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IMAGENS: Caças F-22 e F-35 voam juntos pela primeira vez com a Força Aérea dos EUA

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Os dois modelos de caças de quinta geração da Força Aérea dos EUA, o F-22 e o F-35, voam pela primeira vez juntos em serviço. (Foto:Master Sgt. Jeremy T. Lock / U.S. Air Force)

Pela primeira vez, a Força Aérea dos EUA realizou um voo em formação com seus dois caças de quinta geração, o F-22A Raptor e o F-35A Lightning II, ambos fabricados pela Lockheed Martin. O voo foi realizado na quarta-feira, dia 19 de setembro, e durou cerca de uma hora e meia, com os caças partindo das bases aérea de Tyndall e Eglin, respectivamente, ambas localizadas na Florida.

Os caças F-22 e F-35 sobrevoaram diversas cidades no sudeste dos EUA.

A bordo do F-35A, que decolou antes da Base Aérea de Eglin, estava o tenente-coronel Lee Kloos, comandante do 58º Esquadrão de Caça junto a 33ª Ala de Caça. Durante o voo ele encontrou-se com o coronel Charles Corcoran, comandante da 325ª Ala de Caça, que voava com o F-22 Raptor F-22 do 43° Esquadrão de Caça, sobre o Lago Compass, no espaço aéreo ao norte da Base Aérea de Tyndall.

Esse é o segundo voo no geral, e o primeiro pela Força Aérea com os dois caças furtivos de quinta geração.

“Eu estive no programa F-22 desde 2002”, disse Corcoran. “Eu vi ele percorrer um longo caminho e fazer grandes progressos, e é bom ver o F-35 seguindo junto. O que estamos tentando fazer … é tirar as lições aprendidas a partir do F-22 e não ter que reaprender no F-35. A conversa cruzada entre as comunidades F-22 e F-35 é um imperativo.

Acompanhando os dois caças, F-22 e F-35, estava um F-16D.

“Isso só vai acontecer mais e mais vezes, e isso precisa acontecer”, Corcoran acrescentou. “Este é o futuro da nossa força de caças de combate. Você não pode ir para a guerra junto se você não treinar junto, e é aí que tudo vai começar, em Tyndall e em Eglin.”

Os dois aviões, que foram seguidos por um F-16, voaram sobre Tyndall, sobre a Cidade do Panamá e, em seguida, em direção oeste para Destin e Eglin.

O voo especial com o F-22 e o F-35 durou cerca de uma hora e meia.

Kloos disse que uma parte regular do treinamento para pilotos de Eglin e Tyndall é o voo para a outra base para toques e arremetidas e outras manobras.

“É uma parte importante da nossa formação curricular aqui”, disse Kloos. “Como pilotos, você quer ter a opção de ir para outra base se o tempo foi ruim aqui. Essa é a nossa base alternativa primária.”

A tendência é que os voos em formação entre as duas aeronaves ocorram mais seguido com a intensificação dos treinamentos no F-35.

A Base Aérea de Eglin possui atualmente 19 caças F-35s, sendo nove F-35A da Força Aérea dos EUA, e 10 aeronaves F-35B, sendo nove do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e um pertencente ao Reino Unido.

A previsão é que Eglin receba mais quatro caças F-35Bs este ano, incluindo dois para a 33ª Ala. O Reino Unido vai receber seu segundo jato e a Holanda receberá sua primeira, disse o coronel Andrew Toth, comandante da ala. Os próximos F-35As somente devem chegar em Eglin no segundo trimestre de 2013.

Os dois esquadrões que participaram do voo com os caças F-22 e F-35 são responsáveis pelo treinamento dos pilotos da Força Aérea dos EUA.

O voo com os dois caças de quinta geração não foi totalmente o primeiro realizado. Em 2011 a Lockheed realizou um voo conjunto com os dois caças, conforme pode ser visto no vídeo abaixo.

Para saber mais sobre o primeiro voo conjunto realizado em 2011, clique aqui.

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Lockheed espera fechar contrato do quinto lote de caças F-35 em 2012

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O caça F-35A “AF-06” sobrevoa o Lago Owens, no lado oriental da cordilheira de Sierra Nevada, na California, durante seu voo de número 75. A cor vermelha da água é criada por halófilas, organismos unicelulares que se espalham por todo o lago de água salgada. (Foto: Lockheed Martin)

A Lockheed Martin planeja concluir as negociações para a aquisição do quinto lote de caças F-35 Lightning II com o Departamento de Defesa dos EUA (DoD) até o final de 2012, disse um oficial sênior da fabricante.

O executivo-chefe da Lockheed, Robert Stevens, de acordo com a Reuters, disse numa conferência de investidores do Morgan Stanley que as negociações com o DoD estavam em andamento, e um acordo final deverá ser assinado até o final do ano.

“Eu acho que é possível nós podermos fazer isso”, acrescentou Stevens.

Recusando-se a fornecer informações sobre o novo contrato, Stevens disse que a empresa estava avançando com os testes de aeronaves, além de trabalhar para completar o desenvolvimento do complexo e avançado software do capacete necessário para o programa Joint Strike Fighter (JSF).

A empresa vendeu 16 dos 30 aviões programados para entrega este ano, e está em conversações para novas encomendas internacionais, num esforço para ajudar a reduzir o custo total do programa.

Uma fonte não identificada também disse à Reuters que a maioria do trabalho do contrato já foi concluído, mas os dois lados estavam ainda negociando os detalhes financeiros finais.

As negociações contratuais entre as duas partes foi formalmente iniciado em dezembro de 2011.

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BAE Systems conclui testes estruturais de 8.000 horas em fuselagem do caça F-35A

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A fuselagem do caça F-35A na estrutura de testes estruturais da BAE Systems em Brough, Reino Unido. (Foto: BAE Systems)

Os testes de durabilidade de 8.000 horas da estrutura do avião F-35A de decolagens e pousos convencionais (CTOL) foram concluídos antes do previsto, comprovando que a estrutura é capaz de lidar com uma variedade de condições de vôo que vão existir quando ele estiver em serviço. O trabalho continua dentro do cronograma para provar que a aeronave pode resisitir até duas vezes sua vida operacional, ou 16.000 horas.

O equipamento de teste estrutural de 350 toneladas nas instalações da BAE Systems em Brough foi propositadamente construído para “voar” o F-35 através de uma série de cenários de vôo. Mais de 20 quilômetros de fiação, 2.500 medidores de tensão e 160 atuadores de cargas sujeitam a aeronave em diferentes cargas aerodinâmicas que normalmente são encontradas num voo real.

A BAE Systems também foi contratada para os testes estáticos e de fadiga para as derivas horizontais e os testes de fadiga na deriva vertical.

Quinze por cento do trabalho no F-35 Lightning II é realizado no Reino Unido e mais de 130 empresas britânicas contribuem para a cadeia de abastecimento.

