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VÍDEO: MUSAL realiza giro do motor do P-47 Thunderbolt

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Cerimônia marca giro do motor de aeronave P-47 da Segunda Guerra Mundial. (Foto: Cabo André Feitosa/CECOMSAER)

O Museu Aeroespacial (MUSAL), ligado ao Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER), realizou nesta segunda-feira (22/04) a cerimônia do giro do motor do Republic P-47 Thunderbolt, aeronave de caça utilizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) na Segunda Guerra Mundial. Realizada no MUSAL, no Campo dos Afonsos (RJ), a solenidade ocorreu em alusão ao Dia da Aviação de Caça, celebrado em 22 de abril, com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.

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Helicóptero H-34 Super Puma é incorporado ao Museu Aeroespacial

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O helicóptero de transporte H-34 Super Puma que foi entregue ao Museu Aeroespacial, juntamente com o Diretor do MUSAL, Brigadeiro e membros do 3°/8° GAV. (Foto: MUSAL)
O helicóptero de transporte H-34 Super Puma que foi entregue ao Museu Aeroespacial, juntamente com o Diretor do MUSAL, Brigadeiro do Ar Reformado Márcio Bhering Cardoso, e membros do 3°/8° GAV. (Foto: MUSAL)

Em solenidade realizada no dia 04 de agosto, o Museu Aeroespacial (MUSAL) incorporou ao acervo histórico o helicóptero H-34 SUPER PUMA do 3°/8° Grupo de Aviação (RJ), retirados de serviço após vinte e nove anos e mais de quarenta e oito mil horas de voo.

IMAGENS: C-130 agora no MUSAL

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A aeronave C-130 FAB-2453 pode agora ser vista no acervo do Museu Aeroespacial no Campo dos Afonsos. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
A aeronave C-130 FAB-2453 pode agora ser vista no acervo do Museu Aeroespacial no Campo dos Afonsos. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Na manhã de 16/04/2015, o Musal incorporou ao seu vasto acervo o Lockheed C-130 Hercules, FAB-2453. Estivemos presente na cerimônia e mostramos aqui como foi.

IMAGENS: MUSAL recebe aeronaves Mirage 2000C e SEPECAT Jaguar

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Já dentro do MUSAL, os dois novos jatos incorporados ao acervo: o Mirage F-2000C e o SEPECAT Jaguar. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
Já dentro do MUSAL, os dois novos jatos incorporados ao acervo: o Mirage F-2000C e o SEPECAT Jaguar. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nessa sexta-feira, dia 25 de abril, o Museu Aeroespacial (MUSAL) fez uma solenidade de incorporação de um Dassault F-2000C Mirage 2000, que pertencia ao 1º Grupo de Defesa Aérea (1° GDA), e também de um SEPECAT Jaguar GR.1, que pertencia ao N°20 Sqn da Real Força Aérea Britânica (RAF).

IMAGENS: MUSAL incorpora quatro novas aeronaves ao seu acervo

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Uma das aeronaves entregue ao MUSAL foi o helicóptero Bell H-1H “FAB-8668”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nessa quarta-feira, dia 7 de novembro, o Museu Aeroespacial (MUSAL) incorporou quatro novas aeronaves ao seu acervo. A cerimônia foi marcada para ocorrer durante o VI Encontro Ibero-Americano de Museus Aeronáuticos e Espaciais, que ocorre entre os dias 5 e 9 de novembro, e que conta com a participação dos museus da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

A cerimônia contou com a presença da Banda de Música da Base Aérea dos Afonsos. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
Detalhe da aeronave motoplanadora Ximango, com o Bandeirante e o Bell H-1H ao fundo. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

O evento que foi aberto às 11:00, contou com a participação da Banda de Música da Base Aérea dos Afonsos, que entoou o Hino Nacional Brasileiro. O Mestre de Cerimônias, o Brig. Márcio Bhering Cardoso, Diretor do Musal, saudou os presentes.

O motoplanador Ximango e o Aero Boero 180. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Sempre com músicas expressivas, e ao som da abertura de “With Honour Crowned”, de Albert William Ketèlbey, a cortina se abriu, revelando as novas aeronaves. Para cada uma, a banda tocou uma música apropriada, seguida por uma apresentação feita pelo MUSAL e por um convidado especial.

O Embraer C-95 Bandeirante “FAB-2150”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
O interior do C-95B Bandeirante do MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

O primeiro a ser apresentado foi o C-95 Bandeirante “FAB-2150”, quando tocou a música marcha “Paris Belford” da Revolução de 1932. O convidado especial foi Luis Carlos Affonso, vice-presidente de Operações da Embraer, que chegou ao evento com sua equipe a bordo de um Phenom 100. O “FAB-2150” foi restaurado pelo PAMA-AF para exibição, e serviu ao CIAA-Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica até a desativação em 2012.

O Aero Boero G-180 “FAB-0155”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

O segundo avião foi o Aero Boero G-180 “FAB-0155”, que teve como música de fundo “Adios Muchachos“.
O convidado especial foi o Cel-Av Eduardo Tuckumantel Codinhoto. O “FAB-0155” serviu no CVV-AFA em Pirassununga, como rebocador de planadores até a desativação em 2012. Conduzido ao MUSAL, foi reentelado e encontra-se em excelente condição.

