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Índia pretende adquirir 126 aeronaves de combate em 2010, e compra 150 Su-30MKI

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Concepção artística do caça Lockheed F-16IN Super Falcon Block 52+ oferecido para Força Aérea da Índia no programa MMRCA

A Força Aérea da Índia deverá adquirir 126 aeronaves médias de combate multimissão (MMRCA) no ano de 2010, como parte do programa de modernização com o intuito de prevenir ameaças dos países que fazem fronteira no leste e oeste do país. Além disso grande dos caças MiG-21 Bison do país estão chegando no final da vida útil e terão que ser modernizados ou retirados de serviço.

A Força Aérea da Índia começará o processo de assinatura dos contratos de aquisição dos MMRCA em abril de 2010, após a finalização dos voos de testes, os quais já estão em andamento. O início do programa de modernização com o envio dos pedidos de propostas aos fornecedores foi em agosto de 2007. Segundo especialistas, esse será o maior contrato de aquisição de aeronaves militares desde 199o.

As empresas Boeing (F/A-18 Super Hornet), Lockheed Martin (F-16IN Super Falcon), Dassault (Rafale), Saab (Gripen NG), MiG (MiG-35 Fulcrum F) e EADS (Eurofighter Typhoon) estão aguardando vencer esse contrato multibilionário de venda de aeronaves, as quais posteriormente deverão se juntar as aeronaves da Força Aérea da Índia até 2013. Estima-se que o valor da venda chegue a US$10 bilhões.

Além das 126 aeronaves, existem a opção de outras 74 aeronaves adicionais.

Índia adquire de imediato 150 caças Sukhoi Su-30MKI

Sukhoi Su-30MKI da Força Aérea da Índia

Após a aquisição de 40 caças Su-30MKI no início de dezembro, conforme divulgado aqui no Cavok, como parte da modernização, a Força Aérea da Índia solicitou outros 150 caças Sukhoi Su-30 e 80 helicópteros médios de transporte Mil Mi-17-1V para as bases no norte e no leste do país.

A Força Aérea da Índia, a qual possui 98 caças Sukhoi Su-30MKI desde 1996, possui planos de adquirir mais 230 unidades dessa aeronave até 2015.

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Governo da Índia cancela contrato para compra de seis Airbus A330 MRTT de reabastecimento aéreo

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Concepção artística do Airbus A330 MRTT da Força Aérea da Índia

O site indiano DNA informa que o governo da Índia cancelou o contrato de US$ 1,5 bilhão para aquisição de seis Airbus A330 MRTT de reabastecimento aéreo que seriam destinados para Força Aérea da Índia (IAF), e que havia sido assinado em maio de 2009. Agora deverão adquirir mais aeronaves russas Il-78.

Concepção artística do A330 MRTT reabastecendo dois caças Sukhois Su-30 da Índia

O relatório informa que o contrato foi cancelado após o ministério ter citado uma cláusula na legislação da Índia onde o contrato de menor preço deveria ser o solicitado – no momento da assinatura do contrato, pensa-se que a proposta da rival russa com a aeronave Il-78 Midas devesse ser mais barata, mas a Airbus oferecia uma aeronave “tecnologicamente superior.”

A Força Aérea da Índia opera com seis reabastecedores Il-78MKI ‘Midas’ adquiridos em 2003, que operam com o Esquadrão 78 baseado na Estação da Força Aérea de Agra, mas está procurando modernizar sua frota e selecionou o Airbus A330 pois “a plataforma russa não atende certos requerimentos,” de acordo com o Marechal Fali Homi Major, no dia 26 de maio, no momento da seleção. “Após a desintegração da União Soviética, a Rússia mudou sua forma de efetuar negócios com artigos de defesa – agora somos confrontados com problemas relativos a peças sobressalentes, suporte pós venda e atrasos na fabricação na estrutura, centralizada em suas corporações militares.”

Aeronave Il-78 'Midas' reabastece dos caças Su-30MKI, da Força Aérea da Índia

Uma nova competição para adquirir um novo reabastecedor poderia levar anos para ser completada, mas a Força Aérea da Índia poderá ser forçada a comprar mais aeronaves Il-78  por insistência do Ministério da Fazenda.

Fonte: DNAIndia.com – Tradução: Cavok

Mais uma unidade do Exército dos EUA começa a operar com helicópteros Boeing CH-47F Chinook

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Boeing CH-47F Chinook do U.S. Army (Foto: Jim Garbee)

A Boeing anunciou hoje que uma quinta unidade do Exército dos Estados Unidos (U.S. Army) operará com a mais recente versão dos helicópteros CH-47F Chinook. O 6º Batalhão, da 101ª Brigada de Aviação de Combate, baseada em Fort Campbell, Kentucky, completou todos treinamentos exigidos e oficialmente assumiu as operações de 12 helicópteros CH-47F Chinook no dia 8 de dezembro de 2009.

O U.S. Army certificou os helicópteros CH-47F como prontos para combate em 2007. As primeiras quatro unidades equipadas com as novas versões do Chinook foram deslocadas para apoiar as operações Enduring Freedom e Iraqi Freedom, e as aeronaves continuam a demonstrar suas habilidades no exército norte americano.