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Lockheed coloca um caça F-35 exclusivo para testes adicionais dos novos capacetes com displays

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A Lockheed Martin vai realizar testes adicionais com os novos HMDs do caça F-35. (Foto: VSI)

Os dois sistemas de helmet-mounted displays (HMD), os capacetes com informações mostradas no visor, em fase de desenvolvimento para o caça F-35 Lightning II, passarão por testes de vôos adicionais num avião dedicado, visando superar os problemas técnicos remanescentes.

O executivo-adjunto do programa Joint Strike Fighter, Maj. Gen. Christopher Bogdan, disse durante a conferência realizada essa semana pela Associação da Força Aérea dos EUA que uma série de problemas com o HMD da VSI (Vision Systems International) ainda estavam sendo resolvidos.

Bogdan disse que os problemas com os HMDs fornecidos pela VSI – uma joint venture entre a Rockwell Collins e a Elbit Systems – incluem a falta de acuracidade, de latência, alinhamento e demora nas informações geradas.

Os problemas em curso fizeram com que a BAE Systems recebesse um contrato em outubro de 2011 para oferecer um sistema HMD ao programa para uso com óculos de visão noturna destacáveis.

Bogdan disse que o capacete alternativo foi introduzido a fim de atender às exigências do programa caso os HMDs da VSI não atendam as necessidades.

Agora, um avião dedicado foi colocado a disposição na Estação Naval de Patuxent River, por 60 a 90 dias, para testes de ambos os HMDs. Este irá conduzir uma revisão crítica do projeto e vai possivelmente selecionar um finalista.

“O problema que temos no momento é a falta de dados, de modo que precisamos aprender muito sobre o capacete [VSI] enquanto podemos. Isto incluirá voos noturnos, voando em condições climáticas adversas e atingir as correções para algumas destas questões”, disse Bogdan.

Ele observou que os testes também vão determinar se o sistema de óculos de visão noturna juntamente com o capacete com display no visor (NVG HMD) da BAE Systems, que inclui o display Q-SIGHT e o NVGs destacáveis, é um adequado plano reserva.

A Lockheed Martin já havia esboçado a sua própria solução para as questões HMD, incluindo “pequenos ajustes na tecnologia” para remediar os problemas de latência, a adição de micro-IMUs para estabilizar as imagens para o piloto e a integração de uma visão noturna, quase IR para as câmeras a serem montadas no nariz da aeronave.

Fonte: Shephard Media – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

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IMAGENS: Spitfire e F-35 juntos em Edwards

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Os caças Supermarine Spitfire Mk XIV, da CAF, e o F-35A Lightning II, da Força Aérea dos EUA, vistos na Base Aérea de Edwards, California, no dia 14 de setembro de 2012. (Foto: Matthew Short / U.S. Air Force)

A frota de caças furtivos Lockheed Martin F-35A Lightning II está passando atualmente por uma intensa avaliação na Base Aérea de Edwards, na California, e mesmo assim a equipe de testes, juntamente com com o pessoal do Reino Unido que está na base encontrou um tempo para comemorar a Batalha Noturna da Grã-Bretanha. Para isso, uma aeronave Spitfire da Segunda Guerra Mundial voou até Edwards e foi fotografada junto ao mais novo caça F-35A que será parte da Real Força Aérea Britânica (RAF).

As duas aeronaves estiveram reunidas como uma celebração pela Batalha Noturna da Grã-Bretanha. (Foto: Matthew Short / U.S. Air Force)

A aeronave Supermarine Spitfire Mk XIV (N749DP), restaurada pela parte da Ala Sul da Commemorative Air Force (CAF), sediada em Camarillo, California, permaneceu em Edwards durante o dia 14 de setembro para as fotos.

O Spitfire realizando uma passagem baixa sobre o F-35A na Base Aérea de Edwards. (Foto: Matthew Short / U.S. Air Force)

Um outro encontro semelhante ocorreu em dezembro do ano passado, quando um P-38 Lightning também esteve em Edwards para fotos junto com seu “irmão mais novo”.

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Israel negocia aumento no pedido de aeronaves C-130J Super Hercules

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Um dos atuais aviões de transporte C-130 “Karnaf” da Força Aérea de Israel realiza uma decolagem assistida por foguetes.

A força aérea israelense iniciou conversações com a Lockheed Martin sobre a possível compra de mais três aviões de transporte tático C-130J Super Hercules.

Um primeiro contrato foi assinado em 2010 e inclui três exemplares da versão mais recente do avião de transporte Hercules, mas a Força Aérea de Israel pediu uma proposta formal para dobrar o tamanho de sua futura frota. Israel deve receber seu primeiro C-130J em 2013.

As aeronaves de Israel serão modificadas para a futura instalação de alguns sistemas produzidos localmente, e terá uma configuração de cabine de três lugares, semelhante ao utilizado em alguns exemplares dos EUA que são utilizados nas operações de apoio envolvendo pessoal das forças especiais.

A força aérea israelense já opera com 18 aviões de transporte C-130E/H, com a frota sendo submetido a testes de fadiga com a ajuda da Lockheed nos últimos anos. Os aviões Hercules do modelo “E” serão desativados, enquanto o Hs receberão tratamento estrutural.

Fonte: Flightglobal – Tradução: Cavok

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IMAGEM: Caças F-35Bs atingem a marca de 100 surtidas na Base Aérea de Eglin

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O caça F-35B taxia na Base Aérea de Eglin após a conclusão da 100ª surtida da versão do JSF destinada ao fuzileiros navais norte americanos. (Foto: Maj. Karen Roganov / U.S. Air Force)

As aeronaves de decolagem curta e pouso vertical do JSF, os caças Lockheed Martin F-35B, completaram no dia 31 de agosto a 100ª surtida junto ao 501° Esquadrão de Caças de Ataque dos Fuzileiros (VMFAT), na Base Aérea de Eglin, Florida. As aeronaves F-35B Lightning II serão destinadas para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, e seis aeronaves estão a disposição em Eglin para o desenvolvimento operacional e treinamento das equipes de voo e de solo. O voo, pilotado pelo Maj. Tye Bachmann dos Fuzileiros Navais, ocorreu no primeiro dia após a passagem do furacão Isaac.

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Atrasos no F-35 faz Boeing promover mais seu Super Hornet

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Um caça F/A-18 Super Hornet com um esquema especial de cores para celebrar o Centenário de Aviação Naval dos EUA. (Foto: Erik Hildebrandt)

A Boeing renovou a sua campanha para vencer o caça Lockheed Martin F-35 e promover seus atuais caças F-18, com o presidente da Boeing Military Aircraft atacando o Joint Strike Fighter, enquanto observa os orçamentos de defesa diminuindo nos EUA e no exterior.

“O F-35 continua a atrasar e atrasar”, disse Christopher Chadwick a um grupo de repórteres na sede de defesa da Boeing em St. Louis. “Sim, o F-35 tem todo característica stealth, mas que é usada numa parte relativamente pequena do envelope de combate.”

