, segundo o executivo, a Embraer pretende iniciar a comercialização do KC-390. “Existem hoje no mercado internacional dois mil aviões cargueiros em fase final de vida útil. A nossa expectativa é a de capturar 10% da renovação dessa frota, a maioria do modelo C-130 Hércules, um mercado estimado em 200 aviões em dez anos”, afirmou.

Sobre a possibilidade de venda de um número superior a 100 aeronaves Super Tucano para a FORÇA Aérea dos Estados Unidos, Aguiar disse que não se trata de uma venda simples. “Os EUA estão com um problema de crescimento econômico sério e, numa situação dessas, a tendência é que a compra seja feita internamente.” A Embraer, segundo ele, não se associou a nenhuma empresa americana para participar dessa licitação.

Na opinião do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, o acordo militar assinado esta semana entre o Brasil e EUA, pode favorecer a venda do Super Tucano para a FORÇA Aérea americana. “Estamos acompanhando de perto a negociação e torcendo para que a Embraer consiga exportar os aviões”, disse.

A FORÇA Aérea Brasileira (FAB) é a proprietária do projeto do Super Tucano, desenvolvido pela Embraer. A empresa recebeu encomenda de 99 aeronaves da FAB e já entregou 85. O Super Tucano da FAB, conhecido pela sigla A-29, opera nas unidades de caça instaladas em Boa Vista, Porto Velho e Campo Grande.

Fonte: Valor Econômico – Virgínia Silveira

Aernnova vai à Embraer e pleitea fatia do jato KC390

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Embraer KC-390

O grupo espanhol Aernnova, uma das principais companhias internacionais na fabricação de estruturas aeronáuticas, está pleiteando uma participação no programa de desenvolvimento do novo avião de transporte militar da Embraer, o KC-390. A conquista deste novo projeto, que conta com o apoio do governo do País Basco, é considerada estratégica pela empresa, para alavancar os negócios de sua filial brasileira, em meio a um período de recessão no mercado aeronáutico mundial.

No começo dessa semana, o presidente mundial da Aernnova, Iñaki López Gandásegui, esteve no Brasil e integrou a comitiva oficial do presidente do governo do País Basco, Patxi López, que visitou as instalações da Embraer, em São José dos Campos. Segundo Gandásegui, a fabricante brasileira de jatos regionais informou que a primeira fase de desenvolvimento de engenharia do KC-390 será feita internamente.

“Vamos aguardar o momento certo para fazer parte desse programa, mas temos grandes expectativas, tendo em vista o bom trabalho feito pela Aernnova no desenvolvimento das aeronaves das das famílias ERJ-145 e Embraer 170/190, dos quais participamos como parceiros de risco”, disse o presidente da companhia basca. Instalada em São José dos Campos, a fábrica da Aernnova começou a operar em 2004, fornecendo as asas do ERJ-145 e a fuselagem traseira e a empenagem dos jatos da família 170/190.

A Embraer é o principal cliente da Aernnova no mundo e respondeu por cerca de 40% do faturamento do grupo em 2009, de 430 milhões. Gandásegui disse que a crise no setor aeronáutico, que vem afetando a Embraer, também teve seus reflexos na unidade fabril da Aernnova no Brasil. “Reduzimos um pouco o nosso ritmo de atividades, proporcionalmente ao de nossos clientes, mas para 2011 as previsões indicam que o mercado deve se recuperar com força”.

A perspectiva de crescimento dos projetos aeronáuticos no setor de defesa no Brasil foi um dos principais motivos que levaram a companhia espanhola a instalar no Brasil um novo centro internacional de desenvolvimento de projetos de engenharia.

A empresa já opera dois centros de engenharia na Espanha e outro em Michigan, nos Estados Unidos, e o centro brasileiro foi criado para se tornar uma base de desenvolvimento de tecnologia para a região da América Latina. A Aernnova já contratou uma equipe de engenheiros e técnicos brasileiros que estão trabalhando em vários projetos. Um deles é o desenvolvimento do projeto estrutural de um veículo aéreo não-tripulado (vant) para a Avibrás Aeroespacial.

A nova aeronave da Avibrás, batizada de Falcão, será o primeiro vant de reconhecimento tático e de vigilância totalmente nacional. Segundo o gerente do vant na Avibrás, Renato Bastos Tovar, a primeira fase do projeto foi feita em conjunto com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e envolveu o desenvolvimento da eletrônica de bordo e software, que inclui o sistema de navegação e controle. A Avibrás conta com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que aportou R$ 19 milhões para o projeto. A contrapartida da empresa, de acordo com Tovar, foi de R$ 7 milhões. A estrutura do veículo, projetada pela Aernnova, é feita em fibra de carbono. A segunda fase do projeto, iniciada em fevereiro de 2009, envolve o desenvolvimento da plataforma aérea, onde serão integrados os sensores de missão, como os radares. “O desenvolvimento do veículo será concluído no final de 2011, mas os ensaios em voo com o protótipo serão iniciados em janeiro do ano que vem”, comentou.