Os helicópteros CH-47F, construídos na unidade de Sistemas de Aeronaves Rotoras da Boeing, em Ridley Township, apresentaram novos recursos como uma fuselagem aperfeiçoada, um sistema de aviônicos da Rockwell Collins (CAAS) e um Sistema de Controle de Voo Avançado Digital da BAE (DAFCS).

O CAAS aumenta bastante a eficiência situacional da tripulação, enquanto o DAFCS prove melhorias nas capacidades de controle de voo em todos envelopes, melhoria no desempenho, e segurança em ambientes hostis. O CAAS também incorpora um avançado display com mapa digital e um sistema de transferência de informações que permite armazenar todos dados da missão antes da decolagem.

Para aumentar a sobrevivência no teatro de operações de combate, a nova versão do Chinook inclui um sistema de aviso de mísseis e um sistema melhorado de contramedidas (chaff & flare).

Equipado com dois motores de 4.733HP Honeywell, o novo CH-47F pode atingir velocidades maiores que 175 mph (281 km/h) e transportar mais de 21.000 libras (9,5 toneladas). O CH-47F, com o novo sistema de combustível da Robertson Aviation, possui um alcance de mais de 400 milhas náuticas (741 km).

Fonte: Boeing – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Os Emirados Árabes Unidos encomendam seis aeronaves de transporte Boeing C-17 Globemaster III

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Boeing C-17 Globemaster III (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

A Boeing e a Força Aérea & Defesa Aérea dos Emirados Árabes Unidos finalmente confirmaram a já antecipada encomenda de aeronaves de transporte C-17 Globemaster III, mas a surpresa foi que aumentaram o pedido para seis aeronaves, ao invés das previstas quatro. O assunto foi antecipado no dia 24 de dezembro aqui no Cavok.

Essa encomenda começou de um anúncio feito no dia 25 de fevereiro de 2009 quando os Emirados Árabes Unidos pretendiam modernizar suas capacidades de transporte aéreo militar com os C-17. O país é a segunda nação do Oriente Médio a encomendar a aeronaves.

“O C-17 dará aos Emirados Árabes Unidos a habilidade de efetuar uma variedade de operações de transporte humanitários e estratégicos ao redor do mundo, apoiando as missões nacionais e internacionais,” disse o Major General da ativa, Faris Mohamed Al Mazrouei. “Essas missões exigem que estejamos prontos para qualquer contingência, a qualquer momento e em qualquer local.”

A Boeing providenciará apoio para os aviões C-17 dos Emirados Árabes Unidos e deverão entregar quatro aeronevs 2011 e duas 2012.

Fonte: Boeing – Tradução: Cavok

Aeronaves EA-6B Prowler, do USS Nimitz, dão sua contribuição no Afeganistão

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Um Grumman EA-6B Prowler pertencente ao esquadrão "Black Ravens" é catapultada do porta-aviões USS Nimitz (CVN 68) para mais uma missão diária no Afeganistão, apoiando a Operação Enduring Freedom. (Foto: Petty Officer 3rd Class John Phillip Wagner Jr. / U.S. Navy)

Empregando a força sem usar explosões ou projéteis – conhecido no meio militar como “forças não-cinéticas” – a Carrier Air Wing 11, com seus aviões EA-6B Prowler do esquadrão “Black Ravens”, apoia as tropas terrestres no Afeganistão enquanto minimiza a pontencial morte de civis nos ataques.

As aeronaves Grumman EA-6B Prowler atribuídas ao Esquadrão de Ataque Eletrônico 135 decolam diariamente do convés de voo do USS Nimitz (CVN 68), para missões de interferência eletrônica de sinais, apoiando a Operação Enduring Freedom no Afeganistão.

“Nosso foco principal é dominar o espectro eletromagnético,” explica o Lt. Cmdr. Blake Tornga, oficial de manutenção do Esquadrão de Ataque Eletrônico 135 da U.S. Navy. “Se nós conseguirmos dominar várias vezes, o comando no solo não precisará de ataques com bombas.”

As missões do Prowler apoiam diretamente a diretiva tática de julho/2009 publicada pelo General do Exército Stanley A. McChrystal, comandante das forças internacionais e dos EUA no Afeganistão. A diretiva limita o uso da força que poderia resultar em mortes de civis.

Quando a Marinha dos EUA recebeu seus primeiros aviões Prowler em janeiro de 1971 e destacaram eles em 1972 para o Vietnã, a missão primária deles era focar a interferência nos radares inimigos. As aeronaves apoiaram ataques aéreos, navios e tropas terrestres através da degradação das capacidades de alerta antecipado e interferindo nos sistemas eletrônicos dos equipamentos militares do inimigo. Os aviões EA-6B Prowler de antigamente, equipadas com a tecnologia atual, foram adaptados para apoiar a Operação Enduring Freedom numa maneira que nenhuma outra aeronave pudesse conseguir.

Desde que entrou em serviço com a 5ª Frota dos EUA na área de operações no dia 18 de setembro, as aeronaves do Nimitz voaram mais de 2.058 missões, proporcionando 30% do apoio aéreo aproximado das forças da coalisão no Afeganistão.