Num sinal claro aos apoiadores do F-18 na Marinha dos EUA, Chadwick adicionou este farpa: “Como o F-35 continua tendo dificuldades técnicas e continua derrapando, eles precisam ter certeza que eles terão a capacidade correta para os homens e mulheres que vão enfrentar o perigo.”

Chadwick ofereceu a sua crítica do Joint Strike Fighter num contexto maior: “Há um reequilíbrio e estamos vendo o equilíbrio entre as necessidades sociais e de defesa.” E isso significa, muito simplesmente os orçamentos de defesa em declínio, tanto nos Estados Unidos como na Europa.

Um dos efeitos disso, especialmente enquanto os EUA se retira do Afeganistão, será um declínio no mercado de UAS (sistemas não-tripulados ou veículos pilotados por controle remoto, para os devotos da Força Aérea), disse Chadwick. Os analistas da Boeing já “estão prevendo uma redução de 20 por cento no mercado global de UAVs.”

Então, onde é que os cortes vão ocorrer? “Com o levantamento que você está vendo é o cliente que começa a definir onde eles realmente precisam de capacidades. Eles precisam dela no convés do porta-aviões”, disse ele, e eles vão precisar na extremidade baixa do mercado. Há também uma “necessidade não atendida” de helicópteros não tripulados.

Para atender a essas necessidades, Chadwick disse, a Boeing oferece sua versão do UCLASS (Unmanned Carrier Launched Airborne Surveillance and Strike System) um sistema de vigilância não tripulado lançado do porta-aviões, além do veículo não tripulado Little Bird e o A-160.

Outra razão para o declínio no mercado é o simples fato de que ninguém ainda descobriu como administrar as enormes quantidades de dados que já estão sendo coletados pela existente frota de UAVs (RPVs para as pessoas da Força Aérea), disse o chefe da Boeing Military Aircraft. “O que acontece é que os homens e as mulheres não estão voando, mas eles estão no processamento de dados no solo e ninguém decifrou o código de gerenciamento dos dados”, disse ele. E isso significa que os serviços não acham que eles precisam comprar mais plataformas de coleta de dados que não poderiam ser úteis para processar.

Em outras notícias, Chadwick ofereceu uma dica ampla de que a Boeing espera ser ser a principal integradora na frota de nova geração de bombardeiros da Força Aérea dos EUA, o programa de ataque de longo alcance (LRS). A maioria dos detalhes do programa são altamente secretos para o público, onde não se sabe muito sobre ele, além de declarações repetidas de características que provavelmente incluem uma capacidade não-tripulada ou opcionalmente tripulada e que teria de ser capaz de operar em ambientes anti-negação e anti-acesso, o que significa que precisaria de capacidades furtivas.

“Estamos pensando em ser um grande parceiro nisso”, disse ele inicialmente. Buscando mais informações, foi perguntado se a Boeing planeja para ser um participante no LSR e ele foi mais detalhado: “Nossa principal competência, o que nos diferencia … é que somos um construtor de plataforma e um integrador de plataforma.” Então parece que a Northrop Grumman terá um sério competidor.

Finalmente, Chadwick disse que um dos maiores efeitos dos cortes orçamentários obrigatórios seriam desencadeadas no dia 2 de janeiro pela Lei de Controle de Orçamento que já está sendo sentida.

“O que estamos vendo são os fornecedores de nível inferior começarem a se afastar do negócio de defesa por causa da incerteza do mercado e na investida no processo de aquisição e supervisão”. Perguntado sobre alguns exemplos ele disse que não tinha nenhum por perto, mas que ao saber de algum, irá avisar.

Chadwick acrescentou que a Boeing começou a planejar a recessão há dois anos e reduziu suas posições executivas em 18 por cento nos últimos três anos, seus gestores em 15 por cento e sua divisão, a Boeing Military Aircraft, caiu em números gerais cerca de 10 por cento.

Fonte: AOL Defence – Tradução: Cavok

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Comando de Combate Aéreo da USAF diz que análise nos F-22 continuam

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O Lockheed F-22 Raptor permanece atualmente como o único caça de quinta geração em operação. (Foto: U.S. Air Force)

Enquanto continua a investigação sobre as questões de privação de oxigênio que envolvem o caça F-22 Raptor, oficiais da Força Aérea continuam otimistas sobre o futuro do programa e na capacidade de operação do jato, disse o diretor de operações para o Comando de Combate Aéreo (ACC) da Força Aérea dos EUA durante um comitê dos serviços armados no congresso.

O major-general Charles W. Lyon disse que o Comando de Combate Aéreo convocou um grupo de trabalho em abril, consistindo de pilotos de F-22, engenheiros, médicos e profissionais de segurança da Força Aérea, da Marinha, da NASA, da Lockheed Martin e da Boeing.

“Nós integramos as descobertas, continuamos o processo de investigação e tiramos conclusões que não poderiam ter sido alcançadas sem o benefício dessa abordagem colaborativa”, disse ele.

Os anteriormente inexplicáveis incidentes fisiológicos com os F-22, disse Lyon, eram um resultado de uma combinação de fatores.

“A tendência ao longo do tempo eliminou sistema específicos de fatores relacionados aos componentes do sistema de fornecimento de oxigênio”, disse o general. “Fatores sistêmicos no sistema de apoio de vida, tais como o traje de pressão superior e as funcionalidades do filtro C2A1, foram identificadas e removidas e uma ação corretiva está a caminho.”

Os resultados também determinaram que os fatores humanos contribuiram para incidentes com dois F-22 em localidades diferentes.

“Nós comunicamos as conclusões e ações corretivas para a comunidade F-22”, disse ele. “A presente comunicação tem reduzido a ambiguidade e incerteza, enquanto aumentamos significativamente a confiança dos pilotos e equipes de solo dos F-22 com os sistemas de apoio a vida.”

Caças F-22 Raptor da Base Aérea de Holloman, Novo México, estão destacados na Base Aérea de Kadena, no Japão. (Foto: Airman 1st Class Michael Shoemaker / U.S. Air Force)

Embora a força-tarefa tenha descartado a possibilidade da qualidade de oxigênio como sendo a causa dos problemas anteriormente inexplicáveis, as recomendações incluem o desenvolvimento, teste e colocação em campo de uma válvula modificada para o traje superior de pressão usado pelos pilotos do F-22, usados para ajudar a controlar a respiração, disse Lyon.

“A tendência é possitiva num vetor nunca visto em anos”, disse Lyon. “A Força Aérea está empenhada em implementar estas mudanças para devolver o F-22 para as operações normais, … contribuindo significativamente para o interesse vital da nossa nação, proporcionando o domínio aéreo … para proteger e ativar a força militar conjunta dos EUA.”

O F-22, o mais caro caça de combate do mundo, está implantado no exterior para apoiar os objetivos geográficos dos comandantes do Comando Central dos EUA e nas áreas de operações do comando dos EUA no Pacífico, observou Lyon.

