Saab

Inicio Tags Operações Militares

Tag: Operações Militares

IMAGENS: Raptors e Typhoons treinam em conjunto no exercício Razor Talon nos EUA

11
Um KC-10 Extender atribuído à 305ª Ala de Mobilidade Aérea, da Base Conjunta McGuire-Dix-Lakehurst, Nova Jersey, reabastece em voo dois Eurofighter Typhoons da RAF e um F-22 Raptor da USAF durante o Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)
Um KC-10 Extender atribuído à 305ª Ala de Mobilidade Aérea, da Base Conjunta McGuire-Dix-Lakehurst, Nova Jersey, reabastece em voo dois Eurofighter Typhoons da RAF e um F-22 Raptor da USAF durante o Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)

Várias aeronaves militares dos EUA e do Reino Unido, incluindo caças F-22 Raptor e Eurofighter Typhoons, estão participando de um exercício militar conjunto na costa leste dos EUA, o Razor Talon, que ocorre a partir da Base Aérea de Seymour Johnson, Carolina do Norte.

“Sob o conceito Air-Sea Battle, vamos realizar” operações combinadas “num novo nível, trabalhando juntos para estabelecer exercícios mais integrados contra ameaças mais realistas.”

Após essas palavras do ex-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o general aposentado Norton Schwartz e do Chefe de Operações Navais Almirante Jonathan Greenert, as unidades da Base Aérea Seymour Johnson, Carolina do Norte, e outras unidades de aviação tática e de apoio da Costa Leste participam desde o dia de 7 de fevereiro de 2013, durante o primeiro internacional e maior exercício Razor Talon até a data.

Essa é a primeira vez que uma delegação internacional participa do exercício Razor Talon, e a RAF teve a honra de levar seus Typhoons para Carolina do Norte. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)
Essa é a primeira vez que uma delegação internacional participa do exercício Razor Talon, e a RAF teve a honra de levar seus Typhoons para Carolina do Norte. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)

Um total de 75 aeronaves, compostas por 12 diferentes tipos, participaram da oportunidade de treinamento conjunto de baixo custo entre os serviços. O exercício de grande força visa empregar modernos conceitos operacionais, tais como o Air-Sea Battle e apoio aéreo marítimo.

No exercício mais recente, a unidades executado um processo de planejamento tático e operacional multinacional integraram múltiplos meios Força Aérea dos EUA, Marinha e meios da Real Força Aérea britânica (RAF) em todo planejamento, execução e debrief. O cenário tático envolveu forças amigas lutando por um lugar contestado no espaço aéreo durante a tentativa de destruir as ameaças ar-ar e terra-ar num ambiente planejado e sensível ao tempo em toda a costa da Carolina do Norte.

Um caça bombardeiro F-15E Strike Eagle da 4ª Ala de Caça, da Base Aérea de Seymour Johnson, voa durante o Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)
Um caça bombardeiro F-15E Strike Eagle da 4ª Ala de Caça, da Base Aérea de Seymour Johnson, voa durante o Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)

“Treinamos com vários serviços e parceiros internacionais”, disse o tenente-coronel Paul Birch, comandante do 4° Esquadrão de Operações de Apoio. Tínhamos seis caças Eurofighter Typhoon da Royal Air Force participando neste exercício.”

O exercício Razor Talon foi projetado para treinar as tripulações na supressão das defesas aéreas inimigas, táticas de ataque de superfície e reabastecimentos aéreos enquanto se familiarizam com diversas unidades na integração conjunta durante uma oportunidade de treinamento única. As unidades de serviços conjuntos envolvidos são capazes de empregar eficientemente o trabalho em equipe entre as forças aéreas e navais, minimizando os custos, disse o major Ronen Segal, chefe de programação dos voos.