Fonte: Relações Públicas do USS Nimitz – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Primeiro helicóptero de fragata NH90 da Holanda é entregue

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Primeiro helicóptero NH90 da Marinha Real da Holanda

No dia 23 de dezembro de 2009, o Serviço Aéro Naval Real da Holanda (MLD) recebeu seu primeiro helicóptero naval NHIndustries NH90 NFH, que ainda passará por uma variada série de testes de aceitação antes de colocar em serviço operacional na base aérea de De Kooy.

“Esse é o melhor presente de Natal que já ganhamos”, disse o líder do projeto da Marinha da Holanda, Coronel Jan Verhulst. A Marinha da Holanda é a primeira força militar da OTAN a receber a variante de fragata do helicóptero (NFH) do modelo NH90.

O NFH90 ( NNLN03) foi entregue com o status “meaningful operationally capable” (MOC), que significa que ele não tem todas as condições operacionais. Mas a aeronave pode ser usada para cursos, treinamentos e missões de Busca e Salvamento. Ele será modernizado para a versão padrão de final de produção assim que as outras onze aeronaves do contrato forem entregues.

O primeiro NH90 está na Itália, onde juntamente com especialistas do Projeto Oficial da AgustaWestland, passará por exaustivas verificações e severos testes nos próximos meses. Essas avaliações servirão para determinar se o helicóptero atende todos requerimentos que haviam sido solicitados.

Momento da entrega oficial da aeronave NH90 (NHF) para Marinha da Holanda

A decisão de entregar a aeronave nessa condição quase 100% operacional, deve-se ao atraso que ocorreu no desenvolveimento dessa versão, principalmente nos sistemas de radar de busca e de navegação tática.

Após a aceitação, o helicóptero voará para base aérea de De Kooy em Den Helder, onde fica o Comando de Helicópteros de Defesa, onde serão iniciados os primeiros cursos e treinamentos, já na Holanda.

Segundo o cronograma da NH Industries, a França será o próximo país a receber seus helicópteros NH90 na versão naval.

Fonte: NH Industries – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Esquadrão de transporte aéreo da USAF atinge a marca de 10.000 missões no ano

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Um C-130 Hercules do 737º Esquadrão de Transporte Aéreo Expedicionário prepara-se para o pouso numa base no sudoeste asiático. (Foto: Tech. Sgt. Tony Tolley / USAF)

Considerada por alguns como uma aeronave ultrapassada numa frota de aeronaves atualizada, os aviões C-130H Hercules provaram seu valor mais uma vez, completando com sucesso mais uma vez sua missão de número 10.000 no período de um ano, desta vez para o 737º Esquadrão de Transporte Aéreo Expedicionário (EAS) da Força Aérea dos Estados Unidos no dia 23 de dezembro de 2009.

A aeronave que alcançou essa marca foi o C-130H, número 74-2065, pertencente a Base Aérea de Dyess, no Texas, que tem transportado milhares de soldados e toneladas de carga na região no sudoeste asiático, área sob responsabilidade do esquadrão desde outubro passado quando a aeronave começou os voos para região.

Apesar de já ter sido alcançado anteriormente o número de 10.000 missões num período de um ano, o novo feito não deixa de ser comemorado pelo esquadrão da força aérea. Mas para a tripulação de sete pessoas do C-130 do 737º EAS, a missão de número 10.000 foi feita como qualquer outra realizada pelos tripulantes, atribuídas ao 40º Esquadrão de Transporte Aéreo quando fora da Base Aérea de Dyess, transportando tropas e suprimentos para o Iraque.

A missão principal do 737º EAS é de transporte aéreo tático para entregar “tropas, feijões e balas” para os soldados da coalisão em ambos operações no Iraque e na Enduring Freedom.

“As missões típicas são decolar e proceder para o Iraque com um número de paradas para transporte de tropas e carga,” disse o Tenente Coronel George Clark, comandante do 737º EAS. “Até então nessas viagens (as quais começaram em outubro), nós carregamos mais de 54.000 passageiros em 2.100 missões e um pouco mais de 1.400 toneladas de carga. A maioria dessas missões operando em pequenas pistas de pouso nos múltiplos destinos, carregando tropas de uma base para outra e algumas vezes trazendo essas tropas de volta para suas localidades anteriores.”

Fonte: U.S. Air Force -Tradução e Adapatação do Texto: Cavok

Helibrás assina contrato para reformar 34 helicópteros do Exército

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Helibras (Eurocopter) AS365K Pantera do Exército Brasileiro

A Helicóptero do Brasil S/A (Helibrás) anunciou no dia 24 a assinatura de um contrato para a modernização de 34 helicópteros modelo AS365K Pantera, pertencentes à frota do Exército Brasileiro. Este é o maior contrato de prestação de serviços conquistado pela empresa em 32 anos de atuação no país. O valor do contrato não foi divulgado.

Fundada em São José dos Campos, interior de São Paulo, e inaugurada em 1980, em Itajubá, no Sul de Minas Gerais, a Helibrás é a única fabricante de helicópteros da América Latina.