O helicóptero Bell H-1H “FAB-8668”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
Detalhe do interior do Bell H-1H entregue ao MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Após foi a vez do helicóptero Bell H-1H “FAB-8668”, com a música “In the Mood“. Para convidado foi chamado o Cel-Av Ajax Augusto Mendes Correa. O “FAB-8668” foi restaurado pelo PAMA-AF para exibição, logo após sua desativação em 2012. Está exibido sem as marcas de unidade.

O Aeromot AMT-100 Ximango “PP-RAN”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
O painel do motoplanador Ximango doado ao MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Por último, foi a vez do motoplanador Aeromot AMT-100 Ximango “PP-RAN”, com a música mais que adequada “Gauchinha Bem-Querer“. O motoplanador teve dois convidados especiais: o piloto Gérard Moss e o empresário Cláudio Barreto Viana, Diretor-Presidente da Aeromot. O PP-RAN foi recebido do Aeroclube do Planalto Central em Formosa, Goiás. Chegou desmontado ao Musal numa carreta da FAB na segunda-feira, dia 5 de novembro. Gérard Moss foi o piloto que fez a primeira (e, até agora, única) volta ao mundo com um monomotor, o AMT-200 Super Ximango “PT-ZAM”, em 100 dias, entre o dia 20 de junho e 28 de setembro de 2001.

Os convidados ainda puderam ver uma apresentação de mulatas e de integrantes da escola de samba Grande Rio. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Depois das apresentações das aeronaves, a grande surpresa: o Mestre de Cerimônia anunciou “com vocês, Sua Majestade, o Samba!” para dar entrada às passistas e bateria da Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio.

Concluído o evento, os convidados puderam visitar as novas aeronaves.

Os representantes da Embraer chegaram no Phenom 100 “PT-TPY”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
Acionamento de motores do Douglas C-47 “FAB-2018”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)
O N.A. T-6G “FAB-1262”, batizado de Celacanto, também acionou o seu motor radial. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Ao final, enquanto era servido o almoço, os motores do C-47 “FAB-2018” e do T-6G “FAB-1262” foram acionados. Uma linda festa e mais um motivo para visitar o MUSAL.

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Nota do Editor: Agradecemos ao amigo Mauro Lins de Barros por mais uma ótima contribuição aos nossos leitores.

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

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SHOW AÉREO: Domingo Aéreo no MUSAL – Campo dos Afonsos (RJ)/Brasil

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Demonstração de infiltração com rapel de um helicóptero H-34 Super Puma do Esquadrão Puma, sediado na Base Aérea dos Afonsos. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)

No dia 21 de outubro, o Museu Aeroespacial (Musal) promoveu o tradicional Domingo Aéreo, especialmente significativo este ano em que a Base Aérea do Campo dos Afonsos completa 100 anos de ligação com a aviação. Um eficiente esquema de divulgação garantiu a presença maciça do público, estimada em 54.000 pessoas. Acompanhe aqui no Cavok Brasil os melhores momentos de uma tarde de aviação num local reservado para preservar a história da aviação brasileira.

Mais de 54 mil pessoas compareceram no Domingo Aéreo no Musal. (Foto: Ricardo Pereira / Cavok)
A Base Aérea do Campo dos Afonsos comemorou este ano seu centenário. (Foto: Ricardo Pereira / Cavok)
Demonstração acrobática com um Bellanca Super Decathlon. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Passagem baixa de um AMX A-1B do 1°/16° GAV. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Passagem de um caça F-5EM do Esquadrão Senta a Púa. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)

As atrações aéreas incluíram acrobacias com três Bellanca Super Decathlon pilotados pelos Cmte. Ferrari, Bazaya e Marcos Geraldi. A aviação militar esteve representada por passagens do A-1B “FAB-5651” do 1°/16°GAV e do F-5EM “FAB-4867” do 1°GAVCA, além de demonstrações de busca e salvamento feito pelo helicóptero H-34 “FAB-8733” do 3°/8°GAV Esquadrão Puma, sediado nos Afonsos

Demonstração do helicóptero H-34 Super Puma. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Acionamento do Republic P-47D Thunderbolt “B4”. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Membros do Grupo de Pesquisa Histórica Dogs of War, de São Paulo, com trajes típicos da Segunda Guerra Mundial posam para foto junto ao P-47D. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
A Esquadrilha da Fumaça inicia sua demonstração. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Para cruzamento, Fumaça…Já! (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)

No pátio estático, o público pode visitar o C-130 “FAB-2476” do 1°GTT Esquadrão Gordo, o helicóptero UH-14 “N-7074” do HU-2 da Marinha do Brasil, e ainda ver o venerável P-47D “B-4”, que brindou o público com o acionamento do motor. O MUSAL ainda colocou no pátio externo o caça F-104S Starfighter e o AT-26 Xavante. Infelizmente, a demonstração de salto de paraquedistas precisou ser cancelada.