“Essa presença na linha de frente tranquiliza nossos aliados, melhora a interoperabilidade conjunta e coalizão e demonstra a nossa vontade para relacionamentos globais duradouros”, disse o general. “Simplesmente, a frota de F-22 combinada com as capacidades complementares de nossos parceiros conjuntos nos permite ‘chutar a porta’ e permitir operações conjuntas nos ambientes mais exigentes que existem agora e no futuro previsível”.

Fonte: Amaani Lyle / American Forces Press Service – Tradução: Cavok

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Unidade da reserva da USAF no Alasca torna-se totalmente operacional com o F-22 Raptor

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A unidade da reserva da USAF, o 477° Grupo de Caça, tornou-se totalmente operacional com o caça F-22 Raptor. (Foto: Corey Parrish / U.S. Air Force)

O 477° Grupo de Caça da Base Conjunta Elmendorf-Richardson, no Alasca, alcançou um marco de prontidão no dia 9 de setembro, quando o Coronel Bryan Radliff, comandante da unidade, anunciou que o grupo tinha conseguido atingir o estado de capacidade operacional total com o caça F-22 Raptor.

“A capacidade operacional total significa que estamos prontos e aptos a executar a nossa tarefa em tempo de guerra”, disse Radliff. “Com nossas combinadas fiscalizações da unidade concluídas com êxito, a nossa tripulação de forma suficiente pode atender nossas (código do tipo de unidade) tarefas, programas tais como o “Key Spouse” para apoiar nossas famílias, um comandante honorário para apoiar a nossa comunidade e as relações entre os membros, e eu tenho orgulho de declarar que o 477° Grupo de Caça está com a capacidade operacional total.”

O Col. Bryan Radliff, comandante do 477° Grupo de Caça, declara que a unidade está totalmente operacional durante uma cerimônia no dia 9 de setembro. (Foto: Tech. Sgt. Dana Rosso / U.S. Air Force)

O 477° Grupo de Caça foi reativado no Alasca em outubro de 2007, quando o grupo se tornou a primeira unidade do Comando da Reserva da Força Aérea com o F-22 Raptor e a única unidade de reserva da Força Aérea, no Alasca. Em setembro de 2008, a unidade juntamente com a 3ª Ala de Caça da ativa foram declaradas com a capacidade operacional inicial.

A herança do grupo pode ser rastreada até o 477° Grupo de Bombardeio, uma unidade dos Tuskegee que não tiveram a oportunidade de se tornar plenamente operacionais. O patch =do 477° Grupo de Bombardeiro também não foi reconhecido oficialmente pela Força Aérea, até julho deste ano, quando o ex-chefe do Estado-Maior da Força Aérea general Norton Schwartz simultaneamente reconheceu e aposentou o patch.

“Com a perspectiva histórica dos Tuskegee Airmen em mente, eu espero que vocês possam apreciar por reconhecimento que a capacidade totalmente operacional do 477° é um marco importante, não só para nós e para a nossa capacidade de servir a nação, mas para os Tuskegee Airmen quem tiveram negada a oportunidade”, disse Radliff. “Nós servimos com orgulho para honrá-los.”

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Mais problemas surgem no programa F-35 durante revisão do Pentágono

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Os caças F-35C iniciaram os testes de voo em formação na Estação Naval de Patuxent River, no início de setembro. (Foto: NAVAIR)

Líderes do Pentágono expressaram frustração sobre o ritmo de desenvolvimento do programa do jato de combate Lockheed Martin F-35 Joint Strike Fighter, avaliado em US$ 396 bilhões, numa revisão de alto nível apresentada nessa sexta-feira, de acordo com várias fontes familiares com o programa. As autoridades não aprovaram o plano abrangente para o teste operacional do programa F-35 como havia sido previsto.

O Conselho de Aquisição de Defesa do Pentágono ficou reunido por mais de quatro horas na noite de sexta-feira, numa reunião descrita por um participante como “muito dolorosa” dado os desafios contínuos enfrentados pela alta tecnologia do capacete do F-35, que é parte integrante de sistemas de armas da aeronave, e outros aspectos do enorme programa.

O Comandante do Corpo de Fuzileiros Navais, general James Amos disse numa entrevista no sábado que ele ainda não tinha sido informado sobre a reunião de sexta-feira, mas estava acompanhando de perto os trabalhos em andamento no capacete, desde que a sua conclusão é necessária para breve, para permitir que o corpo de fuzileiros possa se tornar o primeiro serviço a utilizar os novos jatos de forma operacional.

“O capacete é uma peça fundamental que precisa ser resolvido”, disse Amos, observando que os fuzileiros navais precisam urgente da aeronave de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) para substituir seus antigos caças, que incluem os modelos mais antigos dos F/A-18 Hornets.

O Corpo de Fuzileiros Navais inicialmente esperava começar a utilizar os novos caças F-35B ainda este ano, mas uma série de reestruturações do programa empurrou a data por vários anos.

Se o programa de desenvolvimento do capacete, sendo desenvolvido pela Vision Systems International (VSI), uma joint venture entre a Elbit Imaging de Israel e a Rockwell Collins, for bem sucedido, este será o mais avançado capacete já construído.

Os testes com os caças F-35A continuam na Base Aérea de Edwards, e também nas operações de treinamento na Base Aérea de Eglin. (Foto: Lockheed Martin)

Acredita-se que ele possa deixar os pilotos ver os dados de todos os sensores do F-35, de forma efetiva permitindo que o piloto possa olhar através do chão do avião e tudo ao seu redor. Mas o projeto está sendo executado com problemas na visão noturna, atrasos na apresentação dos dados, travamento sob certas condições, e mais recentemente, um brilho verde nas bordas da viseira e problemas com alinhamento.

A Lockheed Martin trouxe uma contratante alternativa, a BAE Systems, para trabalhar num capacete substituto, no caso do capacete da VSI não cumprir seus prazos. O atual gerente do programa F-35 junto a Marinha, o Almirante David Venlet, se reúne com funcionários da BAE Systems durante uma viagem à Grã-Bretanha e à Itália esta semana.

A Lockheed disse que o trabalho paralelo no capacete da BAE é de menor risco e poderia garantir que uma opção utilizável esteja disponível em 2014.

A Lockheed também está fornecendo um jato F-35 para permitir os testes dedicado do capacete nas próximas semanas, disseram as fontes.

Os funcionários da Lockheed, que não estavam na reunião do Pentágono, disseram na segunda-feira que os desafios tecnológicos enfrentados pelo programa estavam sendo abordados, e o programa estava fazendo um bom progresso.

“Esses tipos de desafios são normais num programa em desenvolvimento”, disse Steve O’Bryan, vice-presidente de desenvolvimento de negócios do F-35 na Lockheed Martin.

Ele disse que 87 por cento do software do F-35 já estava em uso nos caças F-35 que estavam voando, e 9,1 milhões dos 9,4 milhões de linhas de código necessárias para o jato estavam concluídas.

Integrantes da revisão do programa também discutiram os altos custos de manutenção e operação da aeronave, atrasos no desenvolvimento de software e os problemas contínuos com um sistema interno da Lockheed destinado a controlar o custo do programa F-35, disseram as fontes, que não foram autorizadas a falar publicamente.