O contrato prevê a instalação de novos motores, com maior potência, e novos equipamentos de navegação e de radiocomunicação. As aeronaves serão transformados em helicópteros de última geração e que terão, pelo menos, mais 25 anos de vida útil. Segundo a empresa, o programa de reformulação das aeronaves será executado a longo prazo e a previsão é de quatro aviões reformados por ano. A primeira remessa será entregue em 2011 e a última, em 2021.

A frota que será modernizada pela Helibrás foi adquirida em 1988, quando foi implantada a aviação no Exército, e quando também foi criado o primeiro batalhão de aviação, sediado em Taubaté, interior de São Paulo.

Fonte: EPTV.com

Produção do caça japonês F-2 está próxima do final

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Mitsubishi F-2 da Força de Autodefesa Aérea do Japão

A produção do caça japonês Mitsubishi F-2 está próxima do final. A Força de Autodefesa Aérea do Japão (JASDF) adquiriu um total de 94 caças de produção F-2. Todas unidades já foram finaciadas, e a 94ª e última aeronave está programada para ser entregue em setembro de 2011. Sem pedidos previstos, a produção da aeronave está próxima de terminar.

Primeiro FS-X do Japão durante o primeiro voo

O programa do caça F-2 (FS-X) teve início na década de 80 e foi baseado no projeto do caça norte americano F-16, de onde saiu quase todo conceito, tendo sido desenvolvido em parceria com a Lockheed Martin a partir de 1993. O F-2 foi o substituto do caça Mitsubishi F-1.

A Mitsubishi gostaria que a JASDF adquirisse adicionais caças F-2 para servir como substitutos para os caças em serviço F-4EJ Phantom. O esforço para substituir os caças Phantom é chamado de programa F-X, e envolve a aquisição de 50 aeronaves.

Mitsubishi F-2

A primeira escolha do Japão no requerimento do F-X é o Lockheed F-22 Raptor, mas essa aeronave já teve as exportações proibidas. Outras aeronaves que estão sendo avaliadas são os: Boeing F-15 Eagle e F/A-18E/F Super Hornet (EUA), o Dassault Rafale (França), o Eurofighter Typhoon (Reino Unido), além do novo caça stealt Lockheed Martin F-35 o qual o Japão participa do projeto, devendo ainda ser a escolha, enquanto o F-22 continuar sendo bloqueado para vendas fora dos EUA.

Os pedidos iniciais do novo caça F-X parecem que serão feitas somente a partir do final de 2011.

Fonte: Forecast International – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Mal entendido causa uma interceptação feita por dois F-15

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Dois caças F-15 Eagle (Foto: Senior Airman Miranda Moorer / USAF)

O francês Jean-Claude Courtois comprou um avião na Flórida mas por uma alegada série de dúvidas durante o período de check pré-voo e alguns erros de comunicações viu seu voo inaugural ser encurtado por um par de caças F-15 Eagle.

O incidente começou na American Aviation no Aeroporto Hernando County, na Flórida, onde Courtois adquiriu um Cessna 425. Enquanto Courtois estava fazendo o check externo da aeronave, seu instrutor se preocupava em desenvolver os comandos da língua inglesa do aluno francês e suas habilidades de pilotagem. Baseado nessas preocupações, o instrutor recomendou para American Aviation (a vendedora do avião) que Courtois voasse com e fosse reavaliado por outro instrutor.

Mas antes que isso pudesse ocorrer, o francês pulou para dentro da aeronave e partiu de Hernando “sem a autorização do controle de tráfego aéreo,” disse a porta voz da FAA, Arlene Salac, para a NaplesNews.com.

Depois, devido a um mal entendido na comunicação em alguma etapa na cadeia de eventos, uma chamada da American Aviation para os controladores sobre a presumida rota de voo de Courtois tornou-se um relatório de um estrangeiro que não estava falando com os controladores porque teria roubado a aeronave. Um pouco mais cedo, Courtois se encontrava pousando no Everglades Jetport após dois caças F-15 Eagle terem sido alertados pelo NORAD e irem ao encontro do aluno francês.

Courtois reportou que tinha partido de Hernando para Guadeloupe. Uma vez no solo, o mal entendido começou a ser esclarecido. O diretor do Aeroporto Hernando County, Don Silvernell, lamentou o mal entendido informando que a segurança do aeroporto nunca foi o problema. Silvernell disse que Courtois estava adequadamente certificado e o incidente apenas tomou proporções maiores do que devia.

Emirados Árabes Unidos fazem grande compra militar dos Estados Unidos

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Sikorsky UH-60M Black Hawk

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou que a Sikorsky ganhou um contrato de US$ 171 milhões para produzir 14 helicópteros UH-60M Black Hawk para os Emirados Árabes Unidos até o final de de 2012.

A notificação original de uma possível Venda Militar para Países Estrangeiros (FMS) foi feita pela Agência de Cooperação de Defesa e Segurança (DSCA) para o Congresso para mais de 26 helicópteros armados no dia 28 de julho de 2006. Uma notificação adicional da DSCA para 14 aeronaves adicionais foi feita para o Congresso no dia 9 de setembro de 2008, sendo estes configurados para missão de transporte de tropas – parecendo que este último pedido progrediu antes.