As manobras da Esquadrilha da Fumaça empolgaram o público presente nos Afonsos. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok Brasil Team)
Como normalmente ocorre, no final da demonstração os pilotos da Esquadrilha da Fumaça vão até o público para receber o carinho e distribuir autógrafos. (Foto: Ricardo Pereira / Cavok)

No final da tarde, quando o público praticamente lotava o pátio da base, as sete aeronaves T-27 Tucano do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), a Esquadrilha da Fumaça, levantaram voo para mais uma de suas apreciadas apresentações. O público vibrava com as manobras, aplaudia a cada passagem e depois pode receber o carinho dos pilotos que distribuiram posters e autógrafos para os visitantes do Domingo Aéreo.

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O Museu Aeroespacial é um local que não pode deixar de ser visitado por quem ama a aviação, e o Domingo Aéreo no Musal sempre leva um grande número de pessoas para o Campo dos Afonsos. Apesar das condições não muito favoráveis para foto no final da tarde, o Cavok Brasil agradece mais uma vez nosso colaborador Mauro Lins de Barros pelo relato do evento que encantou o público carioca durante a semana do Dia do Aviador, e ao colaborador Ricardo Pereira que cedeu algumas de suas imagens para divulgarmos aqui.

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Museu Aeroespacial (MUSAL) coloca em exposição mais cinco aeronaves

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O MUSAL colocou em exposição cinco aeronaves que eram da FAB. (Foto: MUSAL)

O Museu Aeroespacial (MUSAL), no Rio de Janeiro, colocou em exposição neste mês cinco novas aeronaves: um AT 26 Xavante 4462, primeiro da FAB, construído em 1971, um AT-26A IMPALA, um U7 SENECA, um rebocador G-19 IPANEMA, um BOEING 737-200 VC 96, que transportou oito Presidentes da República, e uma cabine do simulador da aeronave F-5, dos anos 90.

Vista do hangar do MUSAL onde estão quatro das novas aeronaves incluídas no acerto: o Seneca, o Atlas Impala, o Ipanema e o primeiro Xavante. (Foto: MUSAL)

Fonte: MUSAL

IMAGENS: Visita ao MUSAL, com direito a acionamento de P-47 e T-6 e uma olhadinha no Jaguar

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Em cerimônia no MUSAL no dia 20 de abril, foram acionados os motores do P-47 "B4" e o T-6 "Celacanto". (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nosso amigo e colaborador Mauro Lins de Barros esteve nessa sexta-feira, dia 20 de abril, visitando o MUSAL (Museu Aeroespacial) no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, e trouxe oara nós gratas surpresas, incluindo uma imagem do caça britânico SEPECAT Jaguar quase pronto, que vocês poderão ver a seguir.

A cerimônia ocorrida no MUSAL na sexta-feira, dia 20 de abril, foi para reinauguração dos hangares 8 e 9, e para apresentar a única aeronave IPT-16 Surubim "PP-ZDB", que foi completamente restaurada. (Fotos: Mauro Lins de Barros / Cavok)

A visita de sexta-feira foi devida a uma solenidade que ocorreu no MUSAL para a reinauguração dos Hangares 8 e 9, os quais estavam há muito tempo em péssimo estado de conservação e praticamente abandonados. A partir de agora, eles vão abrigar a “Reserva Técnica”. Aproveitando a ocasião, a direção do MUSAL incorporou ao acervo o único IPT-16 Surubim “PP-ZDB”.

O IPT-16 Surubim foi projetado em 1949, por Joséf Kovacs e Sílvio de Oliveira. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

O Surubim começou a ser projetado em 1949, por Joséf Kovacs e Sílvio de Oliveira. Desde o primeiro voo em 1959, demonstrou bom desempenho e excelente velocidade para a sua classe de potência. Após os ensaios, o trem retrátil foi substituído por um trem fixo. Voou então no Aeroclube de Rio Claro até 1988, quando foi doado ao MUSAL, já necessitando restauração. Por falta de recursos, esta não foi iniciada até recentemente. Segundo o MUSAL, não foi uma tarefa fácil, dadas a falta de desenhos originais e deterioração da estrutura de madeira. Mas valeu a pena, pois o Surubim está impecávelmente restaurado. Como curiosidade, Kovacs fez o bom uso de sua experiência com o Surubim para anos mais tarde projetar o Universal e posteriormente o treinador de sucesso EMB-312 Tucano.

No hangar 9 encontra-se o jato britânico Jaguar GR.1 que está quase pronto e promete ser uma das atrações do MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

No Hangar 9 estavam várias aeronaves, mas o destaque era o enorme SEPECAT Jaguar GR.1 “XX577”, nas cores da RAF, que foi doado pelo Reino Unido ao Brasil, e que encontra-se com a montagem bastante adiantada. A aeronave foi enviada ao Brasil em fevereiro desse ano.

O acionamento do motor do P-47 Thunderbolt...
... e o T-6 "Celacanto" já acionado, deixando os convidados empolgados com o ronco dos motores radiais. (Fotos: Mauro Lins de Barros / Cavok)

No final, como um brinde para os convidados, o Brigadeiro Bhering, Diretor do MUSAL, fez que fossem acionados os motores do P-47 ‘B4’ e do T-6 ‘Celacanto’. O som dos motores radiais foi com certeza uma música polifônica que há muito tempo não era ouvida pelos felizardos presentes.