Um F-22 Raptor da Base Aérea de Langley reabastece em voo com um KC-10 durante o exercício Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)
Um F-22 Raptor da Base Aérea de Langley reabastece em voo com um KC-10 durante o exercício Razor Talon. (Foto: Staff Sgt. Andy M. Kin / U.S. Air Force)

A Coronel Jeannie Leavitt, comandante da 4ª Ala de Caça, disse que a realização do exercício Razor Talon só exige o custo normal de voos de treino de rotina, porque o lançamento de aeronaves, voos e retornos das aeronaves ocorrem nas bases natais.

“Esta é uma iniciativa doméstica iniciada pela 4ª Ala de Caça para permitir grandes oportunidades de emprego da força no exercício para unidades ao longo da Costa Leste”, disse Leavitt. “Existe um planejamento de missão e briefings que acontecem entre as diversas bases, a execução no ar, e então nós voltamos e realizamos o debriefing a partir de locais remotos.”

Um caça F-16 Fighting Falcon da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul, durante o exercício Razor Talon. (Foto: Master Sgt. Shane A. Cuomo / U.S. Air Force)
Um caça F-16 Fighting Falcon da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul, durante o exercício Razor Talon. (Foto: Master Sgt. Shane A. Cuomo / U.S. Air Force)

Muitos outros envolvidos concordaram que o espaço aéreo faz do Razor Talon um campo de treinamento estratégico viável e permite que as unidades da Base Aérea de Seymour Johnson possam permanecer na vanguarda de conceitos operacionais.

“Nós temos alguns dos melhores espaços aéreos no país (para a formação conjunta), pois, na costa da Carolina do Norte há bases do Corpo de Fuzileiros Navais, da Marinha e da Força Aérea e todos nós podemos treinar juntos efetivamente aqui em casa”, disse Birch. “Para tornar efetivo o Air-Sea Battle (treinamento), você precisa praticar onde as unidades de serviços comuns tenham acesso à água”.

Um caça F-16 da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul, se aproxima do KC-10 para reabastecer em voo. (Foto: Master Sgt. Shane A. Cuomo / U.S. Air Force)
Um caça F-16 da Base Aérea de Shaw, Carolina do Sul, se aproxima do KC-10 para reabastecer em voo. (Foto: Master Sgt. Shane A. Cuomo / U.S. Air Force)

Dr. Milan Vego, Professor de Operações na Escola de Guerra Naval, disse que acredita que a recente ênfase da Força Aérea e da Marinha na guerra futura, que pode incluir o emprego marítimo conjunto, provocou o aumento de iniciativas para enfatizar o Apoio Aéreo Marítimo e outras oportunidades de domínio do treinamento combinado.

O conceito de batalha ar-mar, um dos vários conceitos operacionais previamente aprovados pelo ex-presidente do Joint Chiefs of Staff almirante Mike Mullen, foi desenvolvido para orientar os esforços para treinar e preparar as forças aéreas e navais para o combate. A visão para o Air-Sea Battle é para os diferentes serviços refinarem seus esforços de cooperação contra um inimigo muito capaz.

Uma equipe prepara um KC-135 Stratotanker para uma missão durante o Razor Talon. (Foto: Master Sgt. Shane A Cuomo / U.S. Air Force)
Uma equipe prepara um KC-135 Stratotanker para uma missão durante o Razor Talon. (Foto: Master Sgt. Shane A Cuomo / U.S. Air Force)

“O Razor Talon tem sido crescente. Ele começou mais centrado na Força Aérea, mas temos agora sido capaz de incorporar nossos parceiros conjuntos e internacionais, com uma variedade de plataformas”, disse Leavitt. “Estamos recebendo uma maior participação enquanto mais pessoas aprendem sobre ele; no futuro, gostaríamos de incorporar mais presença da Marinha e navios de superfície também.”

O Exercício Razor Talon está programado para ocorrer mensalmente ao longo de 2013.

Texto: 1st Lt. Keavy Rake / 4th Fighter Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

Nota do Editor: Não percam nesse domingo a cobertura fotográfica do Cavok Brasil no maior exercício militar do mundo, o Red Flag realizado na Base Aérea de Nellis, Nevada. São mais de 50 fotos.