A Força Aérea & Defesa Aérea dos Emirados Árabes Unidos (UAE AF&AD) atualmente opera dez helicópteros S-70A Black Hawk na Base Aérea de Al Bateen, próximo à Abu Dhabi.

Lockheed C-130H Hercules dos Emirados Árabes Unidos

Adicional aos helicópteros UH-60, a DSCA notificou o Congresso em dezembro para duas possíveis FMS para os Emirados Árabes Unidos, um sendo de US$ 119 milhões para venda de 12 aviões de transporte C-130J-30 mais adicional pacote de apoio logístico e uma segunda para um contrato de US$501 milhões para apoio logístico, treinamento e pacotes de sistemas relativos para os quatro aviões C-17 Globemaster III já encomendados.

Num anúncio feito no dia 25 de fevereiro foi revelado que os aviões C-130J-30 haviam sido selecionados para substituir a atual frota de aeronaves C-130H Hercules da Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos. Espera-se que quatro dessas aeronaves sejam entregues na configuração de reabastecimento aéreo (KC-130J).

Quinze caças F-22 Raptor serão destacados para Guam

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Quinze caças F-22 Raptor do 90º Esquadrão de Caça da Base Aérea de Elmendorf, no Alasca, estão programados para um destacamento para Base Aérea de Andersen, em Guam, no mês de janeiro. (Foto: Senior Airman Cynthia Spalding / USAF)

Quinze caças F-22 Raptors estão programados para serem destacados para Base da Força Aérea de Andersen, em Guam, em janeiro de 2010, devendo permanecer nessa base por um período de três meses.

Os caças e todo pessoal de apoio serão destacados a partir do 90º Esquadrão de Caças da Base Aérea de Elmendorf AFB, no Alasca.

O destacamento apoiará os pacotes de segurança no teatro de operações do Comando do Pacífico dos EUA na região do Pacífico Oeste e segue as recentes decolagem para a região de dois esquadrões de caças F-22 destacados que também apoiaram o mesmo Comando dos EUA. Os caças e pessoal de apoio que foram destacandos para base de Anderson, em Guam, e para Base Aérea de Kadena, no Japão, completaram seu redeslocamento em outubro de 2009.

Os caças F-22 são aeronaves com capacidade stealth, atinge velocidades supersônicas sem necessidade de pós-combustão (supercruise), são altamente manobráveis, e podem oferecer um apoio de superioridade aéreo sem precedentes.

Como parte da contínua postura de manter o poder para adequar os requerimentos pelo mundo, os Estados Unidos continuam a destacar forças na região do Pacífico, sendo esse o último exemplo do uso desse poder de mobilidade dos esquadrões da USAF.

Fonte: U.S. Air Force – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

IMAGEM: Segundo caça F-35B chega a base naval de Patuxent River

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Lockheed F-35B (BF-02) sobrevoa a Estação Naval de Patuxent River, Maryland (Foto: Lockheed)

O segundo caça stealth Lockheed Martin F-35B Lightning II (BF-02) para decolagens curtas/pousos verticais (STOVL) chegou no dia 29 de dezembro a Base Naval de Patuxent River, Maryland.

O Major Joseph T. “O.D.” Bachmann, do U.S. Marine Corps, pilotou a aeronave num voo sem escalas da unidade da Lockheed Martin de Fort Worth, Texas, para Patuxent River, completando com sucesso o voo quase três horas e meia após um reabastecimento aéreo em rota. Bachmann decolou às 11:07 horário local (6:07 horário de Brasília), chegando em Patuxent River às 14:26 horário local (9:26 horário de Brasília).

Assim como a primeira aeronave F-35B (BF-01) que pousou em Patuxent River em novembro (veja aqui no Cavok), esta aeronave também será apoiada pelo Sistema de Informações Logísticos Autônomo (ALIS) e monitorada pelo Centro de Operações do F-35 de Sustentabilidade Logística Autônoma Global (ALGS), localizada em Fort Worth. A equipe do F-35 desenvolveu um avançado sistema com capacidade de sustentabilidade com um projeto que reduzirá o custo de operação e também o tempo de permanência no solo após uma missão, possibilitando que a aeronave esteja pronta para uma nova missão num curto espaço de tempo.

A aeronave chegou a Patuxent River, e após uma hora no solo, já pode partir para sua primeira missão de testes sobre a região. Uma série testes ainda deverão ser feitos antes do primeiro pouso vertical da aeronave.

O F-35 Lightning II é um caça de quinta geração, combinando avançada capacidade stealth com agilidade e velocidade de um caça, sensores de informações totalmente integrados, capacidade de operações em rede com outras aeronaves, avançada sustentabilidade e baixos custos de operação e de manutenção. A Lockheed Martin está desenvolvendo o F-35 com seus principais parceiros industriais, a Northrop Grumman e a BAE Systems. Dois modelos de turbinas intercambiáveis do F-35 estão em desenvolvimento: a Pratt & Whitney F135 e a GE Rolls-Royce Fighter Engine Team F136.

Fonte: Lockheed Martin – Tradução e Adaptação do Texto: Cavok

Egito assina acordo para compra de 24 novos caças F-16 Block 50/52

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Lockheed F-16 Block 50/52

Conforme divulgado aqui no Cavok, em novembro, a Lockheed Martin aguardava a assinatura de um contrato de venda de 24 novos caças F-16 para o Egito, num negócio avaliado em US$3,2 bilhões.

