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Tag: Lockheed Martin F-35 Lightning II

Programa F-35 ultrapassa a marca de 5.000 horas de voo

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O caça F-35B “BF-02” durante testes de pouso vertical na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, no voo 162 realizado no dia 2 de dezembro. (Foto: Lockheed Martin)

O programa F-35 Lightning II da Lockheed Martin superou as 5.000 horas de vôo no mês passado. Este marco foi alcançado pelas aeronaves F-35 do programa de desenvolvimento conjunto e demonstração do sistema (SDD), que atualmente estão voando na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, e na Estação Naval de Patuxent River, Maryland, e com as aeronaves que estão realizando voos de treinamento na Base Aérea de Eglin, Florida.

Todas as três versões, a F-35A de decolagem e pouso convencionais (CTOL), a F-35B de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) e a versão embarcada F-35C, participaram para realização deste objetivo.

Desde o primeiro vôo do programa, em dezembro de 2006, os F-35s voaram 3.464 vezes. Este total inclui 91 voos da aeronave de teste original, AA-1; 2.510 voos de testes SDD, e 863 voos de modelos de produção.

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Lockheed e Pentágono chegam num acordo inicial para o 5° lote de produção de caças F-35

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Um caça F-35C saindo da linha de produção da Lockheed Martin em Fort Worth, Texas. (Foto: Lockheed Martin)

A Lockheed Martin e o Pentágono chegaram a um “acordo inicial” para concluir um contrato avaliado em até US$ 4 bilhões para o quinto lote de produção de caças F-35, de acordo com a porta-voz do Pentágono. O acordo foi alcançado para compra de 32 caças adicionais aos 63 que já estavam no contrato, disse hoje o porta-voz do Pentágono, George Little.

O Pentágono disse em dezembro que iria gastar no máximo US$ 4 bilhões no lote de produção. Os valores em dólares para o contrato não estarão disponíveis por cerca de uma semana, de acordo com funcionários que falaram sobre as negociações na condição de anonimato. O contrato é o segundo consecutivo que envolve a compra de 32 aeronaves, uma indicação de que o Pentágono avaliou que os processos do programa de fabricação estão num bom ritmo, sólidos o suficiente para sustentar essa taxa.

“Foi uma negociação difícil e estamos satisfeitos que chegamos a um acordo”, disse Little. “Ele termina o ano com uma nota positiva e define o programa como seguindo em frente.”

A assinatura do contrato antes do fim do ano significa que os dólares obrigados não estarão sujeitos a redução, se o Pentágono for obrigado a fazer cortes adicionais de US$ 52,3 bilhões durante o atual ano fiscal no âmbito do processo chamado de resgate financeiro. Esses cortes começariam em janeiro, a menos que o presidente Barack Obama e o Congresso cheguem num acordo para evitar as reduções de gastos e aumentos de impostos conhecido como o “penhasco” fiscal.

Comentário da Lockheed

O bom desempenho do ritmo de produção apresentado pela Lockheed contribuiu para chegar a um acorco do 5° lote. (Foto: Lockheed Martin)

“Continuamos comprometidos em trabalhar com o nosso governo e com os clientes internacionais, e nós continuamos a ver o desempenho excelente da produção”, disse Orlando Carvalho, gerente geral dos programas F-35 da Lockheed Martin, num comunicado a ser divulgado hoje. “Nossa prioridade é entregar a capacidade de quinta geração do F-35 para os EUA e nossos parceiros combatentes”.

O vice-almirante David Venlet, gerente do programa F-35 no Pentágono, disse no comunicado que o acordo é “benéfico para o governo e para Lockheed Martin.” Ele disse que “os custos de produção estão diminuindo.”

As negociações para o contrato de produção do quinto lote estão em curso desde o ano passado. Os termos podem mudar quando um contrato chamado definitivo é assinado.

O secretário de Defesa Leon Panetta “tem acompanhado as negociações de muito perto”, disse Little.