 

Enhanced by Zemanta
Anúncios

IMAGEM: Formação de combate no exercício Cope North 2013

4
Na foto, uma formação com as aeronaves B-52, F-15J, F-15C, F-16C, F/A-18A, F/A-18F e F-2, participantes do exercício Cope North 2013. (Foto: U.S. Air Force)
Na foto, uma formação com as aeronaves B-52, F-15J, F-15C, F-16C, F/A-18A, F/A-18F e F-2, participantes do exercício Cope North 2013. (Foto: U.S. Air Force)

Aeronaves participantes do exercício Cope North 2013, que está sendo realizado na Base Aérea de Andersen, Guam, realizaram um voo em formação sobre o Oceano Pacífico no dia 5 de fevereiro. O exercício prossegue até o dia 15 de fevereiro.

Participaram do voo aeronaves F-16 Fighting Falcons, B-52 Stratofortress, F-15 Eagles, E-3 Sentry, C-130 Hercules e KC-135 da Força Aérea dos EUA; F/A-18F Super Hornets da Marinha dos EUA; F-15J Eagles, F-2, C-130 Hercules, KC-767 e E-2C Hawkeye da Força de Autodefesa Aérea do Japão, e F/A-18A Hornets, E-7A Wedgetail, KC-30A MRTT e C-130J Hercules da Real Força Aérea Australiana.

Durante o exercício Cope North os aviadores treinam táticas integradas de combate. O Cope North é um exercício multilateral de assistência aérea humanitária e de socorro, realizado anualmente, e concebido para aumentar a prontidão de combate e interoperabilidade das forças armadas dos EUA, Japão e Austrália.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Jatos de combate AMX da Força Aérea Italiana realizam treinamento conjunto com a Força Aérea Israelense

27
Um jato de combate AMX da Força Aérea Italiana decola da Base da Força Aérea Israelense de Ovda, no sul de Israel. (Foto: Israel Air Force)
Um jato de combate AMX da Força Aérea Italiana decola da Base da Força Aérea Israelense de Ovda, no sul de Israel. (Foto: Israel Air Force)

A Força Aérea Italiana partiu de Israel depois de terminar um exercício de cooperação com os esquadrões de combate da Força Aérea israelense. Esta foi a terceira visita da força aérea italiana na Base Aérea de Ovda no sul de Israel.

“Nós temos um monte de apreço pela Força Aérea israelense, que é famosa por seu profissionalismo”, disse o major Marco, chefe da equipe italiana. “Para nós podermos trabalhar juntos, temos que entender todos procedimentos da outra equipe”.

Um jato AMX dentro de um hangar na Base Aérea de Ovda. (Foto: Israel Air Force)
Um jato AMX dentro de um hangar na Base Aérea de Ovda. (Foto: Israel Air Force)

Durante a primeira semana do treinamento, os pilotos italianos das aeronaves AMX praticaram uma simulação com o esquadrão inimigo israelense, “Flying Dragon”, que foi responsável por tornar o exercício particularmente desafiador.

“No começo, os italianos escolheram por praticar lançamento de armas e lidar com as ameaças terra-ar”, disse o Major Iftach, comandante-adjunto do esquadrão “Flying Dragon”. “A segunda parte do exercício teve um aspecto mais operacional para eles: Nós construímos um cenário, um país inimigo simulado, e a missão foi atacar os seus alvos”.

Um caça F-16 do Esquadrão "Flying Dragon" da Força Aérea de Israel. (Foto: Israel Air Force)
Um caça F-16 do Esquadrão “Flying Dragon” da Força Aérea de Israel. (Foto: Israel Air Force)

Entre lançar as armas e cruzar as fronteiras em decolagens (para o país inimigo simulado), os pilotos italianos foram capazes de treinar com outros esquadrões de combate da Força Aérea de Israel: F-16 do “Golden Eagle” e F-15 dos “Knights of the Twin Tail”, todos lutando juntos contra a “formação inimiga”.