Testes de vôo

As fontes disseram que os testes de voo do F-35 estavam indo bem, e os voos de formação inicial estavam ocorrendo na Base Aérea de Eglin, mas autoridades do Pentágono estão cada vez mais frustradas que as questões de tecnologia estão tomando muito tempo para resolver.

“Mais progresso é necessário na atividade do complexo desenvolvimento”, disse uma das fontes. “Existe frustração que isso não está acontecendo rápido o suficiente.”

A versão de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) F-35B está passando por testes na Estação Naval de Patuxent River e também em Edwards. (Foto: Lockheed Martin)

A Lockheed está desenvolvendo e fabricando três variantes do novo caça F-35 para a Força Aérea, Marinha e Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e para oito países estrangeiros que estão ajudando a financiar o seu desenvolvimento – Grã-Bretanha, Austrália, Canadá, Noruega, Dinamarca, Itália, Holanda e Turquia.

Funcionários da Lockheed diseram que o programa está fazendo progressos, mas os legisladores, como o Pentágono, não estão convencidos.

O diretor de testes e avaliação do Pentágono insiste que são necessários mais ensaios antes da Força Aérea e os Fuzileiros Navais iniciarem o treinamento dos pilotos.

A porta-voz do Pentágono Cheryl Irwin não quis comentar sobre a reunião a portas fechadas, exceto para dizer que foi destinada a fornecer uma atualização de status e não decisões importantes que foram feitas.

O Escritório Conjunto do Programa F-35 no Pentágono também não quis comentar, mas disse que as autoridades estavam mantendo uma estreita vigilância sobre o programa.

“Todas as questões técnicas são conhecidas e as soluções de engenharia estão sendo trabalhadas ou sendo desenvolvidas para fornecer o F-35 para o combatente”, disse Joe DellaVedova, porta-voz do programa.

Amos, do Corpo de Fuzileiros Navais, disse que o programa F-35 estava fazendo progresso, e ele não esperava grandes problemas novos, como as rachaduras do anteparo que haviam surgido nos últimos anos.

A Agência de Gestão de Contratos de Defesa do Pentágono também deu uma atualização sobre seu trabalho de monitoramento do sistema de Gestão de Valor Agregado da Lockheed, depois de anunciar em junho que iria reter cinco por cento do preço do quinto lote de aviões de produção, devido a deficiências contínuas com o sistema.

“Não estamos felizes que eles não estão certificados. No entanto, os dados que eles fornecem ainda são úteis para monitorar o desempenho do programa”, disse DellaVedova.

Fonte: Reuters – Tradução: Cavok

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Romney quer adquirir mais caças F-22

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Dois caças F-22 Raptor da Base Aérea de Tyndall, Florida, se aproximam de um KC-135 para reabastecimento em voo no dia 21 de agosto de 2012. (Foto: Airman 1st Class Kenneth W. Norman / U.S. Air Force)

O candidato presidencial norte americano do partido republicano, Mitt Romney, disse nesse sábado que pretende comprar mais caças F-22 Raptors, como parte de seu plano para reverter muitos dos cortes planejados na defesa feitos pela administração Obama.

Romney disse numa estação de televisão de Virginia Beach, na Virginia, que ele não incluiria os militares nos cortes de gastos que ele está propondo para reduzir o déficit dos EUA.

“Em vez de completarmos nove navios por ano, eu mudaria para até 15. Eu também adicionaria mais caças F-22 para a frota da Força Aérea. E eu gostaria de acrescentar cerca de 100.000 pessoas no serviço ativo para nossa equipe militar”, disse Romney na entrevista. “Eu acho que a idéia de diminuir nossos militares para tentar chegar mais perto do equilíbrio do nosso orçamento é o lugar errado para se olhar.”

Ele repetiu seu plano para aumentar a construção de navios de nove para 15 navios por ano e adicionar 100 mil soldados da ativa para força final dos militares. No entanto, esta é a primeira vez que ele mencionou quaisquer planos de compra de mais caças F-22.

A produção do caça F-22 Raptor foi famosamente terminada pelo ex-secretário de Defesa, Robert Gates, após a Força Aérea dos EUA ter insistido para que os EUA comprasse mais caças de quinta geração. Os líderes da Força Aérea dos EUA queriam comprar 243 caças F-22, mas Gates suspendeu a produção em 187. Originalmente, a Força Aérea dos EUA pretendia comprar mais de 750 Raptors.

O último caça F-22 Raptor “10-4195”, o 195° a sair da linha de produção da Lockheed Martin em Marietta, Georgia, e ser entregue para Força Aérea dos EUA. (Foto: Lockheed Martin)

O último caça F-22 Raptor saiu da linha de produção em 2011. O programa Raptor, desde então está sob avaliação depois de uma série de pilotos sofrerem sintomas de hipóxia e dificuldades para respirar durante o vôo. Oficiais da Força Aérea afirmam ter encontrado a causa, mas tem repetidamente mantido os caças F-22 no solo nos dois últimos anos, e continua impondo restrições de vôo.

Os líderes da Força Aérea insistem na fabricação de mais caças F-22 para adição à frota, porque advertem que uma frota de 187 Raptors seria insuficiente para derrotar um inimigo com uma força superior a linha aérea como a China. O ex-Chefe da Força Aérea dos EUA, general Norton Schwartz, e o General Michael “Buzz” Moseley argumentaram que os custos de re-abertura da linha de produção seria muito caro para construir uma frota se o Congresso mudar de idéia e queira mais caças F-22.

Se Romney vencer e seguir através de seu plano de compra de mais caças F-22, custaria pelo menos US$ 900 milhões para reabrir a linha de produção do F-22, de acordo com Loren Thompson, consultor da Lockheed Martin e de outras empresas de defesa.

Em 2010, o Japão discutiu a compra de 40 caças F-22 da Lockheed Martin, fabricante do F-22. Funcionários da Lockheed, então, disseram aos líderes japoneses que custaria US$ 900 milhões para reabrir a linha de produção. Thompson disse que o custo certamente aumentaria quando fosse considerar que dois anos se passaram e a linha de produção ainda estava “semi-ativa”.

Reabrir a linha de produção em Marietta, Georgia, levaria pelo menos dois anos, disse Thompson. A Lockheed precisaria de um tempo para reativar as redes de fornecedores e para retreinamento dos empregados.

“Em uma corrida, você poderia fazer isso em cerca de dois anos, assumindo que todos os outros trabalhadores não estivessem em outros projetos como o F-35”, disse Thompson.

Ele não espera que os problemas com o sistema de oxigênio F-22 possam frear os planos da administração Romney de comprar mais jatos F-22.

“Não seria um problema”, disse Thompson. “Se ainda há problemas com o sistema de oxigênio, eles poderiam simplesmente mudar para outro fornecedor, como a Cobham.”

Há também dúvidas sobre se mais compras de F-22 afetaria o cronograma de aquisição para o F-35. O Departamento de Defesa planeja comprar 2.443 caças F-35 Joint Strike Fighters, também da Lockheed.