Sob o novo contrato, a Lockheed Martin vai construir 22 caças da versão convencional para a Força Aérea, sete versões embarcadas em porta-aviões para Marinha e três modelos de decolagem curta e pouso vertical para o Corpo de Fuzileiros Navais. O F-35 Joint Strike Fighter é o programa mais caro do Pentágono.
Os custos crescentes

A versão F-35B foi entregue para o primeiro esquadrão operacional de F-35 do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. (Foto: Lockheed Martin)

Autoridades do Pentágono prometeram ao Congresso permanecer mais duras nas negociações com a Lockheed Martin. Os quatro primeiros contratos para 63 jatos estão excedendo o seu custo-alvo combinado de US$ 1 bilhão, de acordo com os auditores do Congresso.

O Escritório de Responsabilidade do Governo, disse em seu relatório anual deste ano, que o custo de aquisição médio estimado de cada jato havia subido para US$ 137 milhões a partir da estimativa inicial de US$ 69 milhões em outubro de 2001.

As negociações envolveram o primeiro uso extensivo de uma análise “quanto deve custar” do Pentágono. Trata-se de uma análise detalhada de dados de contratos anteriores do F-35, dados de custos históricos e extrapolações “razoáveis” do quanto o próximo custo da aeronave deve ser, disse em julho Frank Kendall, comprador chefe de armas do Pentágono.

“Começamos as negociações sobre o lado do governo com um conjunto muito bem documentado de custos e, em seguida, fomos capazes de compará-lo com a oferta que recebemos, item por item, linha por linha”, disse Kendall. “Atravessar e tentar resolver as diferenças tem sido o processo que tem levado muito tempo.”

“Uma vez que passar por isso, vamos estar num lugar muito bom para a negociação de lotes futuros”, disse ele. “Isso é tudo o que o tempo tem sido tud. Temos mais informações.”

Fonte: Business Week – Tradução: Cavok

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Caça F-35C realiza os primeiros testes no solo de liberação de armas

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A JDAM GBU-31 de 2.000 libras inerte no momento que era liberada do compartimento interno de armas do F-35C “CF-02” e caia no fosso, no dia 16 de novembro de 2012, na Estação Naval de Patuxent River, Maryland. (Foto: U.S. Navy)

Aproveitando o bom momento da equipe de testes de armas do F-35 em 2012, a força de ensaio integrada do F-35 na Estação Naval de Patuxent River completou um marco no lançamento de armas para a variante embarcada do caça Lightning II no dia 28 de novembro.

O CF-2, o segundo avião de testes da versão F-35C, liberou uma GBU-31 Joint Direct Attack Munition (JDAM) inerte de 2.000 libras e uma bomba guiada a laser de 500 libras GBU-12 Paveway II a partir de um compartimento de armas interno num fosso de concreto coberto de espuma, completando a primeira série de liberações de armas já realizada para o F-35C.

“A equipe integrada da indústria e do governo aqui, especialmente a equipe de armas, tiveram um 2012 fantástico”, disse o capitão da Marinha Erik Etz, diretor de teste e avaliação para as variantes navais do F-35. “Nós temos muito mais do envelope para expandir no F-35C, mas temos muita força e estamos bem equipados para o trabalho de liberação de armas em voo à nossa frente.”

A aeronave F-35C “CF-02” voando em formação com a aeronave “CF-01”, no dia 5 de setembro de 2012. (Foto: U.S. Navy)

Além da GBU-31 e da GBU-12, a equipe ejetou do CF-2 um míssil ar-ar avançado de médio alcance (AMRAAM) AIM-120. No geral, a equipe completou 11 lançamentos de armas, divididas entre as baías de armas esquerda e direita, mais cedo do que o planejado.

Os testes de liberação de armas no fosso coletam dados para medir as tensões sobre a estrutura e nas munições vizinhas, garantindo o bom funcionamento do equipamento das armas e de suspensão, e valida os modelos de separação para as características de ejeções das munições, incluindo trajetórias e velocidades.