O exercício acima dos céus do sul de Israel é familiar para os pilotos israelenses, mas fornece aos pilotos italianos um amplo espaço aéreo desconhecido.

“Nós podemos voar muito mais baixo aqui”, explica o Major Marco. “Na Itália há muitas cidades populosas, que são densamente povoadas e por isso não podemos voar em baixas altitudes, como um país envolvido com a OTAN. Essa experiência contribuiu para o nosso trabalho operacional significativamente”.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Typhoons da RAF participam nos EUA do exercício Western Zephyr junto com caças Raptors

0
Um caça Eurofighter Typhoon FGR4 da Real Força Aérea britânica na linha de voo da Base Aérea de Langley, Virginia. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)
Um caça Eurofighter Typhoon FGR4 da Real Força Aérea britânica na linha de voo da Base Aérea de Langley, Virginia. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)

Cerca de 200 aviadores britânicos do XI Esquadrão da Força Aérea Real (RAF) uniram forças com a 1ª Ala de Caça da Força Aérea dos EUA num primeiro esforço conjunto de integração do caça F-22 Raptor e o Typhoon FGR4 na Base Aérea de Langley, Virginia.

Um caça F-22 Raptor se prepara para decolar na Base Aérea de Langley, Virginia. (Foto: Tech. Sgt. Bennie J. Davis III / U.S. Air Force)
Um caça F-22 Raptor se prepara para decolar na Base Aérea de Langley, Virginia. (Foto: Tech. Sgt. Bennie J. Davis III / U.S. Air Force)

“O exercício nos dá a interação valiosa com nossos aliados, assim como uma grande oportunidade de se integrar com o Typhoon”, disse o coronel Kevin Robbins, comandante da 1ª Ala de Caça. “É importante para nós, como parceiros de coalizão ter esse nível de familiaridade, para nos tornar mais proficientes taticamente, esperando nunca vir a utilizar essa formação.”

As duas unidades vão participar no Exercício Western Zephyr, testando as capacidades e táticas, tanto do Raptor como do Typhoon. O Comandante do Esquadrão XI, Wells Rich, enfatizou o valor educativo do exercício para os dois esquadrões.

A RAF levou os caças Eurofighter Typhoon da Base da RAF de Conigsby para os EUA, onde eles participarão de dois exercícios conjuntos com a USAF. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)
A RAF levou os caças Eurofighter Typhoon da Base da RAF de Coningsby para os EUA, onde eles participarão de dois exercícios conjuntos com a USAF. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)

“É uma excelente oportunidade e um investimento no futuro”, disse ele. “Trouxemos vários pilotos mais novatos para ganhar a valioso interação piloto-a-piloto que nos ajuda a compreender e utilizar a nossa tecnologia da melhor maneira possível. Estamos construindo nossa força do futuro.”

A proficiência é importante para ambos os países. O Esquadrão XI viajou desde a Base da RAF de Coningsby para participar dos exercícios de coalizão. Até Langley, o Eurofighters fizeram escalas em Açores e Bermudas. Após o exercício Western Zephyr, o esquadrão vai voar para a Base Aérea de Nellis, em Nevada para participar do prestigiado exercício Red Flag.

Os caças Typhoon do Esquadrão XI da RAF, durante o Exercício Western Zaphyr. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)
Os caças Typhoon do Esquadrão XI da RAF, durante o Exercício Western Zaphyr. (Foto: Senior Airman Kayla Newman / U.S. Air Force)

“O Raptor é uma aeronave furtiva de quinta geração e precisamos trabalhar com eles para melhorar a nossa capacidade de articulação”, disse o Squadron Leader Andy Chisholm, diretor executivo do Esquadrão XI. “É um relacionamento mutuamente benéfico. Você tem que praticar e a prática faz a perfeição.”