Fonte: DoD Buzz – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

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IMAGEM: Caça F-35A em voos transônicos

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O caça Lockheed Martin F-35A Lightning II “AF-01” durante testes em velocidades transônicas no dia 16 de agosto de 2012. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)

O caça F-35A “AF-01” realizou testes de voo em velocidades transônicas com as portas abertas dos compartimentos internos de armas. No teste realizado no dia 16 de agosto, o caça F-35A estava com um piloto da USAF, o tenente-coronel Peter Vitt, nos comandos.

O vôo de número 233 da Força de Testes Integrados F-35 partiu da Base Aérea de Edwards, na Califórnia.

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USAF inicia Avaliação de Utilidade Operacional do caça F-35A em Eglin

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Um caça Lockheed Martin F-35A Lightning II chega de uma missão na Base Aérea de Eglin, Florida. (Foto: Samuel King Jr. / U.S. Air Force)

Oficiais da Força Aérea começam a sua Avaliação de Utilidade Operacional (OUE) nos caças F-35A Lightning II no dia 10 de setembro, um passo fundamental para o começo do treinamento de pilotos e de equipes de manuteção do Joint Strike Fighter para o serviço.

Dois pilotos da 33ª Ala de Caça na Base Aérea de Eglin, na Flórida, juntamente com dois pilotos de testes da Força Aérea, irão conduzir a avaliação prevista para durar cerca de 65 dias.

“O início da OUE é outro grande marco para a Força Aérea e do programa como um todo”, disse o coronel Andrew Toth, comandante da 33rd Fighter Wing. “Nós estamos preparando para este evento desde a chegada do nosso primeiro avião em julho do ano passado. Até agora, os homens e mulheres da 33FW provaram que podem executar com sucesso as operações de voo com segurança e eficácia, além da formação acadêmica.”

Desde a Liberação de Voos Militares em fevereiro, pela equipe de Sistema Aeronáuticos da Força Aérea, 11 experientes pilotos de caça verificaram as operações básicas do F-35A para que eles possam estar preparados para serem o primeiro quadro de militares para o caça de quinta geração.

O Major John Wilson e o Major Matthew Johnston, os pilotos da 33 FW que estão passando pela avaliação, está prontos para entrar num processo rigoroso, onde os dados serão coletados de todas as etapas da formação JSF – manutenção, sala de aula, simulador e vôos.

Um caça F-35A Lightning II é rebocado para dentro do hangar do 58° Esquadrão de Caça na Base Aérea de Eglin como precaução para passagem do furacão Isaac no dia 27 de agosto. (Foto: Samuel King Jr. / U.S. Air Force)

“Embora um progresso significativo tenha sido feito nas operações locais na área de Eglin, seria sem precedentes certificar-se o F-35 para o treinamento sem a realização de uma avaliação independente de eficácia e adequação para a missão”, disse o secretário da Força Aérea Michael Donley. “A Força Aérea está totalmente comprometida com o desenvolvimento seguro e deliberado do F-35 e da consideração cuidadosa de risco à medida que continuamos a amadurecer o F-35 em direção a capacidade operacional inicial”.

Os líderes da 33 FW estão confiantes de sua equipe de militares, da marinha, dos fuzileiros, de parceiros contratados e de civis que estão prontos para o próximo marco da nação no próximo meio século de domínio do poder aéreo.

“Estamos prontos para que o Centro de Avaliação e Teste Operacional da Força Aérea (AFOTEC) possa nos dar um olhar externo sobre a maneira como conduzimos a nossa missão”, disse Toth. “Na conclusão da avaliação nós devemos receber a aprovação do Comando de Treinamento e Eduação Aérea (AETC), que afirma que estamos pronto para o treinamento.”

Este marco para a Força Aérea vai ser um precursor para treinamentos de outros serviços e de aliados. A ala é responsável pelo treinamento de pilotos e de equipes de manutenção dos F-35. Inicialmente, 59 aviões e três esquadrões de vôo, um para cada serviço/variante de aeronaves, será estabelecido em Eglin.

A 33 FW voou mais de 200 missões de JSF, nas variantes A e B, aumentando a familiaridade do piloto e dos mantenedores com a aeronave, exercendo uma infra-estrutura logística e continuando a desenvolver a maturidade da aeronave. Estes iniciais voos de F-35A foram limitados, roteirizados e conduzidos dentro das restrições e estipulações feitas revisão de fevereiro.

Agora que a liberação foi atualizada para OUE, é necessário que o Escritório Conjunto do Programa e as opiniões formais de prontidão do AFOTEC sejam concluídas e as métricas e revisões de segurança do AETC totalmente apoiem a prontidão da Força Aérea para execução da OUE de forma segura e eficaz, disseram os oficiais do serviço.

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Aniversário de 15 anos do primeiro voo do caça F-22 Raptor

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O primeiro voo do caça F-22 Raptor no dia 7 de setembro de 1997. (Foto: Tom Reynolds / Lockheed Martin)

Há exatos 15 anos ocorria o primeiro voo do avião que se tornaria o primeiro caça operacional de quinta geração, o furtivo Lockheed Martin F-22 Raptor. O voo ocorreu no dia 7 de setembro de 1997, num domingo, quando o piloto de teste chefe Paul Metz decolou da Base Aérea da Reserva de Dobbins, em Marietta, Geórgia, às 10:18 da manhã, numa velocidade de 140 nós em potência militar. Veja a seguir o vídeo do primeiro voo.

A aeronave alcançou uma altitude de 15.000 pés em menos de três minutos, e foi colocado através de uma série de testes de transições de potências do motor e de características de manuseio. Metz, em seguida subiu para 20 mil pés e recolheu o trem de pouso.

Somente 197 caças F-22 foram fabricados, e somente a Força Aérea dos EUA possui em operação o Raptor. (Foto: Lockheed Martin)

Durante o voo, o caça F-22 foi acompanhado por um caça F-16D de segurança, com o piloto de testes da Lockheed Martin Jon Beesley a bordo. Metz pousou em Dobbins após um voo de 58 minutos.

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Omã oficialmente aceita a sua primeira aeronave C-130J Super Hercules

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Na foto durante a entrega da primeira aeronave C-130J de Omã, da esquerda para a direita, estão o coronel John Drohan, Comandante da Agência de Gestão de Contratos de Defesa da Força Aérea dos EUA em Marietta; Comandante Suleiman Al-Brashdy, oficial do governo de Omã, e George Shultz, vice-presidente e gerente geral dos programas C-130 na Lockheed Martin. (Foto: Damien A. Guarnieri / Lockheed Martin)

O primeiro C-130J Super Hercules para o Sultanato de Omã foi formalmente aceito em cerimônia realizada no dia 30 de agosto, nas instalações da Lockheed Martin, em Marietta, Georgia. Este é o primeiro de três C-130Js encomendados por Omã e está previsto para entrega no final deste ano, visando substituir a atual frota de três aviões C-130H adquiridas na década de 1980.