Combinado com as missões de teste em voo carregando armas inertes para avaliar as condições ambientais e de manejo, o teste de queda do fosso é precursor das separações no ar.

Em 2012, a equipe de testes F-35 na Estação Naval de Patuxent River terminou a primeira separação de armas em voo feito por qualquer uma das três variantes e na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, a equipe de teste F-35A completou os testes bem-sucedidos com uma JDAM GBU-31 e com o AIM-120 AMRAAM.

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IMAGENS: Caças F-35 em Eglin atingem a marca de 200 surtidas

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O caça F-35B pousa com o Major Bachmann nos comandos no dia 24 de agosto, após a conclusão da 200ª surtida na Base Aérea de Eglin, Florida. (Foto: U.S. Air Force)

Os pilotos na Base Aérea de Eglin, Flórida, estão demonstrando seu progresso contínuo de amadurecimento no treinamento com o caça Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter. Na sexta-feira, dia 24 de agosto, o piloto de testes do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Major José Bachmann, atribuído ao VMFAT-501, voou a surtida de número 200 em Eglin, com uma aeronave F-35B.

Os caças F-35B do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA estão realizando voos de treinamento na Base Aérea de Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
Bachmann está trabalhando como instrutor da unidade de pilotos em transição. No voo de número 200 ele estava dando instrução para o piloto dos fuzileiros, o major Mike Rountree, que é um altamente experiente instrutor da escola de armas. Rountree está realizando a conversão do AV-8B Harrier II para o F-35B.

“As aeronave amadureceram muito desde os primeiros dias”, disse Bachmann. “O que nós estamos vendo é apenas trancos e barrancos de maturidade com os aviões que temos aqui.”

O Major Rountree está realizando a conversão do AV-8B Harrier para o F-35B em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
As aeronaves são previsíveis e parecem ser sustentáveis, “o que é bom para a taxa de produção de surtidas”, acrescenta. Rountree disse que os mantenedores da 33ª Ala de Caça estão ganhando experiência e aprendendo como os sistemas do F-35 se comportam, o que ajuda a aumentar a taxa de geração de surtidas da unidade.

As aeronaves estão realizando missões conjuntas com F-35 A e B em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)
Neste momento, a base começou a voar com o F-35 Block 1B que adiciona um software melhorado, mas também algumas modificações de hardware. As aeronaves Block 1B são muito mais estáveis e previsíveis do que as aeronaves Block 1A, disse Rountree.

O próximo passo para os pilotos instrutores em Eglin é validar o material didático para o software Block 1B, disse Rountree. Isso é necessário para treinar os aviadores do USMC que estão se preparando para o primeiro esquadrão operacional de F-35B do serviço em Yuma, Arizona, no final do ano.

As aeronaves F-35B que realizaram as surtidas de número 199 e 200 em Eglin. (Foto: U.S. Air Force)

Atualmente, o envelope de vôo para o F-35 está “muito, muito restrito”, disse Bachmann, mas há sinais de melhora. As impressões iniciais são que “ele voa muito como uma mistura do F/A-18 e do F-16”, disse Bachmann, que anteriormente era um piloto de testes na Estação Naval de Patuxent River, Maryland.

As aeronaves F-35B devem iniciar dentro de alguns dias as missões de reabastecimento aéreo. (Foto: U.S. Air Force)
O F-35 não necessita mais de uma aeronave acompanhante, disse Rountree. “Não temos mais um requisito de sermos acompanhados por uma aeronave diferente”, diz ele. Em vez disso, os caças F-35s agora estão voando em formações padrão de duas aeronaves.

Além disso, os pilotos estão se preparando para começar as operações de reabastecimento aéreo com o F-35 “dentro de duas semanas”, disse Bachmann.

Fonte: Flighglobal – Tradução: Cavok

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