No dia 24 de dezembro a Lockheed ganhou seu presente de Natal: os governos dos Estados Unidos e do Egito assinaram um acordo para a compra das 24 aeronaves F-16C/D Block 50/52, modelos esses que substituirão a atual frota de F-16 do Egito, informou uma fonte da Lockheed Martin, o maior fornecedor do Pentágono em vendas.

“Esse é um acordo entre governos,” informou George Standridge, vice presidente de desenvolvimento de negócios da Lockheed Aeronautics. A Lockheed agora em contrapartida aguarda o contrato com o governo dos Estados Unidos.

A Força Aérea do Egito é a quarta maior operadora de caças F-16 do mundo, de acordo com informações da indústria de defesa. Ela começou a voar com os caças F-16 em 1982, após anos usando equipamentos militares fornecidos pela extinta União Soviética.

Rússia começa os testes do novo caça stealth PAK FA Sukhoi T-50

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Concepção artística do novo caça PAK FA Sukhoi T-50 da Rússia, em parceria com a Índia

A Rússia iniciou os testes de seu futurista caça stealth de quinta geração, um projeto no qual a Índia é parceira, se preparando para competir com o recente caça norte americano F-22 Raptor.

O caça supersônico de quinta geração PAK-FA T-50, com um alcance estimado de 5.500 km, está programado para entrar em serviço na Força Aérea da Rússia em 2015. Antes de seu primeiro voo programado para este mês, os primeiros testes de táxi e de corrida na pista foram feitos no final de dezembro de 2009, conforme reportado por funcionários da empresa russa KNAAPO.

O caça norte americano F-22 é o único caça de quinta geração atualmente em operação. O PAK FA competirá com o F-22 Raptor e com o também norte americano F-35 Lightning II.

O primeiro protótipo da aeronave PAK FA fez sua primeira rolagem para pista da fábrica de aeronaves KNAAPO em Komsomolsk-on-Amur, no extremo leste da Rússia. O piloto de testes acionou os motores e fez duas corridas na pista, durante as quais os freios foram aplicados várias vezes.

Anteriormente, o vice premier Sergei Ivanov havia dito que os testes deveriam iniciar em dezembro de 2009 ou janeiro de 2010, e a Força Aérea da Rússia planejava coloca-lo em operação no início de 2015, conforme divulgado aqui no Cavok.

Sob um acordo assinado em outubro de 2007, a Índia se uniu a Rússia no projeto baseado no PAK FA da Sukhoi, e as duas nações estão negociando o contrato comercial final do acordo, entre a empresa Rússia Sukhoi e a empresa da Índia HAL.

Pelo menos três protótipos da aeronave forma feitos pela unidada de aeronaves da KNAAPO, e várias equipes da Índia visitaram a unidade que fabricará o novo caça, na região fronteira com a China.

Aviões tanque da USAF provem um reabastecimento vital para caças da U.S. Navy no Afeganistão

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Um KC-10 Extender da USAF reabastece um F/A-18F Super Hornet da U.S. Navy durante a operação Enduring Freedom no Afeganistão (Foto: Tenente Graham Scarbo)

Os reabastecedores da Força Aérea dos Estados Unidos estão sendo de vital importância para as missões da Carrier Air Wing (CVW) 11 sobre os céus do Afeganistão apoiando a Operação Enduring Freedom (OEF).

As aeronaves da CVW 11 atribuídas ao porta aviões USS Nimitz (CVN 68) decolam do convés de voo para missões de longa distância no apoio as tropas terrestres no solo afegão. Para isso contam com o apoio das aeronaves KC-10A Extender como um posto de combustível aéreo capaz de transferir cerca de 350.000 libras de combustível por missão para aeronaves dos Estados Unidos ou da coalisão.

Os aviadores da CVW 11 trabalham junto com os controladores aéreos do Exército no solo e com os ativos da Força Aérea no céu para prover um apoio conjunto de precisão contra operações de rebeldes.

“Sem a habilidade de utilizar as operações conjuntas dos reabastecedores com a Marinha nós não poderíamos apoiar ininterruptamente as forças terrestres no Afeganistão,” disse o Tenente Tommy Kolwicz, oficial assistente de operações do Strike Fighter Squadron (VFA) 97.

Desde que entrou em operações com a 5ª Frota do Estados Unidos, no dia 18 de setembro, a CVW 11 tem voado mais de 1.800 missões e totalizado mais de 10.000 horas de voo acumuladas de apoio as missões da Enduring Freedom.

O porta aviões Nimitz provê 30% do suporte aéreo aproximado das forças da coalisão no Afeganistão.

O Nimitz Carrier Strike Group é composto do porta-aviões Nimitz, no qual está embarcado a CVW 11, o Esquadrão de Destróieres 23 e o cruzador da classe Ticonderoga USS Chosin. Dentre os navios atribuídos ao Esquadrão de Destróieres 23 estão os destróieres USS Pinckney, USS Sampson e a fragata USS Rentz.