O novo C-130J será utilizado para apoiar as operações internas do país, onde a sua capacidade de operar em locais com pistas de pouso remotas semi-preparadas será inestimável. A aeronave havia realizado seu primeiro voo no dia 8 de agosto.

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IMAGEM: Voa o primeiro C-130J Super Hercules da Força Aérea do Iraque

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O primeiro C-130J Super Hercules da Força Aérea do Iraque durante a realização de um voo de teste em Marietta, Georgia. (Foto: Lockheed Martin)

Enquanto os primeiros pilotos iraquianos começama treinar nos caças F-16, o primeiro dos seis novos aviões de transporte C-130J Super Hercules para a Força Aérea do Iraque recentemente completou seu primeiro voo na unidade da Lockheed Martin em Marietta, Geórgia. O primeiro C-130J para o Iraque está previsto para entrega no final deste ano.

A Força Aérea do Iraque pretende usar os novos C-130J para as tarefas de apoio as tropas intra-teatro e nas suas operações de ajuda humanitária em vários locais.

Essas novas aeronaves de transporte irão fornecer ao Iraque uma capacidade de operar de forma transparente com os EUA, com a OTAN e com as forças da coalizão.

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Caça F-35B completa primeiros testes de acionamento do motor em voo

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O caça F-35B “BF-02” realizou os primeiros acionamentos do motor em voo, durante testes realizados na Base Aérea de Edwards, no dia 15 de agosto. (Foto: Lockheed Martin)

A equipe integrada de testes F-35 anunciou a realização de um importante teste no dia 4 de setembro, um pré-requisito para o desempenho em vôo da variante de decolagem curta e pouso vertical do F-35 Lightning II Joint Strike Fighter. A aeronave F-35B “BF-02” completou os primeiros acionamentos em voo do motor, que testam a capacidade do sistema de propulsão do F-35 de ser reiniciado durante o vôo.

A verificação da capacidade de reinicialização do sistema de propulsão é parte do programa inicial de testes de vôo para o F-35 e um pré-requisito para o teste de grande ângulo de ataque, previsto para começar no próximo ano.

“Os testes de grande alfa, ou de grande ângulo de ataque, são importantes para nós avaliarmos completamente as características de manuseio da aeronave e sua capacidade bélica”, disse o piloto de testes dos Fuzileiros Navais dos EUA, o tenente-coronel Matthew Kelly. “Maximizar o desempenho do avião em torno dos limites muito lentos do envelope de vôo é provavelmente um dos testes mais desafiadores que iremos realizar. Depois de passar por isso, vamos saber muito mais sobre como esta aeronave voará durante o combate dentro do alcance visual.”

Usando vários métodos de reinicialização durante os testes, o BF-2 completou toda série de 27 partidas aéreas com sucesso em várias altitudes no dia 15 de agosto.

Para executar os testes de acionamento em voo, a Equipe Integrada de Testes F-35 da Estação Naval de Patuxent River levou o caça F-35B “BF-2” e uma aeronave chase F/A-18 do Esquadrão de Avaliação e Teste em Voo (VX) 23 para a unidades de testes do F-35A na Base Aérea de Edwards, California.

A aeronave F-35A realizou os mesmos testes em Edwards, e finalizou essa etapa de testes no dia 30 de agosto. (Foto: Lockheed Martin)

“Em Edwards, temos uma série de testes únicos, que proporcionam condições ideais e controladas para concluir os testes de acionamento em voo. A área de testes de Edwards é composta de 20.000 milhas quadradas de espaço aéreo, e tem 65 milhas lineares de área de pouso utilizável nos lagos secos de Rogers e Rosamond, caso necessários durante uma falha no acionamento do motor”, disse o tenente-coronel George N. Schwartz, comandante do 461° Esquadrão de Testes de Voo e diretor da unidade do governo. “Além disso, nós recentemente completamos os testes de acionamento em voo no F-35A, e por isso somos capazes de compartilhar alguns de nossos conhecimentos também com a equipe de Pax.”

O núcleo do sistema de propulsão do F-35B é o motor F135, capaz de mais de 40.000 libras de empuxo.

“O F135 continua a alimentar um programa de teste de vôo bem-sucedido”, disse Roy Hauck, líder local da Pratt & Whitney para a equipe F-35 em Patuxent River. “A aeronave e seus sistemas integrados demonstraram um apagamento do motor intencional e cenários de recuperação com sucesso durante os testes de vôo de acionamento aéreo, e o BF-2 e a equipe realizaram um grande trabalho.”

Uma equipe de aproximadamente 60 pessoas da Força Integrada de Testes e do esquadrão VX-23 forneceram engenharia e requisitos de manutenção para os eventos.

O destacamento para Edwards, desde a Estação Naval de Patuxent River, ocorreu após uma movimentada programação de testes de vôo na metade do ano.

“Nos últimos dois meses, enviamos destacamentos para Edwards e Lakehurst [New Jersey], e mantivemos uma agenda de testes durante todo tempo em Patuxent River”, disse o capitão da Marinha Erik Etz, diretor de teste para as variantes navais do F-35 em Patuxent River. “A equipe de funcionários públicos, militares e da indústria se reuniram para fazer todos os eventos acontecerem, e eles podem se orgulhar de suas realizações.”

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Turquia está próxima de adquirir mais dois caças F-35

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A Turquia está próxima da decisão para adquirir mais dois caças F-35 da Lockheed. (Foto: U.S. Air Force)

A Turquia provavelmente vai pedir um segundo par de caças de quinta geração Lockheed Martin F-35 Lightning II, assim como fez no início deste ano após dar a aprovação para produção dos dois primeiros, disse um oficial de aquisição sênior neste fim de semana.

Liderado pela empresa norte-americana Lockheed Martin, o consórcio F-35 também inclui empresas da Turquia, Reino Unido, Itália, Holanda, Austrália, Canadá, Noruega e Dinamarca que contribuem para a produção do avião. Este ano, o Japão e Israel entraram na lista de países que procuram adquirir o F-35.

Para ser capaz de iniciar a entrega dos caças JSF no ano de 2015, a Turquia teve que especificar um cenário de compra do primeiro lote, na sua primeira Comissão Executiva de Indústria de Defesa no dia 05 de janeiro de 2012. Apesar de uma previsão de compra inicial de seis caças, a Turquia inicialmente encomendou apenas duas aeronaves.

“Espera-se que saia a decisão de compra de mais dois, como foi o caso antes da reunião do dia 5 de janeiro. Mas o comitê precisa confirmar este número na sua próxima reunião”, disse o oficial sênior de aquisição.

Os membros da comissão incluem o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, o ministro da Defesa I-?smet Y?lmaz, o Chefe do Estado Maior Geral, o general Necdet Özel e o chefe de aquisições da Turquia Murad Bayar.