Tanto os Estados Unidos como seus aliados participam de tais exercícios para operar eficientemente em compromissos atuais e futuros.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Bombardeiros B-1 participam de exercício conjunto com a Marinha dos EUA

2
Um caça F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA voam em formação com um B-1B Lancer da Força Aérea dos EUA. (Foto: Lt. Marques Jackson / U.S. Navy)
Um caça F/A-18F Super Hornet da Marinha dos EUA voam em formação com um B-1B Lancer da Força Aérea dos EUA. (Foto: Lt. Marques Jackson / U.S. Navy)

Os bombardeiros B-1 da Base Aérea de Dyess, Texas, participaram de um exercício de treinamento de unidade combinada, ou COMPTUEX, entre os dias 24 e 29 de janeiro, em apoio ao Grupo de Ataque do porta-aviões USS Harry S. Truman (CVN 75).

O COMPTUEX é uma série de cenários de treinamento destinados a certificar o grupo de ataque do porta-aviões enquanto implantado, como força de combate preparada e capaz de completar as operações em teatros no exterior. O exercício incorporou uma variedade de missões que incluiram defesa aérea, interdição marítima e guerra anti-submarina.

As tripulações da 7ª Ala de Bombardeiros participaram do exercício, fornecendo uma defesa marítima conjunta para o grupo de ataque do Truman.

O cenário COMPTUEX envolveu um aliado amigável em guerra em uma área altamente volátil, propensa ao terrorismo. Embarcações e pessoal de treinamento desempenharam o papel de forças hostis dentro de cada cenário.

“Nosso papel durante estes tipos de exercícios é igual ao que estamos fazendo em treinamentos operacionais em bem mais de uma década, proporcionando uma escolta de comboio armada, mas, neste caso, é um grupo de ataque de porta-aviões”, disse a capitã Alicia Datzman, do 377° Esquadrão de Testes e Avaliação. “A área que você está protegendo num papel do tipo de Defesa Marítima Conjunta (JMD) é extremamente vasto e parte desse problema tático é encontrar onde estão as ameaças e como proteger nossos ativos.”

Atualmente, o pessoal do 337° Esquadrão de Testes e Avaliação está escrevendo um boletim sobre as táticas de JMD, técnicas e procedimentos que especificamente utilizam suas estruturas de comunicações atuais (antes do Link-16) e a tecnologia de pods de sensores de designação avançados que em breve estará operacional.

De acordo com Datzman, a JMD é uma missão que as tripulações destacadas no Oriente Médio poderão ser incumbidas de apoiar, impactando diretamente no atual conjunto de missões do B-1.

“Participar desses tipos de exercícios é enorme para nós, porque estamos operando num ambiente que não é familiar para a comunicade B-1”, disse o major Brian Baker, do 77º Esquadrão de Armas. “Pequenas coisas que você não pode praticar ou se preocupar até que você esteja realmente nesse ambiente, tais como comunicações, fazendo uma grande diferença quando se trabalha numa operação conjunta entre as forças armadas.

“Os erros e as lições aprendidas nesses exercícios realizados são propagadas para o resto da comunidade B-1. Nem todo mundo vai ter a chance de participar desses tipos de exercícios”, acrescentou Baker. “As poucas vezes que nós começamos a participar nestes exercícios de força de grande porte, é preciso obter todas lições únicas aprendidas possível, porque a próxima vez que alguém fizer parte de uma missão como essa, ela poderá ser de verdade.”

Este exercício multi-serviço é parte de uma nova iniciativa do Departamento de Defesa conhecida como o conceito Air-Sea Battle (Batalha Aérea-Marítima).

O conceito Air-Sea Battle orienta os serviços, que trabalham em conjunto para manter uma vantagem contínua dos EUA contra a proliferação global de tecnologias avançadas e de capacidades militares de anti-accesso/negação de área. O Air-Sea Battle é projetado para alavancar as capacidades militares e tecnológicas que se refletem na cooperação, colaboração, integração e aplicações de recursos entre a Marinha, Fuzileiros Navais e Força Aérea dos EUA.