A aeronave P-47 Thunderbolt "B4" com seu motor acionado no MUSAL. (Foto: Mauro Lins de Barros / Cavok)

Nosso amigo Mauro estará presente no domingo na Base Aérea de Santa Cruz, para o Dia da Aviação de Caça. Aguardamos ansiosamente as imagens do evento.

Nota do Editor: Agradecemos a gentileza do amigo Mauro pelo envio de belas imagens e por permitir que mais uma vez o Cavok passe uma informação em primeira mão aos seus leitores, relativo a situação atual do Jaguar no MUSAL. O amigo Mauro e seu irmão Flávio Lins de Barros estão fazendo o novo catálogo do MUSAL, que vai contar com grandes novidades.

RAF doa jato Jaguar GR1 para o MUSAL

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A aeronave SEPECAT Jaguar GR1, após desmontada na Inglaterra, sendo levada ao porto para seguir para o Rio de Janeiro. (Foto: Patrick)

O Museu Aeroespacial (MUSAL), sediado no Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro, em breve receberá uma nova aeronave, e dessa vez ela virá da Inglaterra. Um jato de ataque SEPECAT Jaguar GR1, usado pela Royal Air Force entre 1974 e 2007, foi desmontada no Reino Unido em  janeiro de 2012, e deve chegar ao Rio de Janeiro no final de fevereiro.

O adido aeronáutico da FAB em Londres, Cel. Dittrich, em frente a aeronave Jaguar GR1 doada para o MUSAL. (Foto: Patrick)

A aeronave virá desmontada, como pode ser visto nas imagens feitas pelo Sr. Patrick, e será transportada por um navio. A asa será enviada inteira e precisou de um suporte especial para o transporte.

O autor das fotos, junto ao Jaguar da RAF já desmontado e que será exposto ainda este ano no MUSAL.

A aeronave doada pela RAF foi levada até o porto por um caminhão especialmente preparado, e depois de chegar no MUSAL, deverá passar por mais três meses de montagem e preparação para ficar exposta em definitivo no acervo do museu.

VÍDEO: Avião presidencial VC-96 chega no Museu Aeroespacial

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A aeronave que serviu durante 34 anos a FAB no transporte de autoridades, chegou no dia 7 de novembro no Campo dos Afonsos, onde ficará exposto no Museu Aeroespacial (MUSAL), (Foto: FAB)

Depois de 34 anos de serviço ao país, a aeronave VC-96 (Boeing 737) realizou na segunda-feira  (7/11) sua última missão. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apoiou o transporte de sete Presidentes da República, no período de 1976 a 2010, foi levado de Brasília para o Rio de Janeiro e incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL). O pouso ocorreu às 11 horas no Campo dos Afonsos. Veja a seguir a matéria da Globo sobre a aeronave histórica.

Em 1976, a FAB adquiriu dois aviões Boeing 737, batizados de VC-96, matrículas 2115 e 2116, para a substituição do antigo VC-92 (BAC-111), o primeiro jato do Grupo de Transporte Especial (GTE) e que estava em operação desde 1968 para o transporte presidencial. “A aeronave foi utilizada por 34 anos, transportou sete presidentes e permitiu que o Brasil se fizesse presente no exterior e nos quatro cantos do país”, afirma o Tenente Coronel Aviador Emilio Carlos Ambrogi, Comandante do GTE.

A cabine de comando do Boeing 737 (VC-96) da FAB. (Foto: Agência da Força Aérea)

Da chegada desses aviões ao Brasil, em agosto de 1976, até a sua desativação, em 16 de abril do ano passado, os Boeing 737 da Força Aérea totalizaram mais de 50 mil horas de voo – o equivalente a mais de cinco anos ininterruptos de voo. Ao longo do período de operação, a aeronave passou por processos de modernização, como em 1989, quando teve a parte interna reconfigurada para um melhor cumprimento da missão.

A cabine reservada para a comitiva durante as missões governamentais. (Foto: Agência da Força Aérea)

Durante quase 10 anos, os VC-96 dividiram espaço nos hangares do GTE, em Brasília, e a honra de transportar presidentes com outra aeronave que já faz parte do acervo do MUSAL: o Vickers Viscount 789D (VC-90), que foi desativado na gestão do presidente João Figueiredo. O avião recebido pelo MUSAL, matrícula 2115, realizou mais de 20 mil pousos em missões de transporte presidencial.

Em 1980, o Boeing 737 da FAB realizou uma de suas missões mais lembradas: o VC-96 prefixo FAB 2116 percorreu 11 Estados transportando o Papa João Paulo II.

As duas aeronaves VC-96 que operavam no GTE foram substituídas por novos jatos da Embraer. (Foto: Agência da Força Aérea)

Os dois VC-96 (Boeing 737) foram substituídos no ano passado por modernas aeronaves VC-2 EMBRAER 190.

Ficha Técnica:
Comprimento – 30,48 m
Envergadura: 28,35 m
Altura: 11,28 m
Velocidade Máxima: 747 km/h

SAIBA MAIS – Museu Aeroespacial ( www.musal.aer.mil.br ) 

Fonte: Agência Força Aérea

 

Museu Aeroespacial do Rio de Janeiro recebe avião presidencial VC-96

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O Boeing 737 (VC-96) "FAB 2115", que era utilizado para transporte de autoridades. (Foto: FAB)

Depois de 34 anos de serviço ao país, a aeronave VC-96 (Boeing 737) realiza na próxima segunda-feira (7/11) sua última missão. O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que apoiou o transporte de sete Presidentes da República, no período de 1976 a 2010, será levado de Brasília para o Rio de Janeiro e incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (MUSAL).