Em 2006, os Estados Unidos advertiram que a concorrência excessiva na produção e testes do F-35 pode resultar em caros processos de refabricação para as várias centenas de aeronaves planejadas para ser produzidas antes da conclusão dos testes, elevando o preço unitário de mais de US$ 150 milhões.

“Estamos planejando usar investimentos do nosso Fundo de Apoio da Indústria de Defesa para as quatro primeiras aeronaves. Dois estão definidos para entrega em 2015, e outros dois em 2016”, disse o oficial de aquisição. “Mais tarde, vamos estar esperando a criação de um fundo especial para financiar o resto do programa.”

A Turquia deve eventualmente comprar cerca de 100 caças F-35, embora o número possa subir para 120. As Turkish Aerospace Industries, ou TAI, e várias outras empresas turcas conseguiram contratos para produzir mais de US$ 5 bilhões de componentes da aeronave.

Mais barato do que outras opções

Apesar do preço enorme, o F-35 é considerado uma opção mais barata do que as outras soluções contemporâneas.

Depois de 2020, a Turquia também está planejando projetar, desenvolver e produzir um outro avião de combate para fechar as deficiências do JSF, seja por conta própria ou através de outra nação, provavelmente a Coreia do Sul.

Fonte: Hurriyet Daily News – Tradução: Cavok

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USAF detalha novo programa de extensão de vida dos seus caças F-16

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A Força Aérea dos EUA pretende estender a vida útil dos seus caças F-16 por 15 anos. (Foto: Staff Sgt. Eric Harris / U.S. Air Force)

A Força Aérea dos EUA espera atualizar cerca de 300 caças Lockheed Martin F-16C/Ds como uma medida paliativa até que o caça Lockheed F-35 Joint Strike Fighter entre em operação.

As aeronaves F-16 Block 40, 42, 50 e 52, que foram retirados da frota da USAF, passarão por um programa estrutural de extensão da vida operacional (SLEP – Service Life Extension Programme) e uma extensão programada da suíte de aviônicos de combate (CAPES – Combat Avionics Programmed Extension Suite). As modificações irão impulsionar fortemente as capacidades do venerável avião de combate.

Caças F-16 dos EUA vão receber um pacote de aviônicos e sistemas para melhorar a capacidade futura de combate. (Foto: U.S. Air Force)

“Elas fornecem uma capacidade muito significativa para a plataforma F-16, que coloca o caça no mesmo nível, eu acredito que, com algumas das outras plataformas que têm AESA [radares com matriz de varrredura eletrônica ativa] hoje”, disse o coronel Mark Mol, gerente de programa F-16 junto ao Gabinete do Programa de Sistemas da USAF, na Base Aérea de Hill, Utah.

O programa CAPES envolve modificações de hardware e de software, disse Mol. O F-16 vai receber um novo radar AESA, um novo sistema de guerra eletrônica Terma ALQ-213, um sistema integrado de transmissão (IBS) e um center display unit (CDU). Haverá também um novo programa de vôo operacional para integrar os novos sistemas com os existentes aviônicos da aeronave. O software será um dos maiores desafios, disse Mol.

A USAF vai comprar 300 novos radares AESA como parte da atualização, mas o serviço ainda não determinou se vai comprar o Northrop Grumman Scalable Agile Beam Radar ou o Raytheon Advanced Combat Radar. A USAF vai realizar uma competição num futuro próximo para selecionar qual fornecedor vai fornecer o radar, disse Mol.

Cerca de 300 caças F-16C/D devem receber novos radares e sistemas de guerra eletrônica. (Foto: U.S. Air Force)

A adição de uma suíte de guerra eletrônica automatizada ALQ-213 deve reduzir a carga de trabalho dos pilotos. O sistema não necessariamente aumenta a capacidade do hardware do jato, mas ele oferece uma interface homem-máquina muito maior. “É uma melhoria de desempenho no sentido de que esta prevê a automação de computador e do sistema de controle,” disse Mol. “É mais sensível a ameaças.”

A IBS apresenta um nível de fusão de informação para a cabine do F-16. O sistema de coleta e intercala dados externos através de links de dados, tais como o Link-16 com a informação de sensores próprios do jato, como o radar e, em seguida, apresenta a foto numa exposição única e coerente. Ela vai aumentar o detalhe em que as ameaças podem ser examinados e que também irá exibir a disposição das forças amigas. “É preciso uma série de sensores e oferece serviços integrados de consciência situacional”, disse Mol. “Essa informação também será exibida na CDU.”

A adição da CDU permitirá aos pilotos explorar melhor a suíte do novo sensor do F-16. A nova tela de alta resolução pode exibir mapas de radar de abertura sintética, dados do IBS, vídeo do pod designador de alvos e outros dados armazenados, disse Mol. Também será qualificado como uma referência primária de vôo, o que permitirá que a USAF possa eliminar alguns dos mais antigos medidores mecânicos do F-16. A CDU já está voando em vários caças F-16 atualmente em serviço com a Guarda Aérea Nacional, acrescenta Mol.

Os caças F-16C/D da USAF ficarão com capacidades semelhantes a caças mais modernos com a adição de um pacote de aviônicos. (Foto: Master Sgt. Kevin J. Gruenwald / U.S. Air Force)

O F-16 foi projetado com uma vida estrutural de 8.000 horas. O SLEP deve aumentar para entre 10.000 e 12.000 horas. A USAF e a Lockheed estão passando um F-16 por um “teste de durabilidade em grande escala”, com uma aeronaves instrumentada numa estrutura de testes para determinar exatamente o quanto a vida pode ser extraída do jato. As modificações SLEP será desenhadas com base nos resultados destes testes, disse Mol. Mas nem todos os aviões terão modificações estruturais. “Podemos não precisar adicionar o SLEP em todas as aeronaves, basta voar o restante da vida com elas”, disse Mol.

A USAF escolheu a Lockheed para ser a contratante principal para a atualização do F-16. Embora a empresa esteja trabalhando atualmente num contrato de estudos, o serviço pretende conceder a Lockheed um único contrato de integração de fonte privilegiada num futuro próximo, disse Mol. “A estratégia de aquisição para o contrato de única fonte já foi determinado.”

A ideia da USAF é manter os F-16 operacionais até a entrada em operação de uma grande quantidade de caças F-35. (Foto: Lockheed Martin)

Os primeiros kits estão programadas para serem adquiridos no ano fiscal de 2017, com instalações a partir do ano fiscal de 2018. Mas antes da USAF começar a readaptação de seus caças F-16, os novos upgrades terão que passar por testes de desenvolvimento e operacionais. O kit vai entrar no campo de testes num laboratório de integração de software num momento entre 2014 a 2015. Se isso for bem sucedido, as atualizações entrarão em testes de vôo de desenvolvimento em 2016 e entrarão em produção um ano depois.

O programa de extensão de vido do F-16 é projetado para preencher um espaço até que a USAF possa adquirir suficientes caças F-35 stealth. “Nós estimamos que uma possamos ampliar em 15 anos a viabilidade da plataforma F-16”, disse Mol.

Fonte: Flight Global – Tradução: Cavok

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