Os esquadrões da CVW 11 incluem os “Black Aces” do Esquadrão de Caças de Ataque (VFA) 41, os “Tophatters” do VFA 14, os “Warhawks” do VFA 97, os “Sidewinders” do VFA 86, os “Indians” do Esquadrão de Helicópteros Anti-submarino 6, os “Black Ravens” do Esquadrão de Ataque Eletrônico 135, os “Providers” do Esquadrão de Apoio Logístico da Frota 30 e os “Wallbangers” do Esquadrão de Comando e Controle Embarcado do Porta-Aviões 117.

O destacamento de helicópteros incluem os “Easy Riders” do Esquadrão Leve de Helicópteros Anti-Submarinos (HSL) 37, os “Battle Cats” do HSL 43, os “Wolfpack” do HSL 45, os “Scorpions” do HSL 49 e os “Wildcards” do Esquadrão de Helicópteros de Combate Naval 23. Também acompanham o Grupo do Nimitz a Unidade de Desarmamento de Explosivos 11 e o USNS Bridge.

Fonte: U.S. Navy – Tradução: Cavok

Cinco helicópteros Cougar da França serão modernizados

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Eurocopter EC725 Cougar
Eurocopter EC725 Cougar

A agência de defesa da França, a DGA, ordenou a modernização de cinco helicópteros Cougar. Quatro desses helicópteros são operados pelo exército e a quinta aeronave é operada pela Força Aérea. O contrato é parte de um grande programa de modernização anunciado em janeiro de 2008 para modernização de 27 helicópteros Cougar. O contrato dos helicópteros do exército foi assinado no dia 9 de novembro e do helicóptero da força aérea no dia 9 de dezembro. O valor total do contrato é de US$ 314 milhões.

A missão primária dos helicópteros Cougar é de transporte tático em qualquer condição de tempo.

A arquitetura usada na modernização será a de deixar os helicópteros Cougar com aviônica e equipamentos similares aos helicópteros EC725 Caracal.

A capacidade tática de transporte aéreo do Exército da França é feito por helicópteros Puma e Cougar. Essas renovadas aeronaves permanecerão em serviço até 2011, quando os novos helicópteros NH-90 chegarem para substituir os Puma. A entrega dos renovados Cougars está prevista entre os anos de 2012 e 2015.

Fonte: Shepards – Tradução: Cavok

Quase finalizada a venda de aeronaves C-17 para os Emirados Árabes Unidos

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Um Boeing C-17 Globemaster III da USAF decolando da Base Aérea de Edwards, na Califórnia

Os planos dos Emirados Árabes Unidos de adquirir quatro Boeing C-17 Globemaster III deu mais passo a frente com uma notificação formal para venda militar estrangeira (FMS) ao congresso, que agora avaliará a aprovação da transação.

A exportação poderá cobrir todos elementos ligísticos da aquisição, com as aeronaves sendo compradas diretamente do fabricante nos termos de venda direta. O valor do contrato logístico está avaliado em US$ 501 milhões.

O Pentágono disse que os Emirados Árabes Unidos estão considerando usar as aeronaves não somente para transporte de cargas dentro do país, mas também para “apoiar os requerimentos de transporte de carga dos EUA e da OTAN no Afeganistão.” Os militares dos Emirados Árabes Unidos já vem silenciosamente apoiando as operações no Afeganistão, tendo destacado aeronaves não tripuladas para província de Helmand para prover adicional capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento para Força de Assistencial de Segurança Internacional.

Os Emirados Árabes Unidos poderão ser o segundo comprador de aeronaves C-17 no Oriente Médio; o Catar este ano recebeu duas aeronaves C-17, e poderá aumentar sua frota para quatro unidades. A Arábia Saudita também é um cliente potencial, com a Boeing indicando que o mercado de aviões de transporte do Oriente Médio poderá vir a adquirir um total de 20 aeronaves.

Os Estados Unidos também estão negociação com a Índia sobre uma possível aquisição do avião de transporte e o Reino Unido recentemente adquiriu a sétima aeronave, conforme divulgado aqui no Cavok.

Lockheed confirma contrato de venda de 24 caças F-16 ao Marrocos

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Lockheed F-16 Fighting Falcon

A Lockheed Martin confirmou um contrato no montante de US$ 841,9 milhões para a produção de 24 aviões F-16 para o Marrocos cuja a encomenda foi solicitada em 2008, disse o Pentágono. O F-16 venceu nessa disputa o caça francês Rafale.

Lockheed também foi autorizada a fornecer um avançado sistema de guerra eletrônica bem como diversos materiais de apoio, informa o comunicado do Pentágono. O valor total do contrato entre os Estados Unidos e o Reino do Marrocos é estimado em cerca de US$ 2,4 bilhões.

Em setembro o Marrocos havia solicitado aos EUA a venda de novas armas e equipamentos para os seus F-16. Entre outros, o Marrocos solicitou a liberação de venda de pelo menos 20 mísseis AGM-65D Maverick, 60 “Enhanced” Paveway II, GBU-12 kits, 28 armas e M61 Vulcan seis pods SNIPER AN/AAQ-33. O custo total da venda dessas armas e equipamentos é de 187 milhões de euros.