Em 1976, a FAB adquiriu dois aviões Boeing 737, batizados de VC-96, matrículas 2115 e 2116, para a substituição do antigo VC-92 (BAC-111), o primeiro jato do Grupo de Transporte Especial (GTE) e que estava em operação desde 1968 para o transporte presidencial. “A aeronave foi utilizada por 34 anos, transportou sete presidentes e permitiu que o Brasil se fizesse presente no exterior e nos quatro cantos do país”, afirma o Tenente Coronel Aviador Emilio Carlos Ambrogi, Comandante do GTE.

Da chegada desses aviões ao Brasil, em agosto de 1976, até a sua desativação, em 16 de abril do ano passado, os Boeing 737 da Força Aérea totalizaram mais de 50 mil horas de voo – o equivalente a mais de cinco anos ininterruptos de voo. Ao longo do período de operação, a aeronave passou por processos de modernização, como em 1989, quando teve a parte interna reconfigurada para um melhor cumprimento da missão.

Durante quase 10 anos, os VC-96 dividiram espaço nos hangares do GTE, em Brasília, e a honra de transportar presidentes com outra aeronave que já faz parte do acervo do MUSAL: o Vickers Viscount 789D (VC-90), que foi desativado na gestão do presidente João Figueiredo. O avião recebido pelo MUSAL, matrícula 2115, realizou mais de 20 mil pousos em missões de transporte presidencial.

Em 1980, o Boeing 737 da FAB realizou uma de suas missões mais lembradas: o VC-96 prefixo FAB 2116 percorreu 11 Estados transportando o Papa João Paulo II.

Os dois VC-96 (Boeing 737) foram substituídos no ano passado por modernas aeronaves VC-2 EMBRAER 190.

Ficha Técnica:
Comprimento – 30,48 m
Envergadura: 28,35 m
Altura: 11,28 m
Velocidade Máxima: 747 km/h

Fonte: Agência Força Aérea

Museu Aeroespacial recebe Mirage que Ayrton Senna voou

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Um piloto da FAB dentro do caça F-103BR Mirage no qual Ayton Senna fez um voo. (Foto: Fernando Valduga / Cavok)

O Museu Aeroespacial (MUSAL) incorporou, na quinta-feira (04/08), em seu acervo a aeronave F-103DBR Mirage III, na qual voou, em 1989, o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna. Além do supersônico o Musal também recebeu umEmbraer Super Tucano (ALX) e um Embraer VU – 9 Xingu. As aeronaves estarão em exposição a partir do dia 9 de agosto, de terça a sexta-feira das 9h às 15h, sábados, domingos e feriados das 9h30 às 16h.

INCORPORAÇÃO DE AERONAVES NO ACERVO DO MUSAL

O evento que marcou a chegada das aeronaves contou com a presença de diversas autoridades civis e militares. Estavam presentes o Comandante Geral de Apoio, Tenente Brigadeiro do Ar Ricardo Machado Vieira; o Ex Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista; o Diretor do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho; o Diretor Superintendente do Instituto Embraer, Pedro Ferraz; e a Assessora de Gestão Corporativa e Relações Institucionais do Instituto Ayrton Senna, Naira Collaneri.

INCORPORAÇÃO DE AERONAVES NO ACERVO DO MUSALNa ocasião também foram apresentados os livros “Mirage III”, de Paulo Fernando Kasseb, e “No Céu, na Terra e no Mar – Memórias de um Piloto de provas”, do Coronel Aviador Luis Fernando Cabral.

Fonte: MUSAL

 

Embraer doa protótipo do jato ERJ 145 ao Musal

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O jato de testes Embraer EMB140 (PT-ZJA) já nas instalações do Museu Aeroespacial. (Foto: Embraer)

A Embraer entregou nesta sexta-feira o protótipo ERJ 140-801, de prefixo PT-ZJA, ao Museu Aeroespacial (MUSAL). A cerimônia foi realizada nas instalações do museu, localizado no Campo dos Afonsos, município do Rio de Janeiro. A aeronave, que deu início à bem-sucedida família de jatos regionais ERJ 145 da Empresa, passará a integrar o acervo do Museu, que hoje conta com cerca de uma centena de outras aeronaves históricas, muitas das quais fabricadas pela Embraer.

“O protótipo PT-ZJA é de incontestável valor histórico, pois foi utilizado para realizar os testes não somente de um, mas dos três diferentes modelos de jatos da família ERJ 145 da Embraer: ERJ 145, ERJ 135 e ERJ 140”, disse Pedro Ferraz, Diretor do Instituto Embraer de Educação e Pesquisa. “E é com enorme orgulho e satisfação que o transferimos para compor o valioso acervo do Musal.”

O primeiro modelo da família de jatos regionais foi o ERJ 145, resultado de uma demanda do mercado aeronáutico por jatos capazes de voar mais rápido e com menores custos. A Embraer começou a desenvolver uma aeronave a jato para 50 assentos em 1989, mas o projeto foi interrompido devido à crise por que passava a Empresa.