Além dos projetos com a Avibrás e Embraer, o grupo Aernnova também está de olho no programa de desenvolvimento dos 50 helicópteros Super Puma EC-725, que serão produzidos pela Helibrás, do grupo Eurocopter, para as Forças Armadas Brasileiras. A Aernnova, segundo seu presidente, Iñaki Gandásegui, acompanha de perto o processo de seleção dos fornecedores desse programa no Brasil.

A canadense Bombardier também é cliente da Aernnova no Brasil, que fornece projetos de engenharia para o setor ferroviário. No mundo, os principais clientes da Aeronnova são as empresas americanas Boeing e Sikorsky, e as europeias Airbus e Eurocopter. “Trabalhamos no projeto do A 350, fornecendo o estabilizador horizontal e a empenagem em fibra de carbono, um projeto de quatro anos”. A Aernnova também atua nos segmentos de automação, transportes, naval e energia eólica.

Fonte: Valor Econômico – Virginia Silveira

Aeronáutica apresenta maquete em tamanho real do compartimento de carga da aeronave KC-390

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A Aeronáutica e a Embraer apresentaram, nesta semana, em São José dos Campos (SP), no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), a maquete em tamanho real do compartimento de cargas da aeronave KC-390, de médio porte, que está em fase inicial de desenvolvimento. O “K” do nome significa reabastecedor e o “C” transporte.

O Brasil é o proprietário do projeto, que poderá contar com parceiros de outros países, para a produção de um avião de transporte que, no futuro, apoiará as Forças Armadas e de outras nações interessadas no produto, em missões de transporte de tropa, de carga, de veículos militares, busca e resgate, lançamento de paraquedistas e carga e reabastecimento em vôo, além de operações de ajuda humanitária pelo mundo, como no caso do Haiti e do Chile.

Participaram da apresentação o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e o presidente da Embraer, Frederico Curado, além de representantes do Alto Comando da FAB e militares e engenheiros envolvidos diretamente no projeto.

O contrato para o desenvolvimento do cargueiro, e produção de dois protótipos, foi assinado há dez meses e o projeto está na primeira etapa de desenvolvimento, quando são realizados os estudos preliminares. Nesse período, diversos ensaios ocorreram e outros estão previstos, inclusive com o uso da maquete em tamanho real.

Segundo a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), responsável pela gerência executiva do Projeto KC-390, está previsto o primeiro vôo do protótipo em 2014. Ainda, a comissão ressalta que o projeto demarca um momento histórico para a Aeronáutica, Embraer e o País.

De acordo com o presidente da Embraer, o projeto traz à empresa “um enorme desafio”, que a levará a um patamar diferenciado no mercado de defesa. O KC-390 é quase 50% maior em peso do que o maior avião fabricado hoje pela empresa, o Embraer 190, que já opera na FAB em missões de transporte.

Fonte: CECOMSAER

Portugal é considerado um parceiro-chave para o programa do Embraer KC-390

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Concepção artística do Embraer KC-390 voando sobre a Amazônia.

A Embraer, dando continuidade no programa do avião de transporte tático militar KC-390, estaria mantendo conversas com o governo de Portugal para incluir o país em sua lista de parceiros-chave do programa. A fabricante pretende estar com a lista de parceiros definida e fechada até meados de 2011.

Concepção artística do KC-390 reabastecendo duas aeronaves A-1.

Até o momento as negociações estariam sendo feitas de governo-a-governo, sendo que o interesse principal da fabricante brasileira é no centro de manutenção e reparos da Ogma Indústria Aeronáutica de Portugal, empresa da qual a Embraer participa com 65% das ações desde 2005. No ano passado a Embraer anunciou um investimento de US$ 207 milhões para a construção de novas instalações na cidade de Évora, que ocuparão 15 mil metros quadrados de área construída. Com previsão para estar concluída em 2012, o complexo ficará responsável pela construção de materiais compostos.

A Força Aérea Portuguesa (FAP) está em busca de novos aviões de transporte para complementar e modernizar a sua atual frota em serviço de Lockheed C-130H Hercules. Em 2002 Portugal saiu do programa de desenvolvimento do Airbus A400M, por cortes e redução de orçamentos daquele país. A partir daquele momento, a FAP estuda algumas outras opções disponíveis no mercado mundial, como o próprio C-130J Hercules. Entretanto, a proposta da Embraer pode cair como uma luva para a solução deste problema.

Fonte: Flight Global

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