O caça F-16 é um dos mais populares caças a jato do mundo. Mais de 4.300 unidades foram produzidas para 24 países ao redor do mundo.

Fonte: Lockheed Martin via Blog do Vinna

SAAB comercializa o Gripen Naval para a Índia e o Brasil

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Uma impressão artística do Gripen Naval mostra o caça decolando de um porta-aviões e equipado com mísseis ar-ar Meteor e IRIS-T e mísseis antinavios RBS 15F (SAAB)

A SAAB está respondendo à solicitação da Marinha Indiana por informações (RFI) sobre a futura capacidade dos caças propostos de operar em porta-aviões, oferecendo o novo desdobramento do Gripen NG, denominado Gripen Naval.

O RFI indiano, enviada, nas últimas semanas, a empresas seletas, visa a obtenção de informações detalhadas sobre um projeto de caças comuns, visando sua operação em porta-aviões convencionais e operações conhecidas pela sigla inglesa STOBAR (short take-off but arrested recovery).

Além da entrada (bastante adiada) em serviço do INS Vikramaditya (o antigo vaso de guerra russo da Marinha Russa denominado Almirante Gorshkov, hoje reformado), a Índia tem ainda planos ambiciosos de construir três porta-aviões nacionais (IACs). A licitação de curto prazo do MiG-29K deverá equipar o Vikramaditya e o IAC 1. O RFI da Marinha Indiana está à procura de um tipo de aeronave que possa operar nos IAC 2 e IAC 3.

De acordo com informações da Jane’s, o RFI foi enviado Boeing, Dassault, Eurofighter, Lockheed Martin, Sukhoi e SAAB. Embora a Índia esteja desenvolvendo conceitualmente uma versão naval da Aeronave de Combate Leve Tejas, produzida pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL), este RFI é, na verdade, um reconhecimento de que este programa tem dificuldades e de que possivelmente não será capaz de produzir uma aeronave de combate operacional, em tempo hábil. A Índia espera comissionar os porta-aviões IAC 2 e IAC 3, na segunda metade da próxima década.

Antes de receber a RFI, a SAAB já havia concluído os pré-estudos para o projeto detalhado do Gripen Naval, em resposta a interesses manifestados anteriormente pelo Brasil e outros países. De fato, projetos para um Gripen Naval remontam à década de 80, na Suécia. Para a Saab, a solicitação da Índia é particularmente importante, em função de suas possíveis conexões com a licitação do programa brasileiro F-X2. O Gripen Naval faria parte de um pacote de desenvolvimento industrial, a longo prazo, destinado à Índia e ao Brasil, se estes países optarem pelo Gripen. O RFI indiano também faz uma estipulação específica de que a aeronave selecionada seja exportável.

O líder do projeto do Gripen Naval da SAAB é o Tenente-Coronel Peter Nilsson, ofcial reformado da Força Aérea Sueca, que agora atua como vice-presidente da capacidade operacional do Gripen. “Há o Rafale, o Super Hornet e – algum dia – até o JSF (Joint Strike Fighter), mas não há nenhuma opção com custo acessível para as nações que buscam poderio marítimo independente. O Gripen já incorpora uma capacidade naval, que foi integrada nas considerações originais de projeto. A aeronave é feita para efetuar aterrissagens precisas em pistas curtas. As características aerodinâmicas, de manuseio e pouso já estão lá. Não é preciso mais gastar energia”, contou Nilsson à reportagem da Jane’s.

A viabilização do Gripen Naval se deve às suas inerentes características de desempenho do Gripen e das mudanças estruturais introduzidas no Gripen NG. Este caça foi projetado para operar em porta-aviões completos, com peso máximo na decolagem de 16.500 kg e um peso de aterrissagem (com armas e combustível) de 3.500 kg. Os mesmos parâmetros básicos de projeto tornam esta aeronave muito bem adequada a operações STOBAR. Qualquer Gripen atual já pode operar de uma rodovia sueca padrão com dimensões de 800 m x 17 m, sem a necessidade de ganchos de arrasto ou freios de paraquedas. Suas qualidades de controle de voo e sua baixa velocidade de aproximação fazem do Gripen ainda mais adequado a operações em porta-aviões.

Algumas das modificações demandadas para o Gripen Naval incluem um trem-de-pouso do nariz mais robusto e longo, pneus mais largos e um novo amortecedor de choques, um novo trem-de-pouso capaz de absorver uma taxa de descida de 6,3 m/s, um gancho de arrasto reforçado e reposicionado em relação ao projeto original, novas técnicas de fabricação/materiais para blindar a estrutura da aeronave contra corrosão, assim como integração com um sistema de aproximação/aterrissagem.

O resultado será uma aeronave com um peso vazio inferior a 8.000 kg e com um peso total de combustível e armamentos de 8.500 kg. O raio de combate deverá ficar por volta de 1.250 km em um perfil de combate naval ou 1.400 km em um perfil ofensivo contra ataque aéreo. Nas operações em porta-aviões, o caça terá uma vida útil de 8.000 horas de voo, levando em conta uma distribuição mais homogênea entre operações em navios e baseadas em terra.

Fonte: Jane’s via Defesanet

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