Em 1991, porém, o desenvolvimento do EMB 145 (designação original do ERJ 145) foi reativado, e, no mesmo ano, começaram os estudos para programar algumas alterações. Assim, o protótipo  PT-ZJA do ERJ 145 realizou o primeiro vôo em agosto de 1995, obtendo a primeira certificação do então CTA (Centro Técnico de Aeronáutica), atualmente DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em 1996.

Para atender ao mercado, a Embraer decidiu desenvolver novas versões utilizando a plataforma do ERJ 145, o que resultou no lançamento do ERJ 135, com fuselagem encurtada em 3,54m e capacidade para 37 assentos. Assim, o protótipo PT-ZJA, até então com características de um ERJ 145, teve a configuração original alterada para ERJ 135 e voou pela primeira vez em 4 de julho de 1998, obtendo as certificações do CTA e da Federal Aviation Administration (FAA) em 1999.

Posteriormente, como resposta às necessidades dos clientes, a Embraer anunciou o desenvolvimento do ERJ 140, em setembro de 1999. O modelo foi concebido para acomodar 44 passageiros, com fuselagem 2,12m maior do que a do ERJ 135 e 1,42m mais curta do que ERJ 140 matrícula PT-ZJA a do ERJ 145. Novamente, o protótipo PT-ZJA foi modificado em sua estrutura e voou pela primeira vez na configuração do ERJ 140 em 27 de junho de 2000.

Museu Aeroespacial inaugura exposição “A FAB na Guerra”

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O Museu Aeroespacial (MUSAL) abre ao público, a partir do dia 20 de novembro, a exposição “A FAB na Guerra”, no Campo dos Afonsos, na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ).

A mostra reúne peças originais trazidas pelos pilotos do Primeiro Grupo de Caça, como uniformes completos, distintivos e  coleções de armamento. Além disso,  réplicas de cenários contam episódios que fazem parte da história dos militares na campanha da Segunda Guerra Mundial. Todo este material foi entregue na Base Aérea de Santa Cruz e já fazia parte do acervo do MUSAL.

“A sociedade precisa conhecer quem são os heróis da FAB, que venceram barreiras físicas, meteorológicas e emocionais na Segunda Guerra Mundial”, disse a Major Sahara Buriti Cirino, museóloga e autora do projeto. Ouça a entrevista.

O que caracteriza a exposição atual é a interatividade. Entre as novidades do acervo, iconografias que nunca foram vistas pelo público, vídeos, mapas interativos que mostram os locais da Itália em que os pilotos foram abatidos, uma réplica do P-47 Thunderbolt, aeronave usada pelos militares. A exposição segue até a época atual, em que um mapa mostra as atuações da Força Aérea Brasileira nas Forças de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

A exposição “A FAB na Guerra” está aberta ao público de terça a sexta-feira, das 9h às 15 h, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 16h. A entrada é gratuita. O endereço do Museu Aeroespacial é Av. Marechal Fontenelle, 2000 – Campo dos Afonsos – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 2108-8954

Fonte: MUSAL

IMAGENS: Domingo Aéreo do Museu Aeroespacial – RJ

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Domingo foi dia de evento aéreo no Rio de Janeiro, a Esquadrilha da Fumaça esteve presente, e o Cavok também esteve no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Final de semana com mais show aéreo, e o Museu Aeroespacial (MUSAL) no Rio de Janeiro abriu seus portões para o tradicional evento “Domingo Aéreo” na Base Aérea dos Afonsos. O Cavok esteve presente e trás para você as imagens do colaborador Marco Vinicius Esteves.

O Grumman ShowCat da Wingwalker Marta Bognar. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

No mês de outubro, como sempre, ocorrem diversos eventos nas bases aéreas da FAB, todas em comemoração ao Dia do Aviador (23 de outubro), e como não podia ficar de fora, o MUSAL realizou mais um belo evento aeronáutico na Base Aérea dos Afonsos, no Rio de Janeiro, e cerca de 30 mil pessoas foram conferir de perto as aeronaves militares da Força Aérea Brasileira (FAB) e também outros shows de acrobacia com experientes pilotos.

O fantástico show aéreo de wingwalking da brasileira Marta Bognar, presença constante no Domingo Aéreo do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Marta se apresenta sobre a asa do seu avião Grumman Showcat especialmente preparado para este tipo de apresentação. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Outra aeronave de acrobacia que participou das apresentações foi o Extra 200 de Paulo Medina. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre os destaques a presença de Paulo Medina com seu novos Extra 200 e a única wingwalker da América Latina, a brasileiríssima Marta Bognar com seu Grumman Showcat, que sempre encanta o público com seu balé aéreo sobre a asa do biplano de acrobacia.

Os caças da FAB, como o F-5EM da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, fizeram diversas passagens sobre a pista nos Afonsos. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
O caça F-5EM do 1° Grupo de Aviação de Caça efetuo passagens baixas durante o Domingo Aéreo do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
A Esquadrilha da Fumaça esteve presente no Domingo Aérea do MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
No final da tarde, os sete aviões T-27 Tucano do EDA decolaram para mais uma de suas empolgantes apresentações. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
As cerca de 30 mil pessoas presentes no MUSAL aplaudiram várias manobras da Esquadrilha da Fumaça. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre as atrações militares em voo, passagens baixas de caças F-5EM do 1° Grupo de Aviação de Caça da Base Aérea de Santa Cruz (BASC) e aeronaves A-1 do Esquadrão Adelphi. Uma aeronave C-130 da Base Aérea do Galeão também fez uma passagem sobre a pista dos Afonsos, que ainda teve no final da tarde a sempre empolgante apresentação da Esquadrilha da Fumaça com as sete aeronaves T-27 Tucano pintados nas cores da bandeira brasileira.

Na exposição estática estava o Republic P-47 Thunderbolt "B4" que lutou com a FAB na Segunda Guerra Mundial, e reformado pelo MUSAL é hoje o único P-47 da FAB em condições de voo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Veículos militares e blindados também estiveram expostos no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Na estática, aeronaves veteranas como o P-47 Thunderbolt “B4” do Brig. João Eduardo Magalhães Motta, o único P-47 em condições de voo da FAB, e outras raridades do MUSAL, como um Mirage III, F-5, C-115 Buffalo, S-2 Tracker, Xavante, e diversos veículos militares.

Um helicóptero Esquilo da Polícia Militar do Rio de Janeiro ficou exposto para o público. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Um detalhe do helicóptero Sea King da Marinha Brasileira com a Esquadrilha da Fumaça ao fundo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)
Um helicóptero Super Puma da FAB efetuou uma demonstração de rapel durante o Domingo Aéreo no MUSAL. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

Dentre as aeronaves em operação, haviam um helicópteros Esquilo da Polícia Militar do Rio de Janeiro, um Sea King da Marinha Brasileira, e um helicóptero Super Puma da FAB, que também efetuou uma demonstração de rapel, além de paraquedismo e aeromodelos.

Durante o evento no MUSAL também teve paraquedismo com um dos integrantes descendo com a Bandeira do Brasil preso ao corpo. (Foto: Marco Vinicius Esteves / Cavok)

O Museu Aeroespacial também estava aberto para visitação, e quem quisesse pagar a pequena quantia de 3 reais podia conhecer todo o acervo de um dos maiores museus aeronaúticos do mundo, que possui um rico acervo de aeronaves históricas, militares e também civis.

Nota do Editor: Parabéns ao colaborador Marco Vinicius pela presteza em enviar em tão curto espaço de tempo o material fotográfico do Domingo Aéreo do MUSAL. Os leitores do Cavok também agradecem por ver em primeira mão como foi o evento.

Brasília recebe exposição em homenagem ao patrono da aviação de caça

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Parte da Exposição "Nero Moura 100 Anos" no Aeroporto Internacional de Brasília. (Foto: VI COMAR)

A Exposição Itinerante “Nero Moura 100 Anos” chegou ao Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek nesta sexta-feira (1), trazendo para Brasília um pouco da história do Patrono da Aviação de Caça no Brasil e um dos incentivadores da criação do Ministério da Aeronáutica: o Brigadeiro-do-Ar Nero Moura. A mostra, que na sua inauguração contou com a presença do Comandante do Sexto Comando Aéreo Regional, Brigadeiro-do-Ar Sérgio Peinado Mingorance, e do Superintendente da Infraero, Antonio Erivaldo Sales, fica em Brasília até o dia 10 de outubro, seguindo depois para Belém.

Idealizada e coordenada pelo MUSAL (Museu Aeroespacial), a exposição reúne painéis iluminados com textos e imagens sobre a trajetória do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, réplicas de objetos relativos à participação da FAB na Segunda Guerra Mundial, uma miniatura da aeronave P- 47 Thunderbolt, aeronave utilizada pelo 1º Grupo de Aviação de Caça no período da Segunda Guerra, além de um vídeo inédito sobre Nero Moura.

História

O Brigadeiro-do-Ar Nero Moura foi o fundador do Grupo de Transporte Especial e Ministro da Aeronáutica entre 1951 e 1954. Como ministro, Nero Moura foi responsável pela chegada dos primeiros caças a jato do Brasil, os Gloster Meteor, além da construção dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e Salgado Filho, em Porto Alegre. A exposição ficará aberta 24h e o visitante ainda recebe um livreto institucional comemorativo do centenário de nascimento do Brigadeiro.

Exposição “Nero Moura 100 Anos”
Local: Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek
Data: 1º a 10 de outubro
Exposição ficará aberta ao público 24h

Fonte: VI COMAR

Exposição comemora centenário de nascimento de Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça, no RJ

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Vista da Exposição Nero Moura 100 AnosEm comemoração ao Centenário de Nascimento do Brigadeiro-do-Ar Nero Moura, Patrono da Aviação de Caça Brasileira,o Comando da Aeronáutica abriu ao público, no dia 27 de agosto, a exposição Nero Moura 100 Anos, no  Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Antônio Carlos Jobim. A mostra itinerante fica no local até o dia 12 de setembro e depois segue para Recife.

Com produção executiva do Museu Aeroespacial e pesquisa do Centro de Documentação da Aeronáutica , a exposição temporária possui painéis iluminados, maquete de P-47 Thunderbolt, vitrines com réplicas, além da exibição de vídeo inédito sobre a trajetória de Nero Moura com destaque para sua participação na Segunda Guerra Mundial.
A solenidade de abertura contou com as presenças do Brigadeiro-do-Ar Márcio Bhering Cardoso, Diretor do Museu Aeroespacial, e do Superintendente do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, André Luis Marques de Barros.

carreira

Nero Moura nasceu na Cidade de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, em 30 de janeiro de 1910. Filho de fazendeiros de arroz, fez o curso primário no próprio município indo depois cursar o Colégio Militar de Porto Alegre.

Em 1927, foi admitido como Cadete na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte escolheu a Arma de Aviação sendo transferido para Escola de Aviação Militar (E.A.M.), no Campo dos Afonsos, onde completou os estudos de Oficial Aviador do Exército. Foi declarado Aspirante em 22 de novembro de 1930 e em janeiro de 1931 promovido a Segundo Tenente. Suas primeiras missões foram no Correio Aéreo Militar.Vista da Exposição Nero Moura 100 Anos

Advindo a Revolução de 1932, Nero Moura participou do lado das forças legais executando voo de reconhecimento, bombardeio e ataque ao solo na região do Vale do Paraíba. Chegou a completar 100 horas de voo em missões reais.

Passada a Revolução foi convocado para ser instrutor de voo na E.A.M. Sua promoção a Primeiro-Tenente ocorreu em 1933 e, em 1934, deixou a Escola de Aviação para fazer o curso de aperfeiçoamento na França.

Logo ao regressar, participou do combate à Intentona Comunista de 1937, onde vários de seus colegas foram assassinados a sangue frio no Campo dos Afonsos. No dia 28 de novembro, realizou uma missão real de bombardeio ao Terceiro Regimento de Infantaria na Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

Após a promoção a Capitão em 1937, foi designado Subcomandante e Comandante substituto do Terceiro Regimento de Aviação em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Tinha ordens de, se necessário, combater um possível levante do governo estadual.

Com a criação do Ministério da Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira em 1941, Nero Moura participou de sua organização já como Major-Aviador, tendo sido instrutor do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.

Em 28 de dezembro de 1943, foi designado Comandante do Primeiro Grupo de Aviação de Caça com a missão de organizá-lo para combater na Segunda Guerra Mundial. Seu desempenho como comandante foi excepcional e, apesar de inúmeras dificuldades, conseguiu que o seu Grupo fosse um dos mais eficientes e destacados no teatro de operações do centro sul europeu.

Nero Moura cumpriu sessenta e duas missões de combate na Itália e várias outras de patrulha no Atlântico Sul. Pelos seus feitos na guerra recebeu as seguintes condecorações: Medalha da Campanha da Itália, Medalha da Campanha do Atlântico Sul, Cruz de Aviação fita “A” com três estrelas, Distiguished Fying Cross (E.U.A.), Air Medal With Two Stars (E.U.A.), Legion du Merit (França), Croix de Guerre Avec Palm (França), Order of the British Empire (Inglaterra).

Em setembro de 1945, como Tenente Coronel, foi designado Comandante do Primeiro Regimento de Aviação em Santa Cruz. Esta função, à época, era mais abrangente do que um comando de Base Aérea.

Seus feitos em combate, durante toda a sua carreira de Oficial, permitiram computar legalmente o tempo de serviço necessário à passagem para a reserva, com todos os direitos assegurados e uma experiência de mais de cinco mil horas de voo. Nero Moura, com trinta e cinco anos de vida, dedicou-se então à Aviação Civil, tendo sido fundador e organizador da Aerovias Brasil e do Loyde Aéreo.

Getulio Vargas ao ser eleito para Presidente da República, o convidou para ser Ministro da Aeronáutica em 1951.

Nero Moura com sua personalidade congregadora e perfil profissional invejável, conseguiu fazer uma administração excelente, apesar do fato inusitado de ser o Oficial-General mais moderno e mais jovem da Força Aérea.

Neste período, a Aviação de Caça recebeu os aviões Gloster Meteor, tornando a uma das mais bem equipadas e profissionais forças aéreas da época. Em agosto de 1954, pediu demissão do Ministério da Aeronáutica e voltou a dedicar se às atividades civis.

Nero Moura sempre manteve estreita ligação de amizade com todos os seus subordinados da Campanha da Itália, sem qualquer distinção. Após a Revolução de 1964, em solidariedade a alguns desses subordinados que foram proibidos de entrar em unidades militares, Nero Moura não compareceu mais a nenhuma festividade cívico-militar até o ano de 1979.

Sua reprovação silenciosa teve grande influência na revogação deste ato. No dia 22 de abril de 1979, o então Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, Ministro da Aeronáutica foi a sua casa e pessoalmente o convidou e o conduziu à Base Aérea de Santa Cruz onde, junto com todos os seus companheiros, foi reverenciado e assistiu às solenidades do Dia da Caça.

As tradicionais e concorridas reuniões mensais em sua residência no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, continuaram acontecendo até o fim de sua vida.

Nero Moura faleceu aos 84 anos, no dia 17 de dezembro de 1994, e permanece, em espirito, junto a todos os caçadores brasileiros.

Fonte: Agência Força Aérea/MUSAL

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