“Quando você pensa em integração conjunta na guerra do amanhã com o país X, Y ou Z, é assim que nós vamos ter que lutar”, disse Datzman. “É essencial treinar a nossa forma de lutar.”

Texto: Airman 1st Class Charles V. Rivezzo / 7th Bomb Wing Public Affairs – Tradução: Cavok

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

RED FLAG 13-2: Cavok Brasil está presente no maior treinamento de combate aéreo do mundo

4
Um bombardeiro B-1B Lancer da Base Aérea de Dyess chega para pouso na Base Aérea de Nellis, Nevada, enquanto ao fundo um MH-60R Pave Hawk permanece em voo pairado. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Um bombardeiro B-1B Lancer da Base Aérea de Dyess chega para pouso na Base Aérea de Nellis, Nevada, enquanto ao fundo um HH-60R Pave Hawk permanece em voo pairado. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Pela primeira vez, o Cavok Brasil está presente no maior exercício militar de combate aéreo do mundo, o Red Flag, que está sendo realizado na Base Aérea de Nellis, Nevada. O Red Flag 13-2 ocorre entre os dias 21 de janeiro e 1° de fevereiro, e vai contar com a presença das aeronaves JAS39 Gripen da Suécia e de caças F-16 da Holanda e de Cingapura.

Um caça JAS39 Gripen C da Força Aérea Sueca se aproxima para pouso na Base Aérea de Nellis, Nevada, durante o Red Flag 13-2. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Um caça JAS39 Gripen C da Força Aérea Sueca se aproxima para pouso na Base Aérea de Nellis, Nevada, durante o Red Flag 13-2. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

O Red Flag é um realista exercício de treinamento de combate, envolvendo as forças aéreas dos Estados Unidos e seus aliados. O exercício ocorre próximo a Las Vegas, na Área de Teste e de Formação de Nevada. Com 1.900 possíveis alvos, sistemas de ameaças reais e uma força inimiga de oposição que não pode ser replicado em qualquer outro lugar no mundo, a área de testes de Nevada e da Base Aérea de Nellis fornecem as forças de combate aéreo uma capacidade de treinamento conjunto única no mundo.

Dois aviões de ataque A-10 Thunderbolt II chegam em Nellis após uma missão no Red Flag 13-2. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)
Dois aviões de ataque A-10 Thunderbolt II chegam em Nellis após uma missão. (Foto: Ricardo von Puttkammer / Cavok)

Mais de 90 aeronaves estão programadas para partir Nellis duas vezes por dia, ao meio-dia e depois ao redor das 18hs hora local, com aeronaves permanecendo em voo por até oito horas. Veja a seguir a lista das aeronaves presentes.

Aeronaves e unidades participantes do Red Flag 13-2:

Função Aeronave Base
Equipe Aérea Vermelha F-16
F-15
65 AGRS, Nellis AFB, NV
64 AGRS, Nellis AFB, NV
Equipe Aérea Azul F-16 125th FS, Tulsa, OK
Interdição B-1
B-52
F-15E
F-18E
9th Bomb Squadron, Dyess AFB, TX
7th Bomb Squadron, Barksdale AFB, LA
389th FS, Mountain Home AFB, ID
VFA 25, NAS Lemoore, CA
SEAD EA-18G
F-16CJ
VAQ 138, Whidbey Island NAS, WA
480th FS Spangdalem AFB, Germany
Comando & Controle E-3 552 ACW, Tinker AFB, OK
Reabastecimento KC-135 22 ARW, McConnell AFB, KS
Busca e Salvamento HH-60
HC-130
41st Rescue Squadron, Moody AFB, GA
71st Rescue Squadron, Moody AFB, GA

Além das aeronaves acima, oito caças JAS39 Gripen da Força Aérea da Suécia, mais caças F-16 da Real Força Aérea da Holanda e F-16s da Real Força Aérea de Cingapura fazem parte do Red Flag 13-2. No dia 25 de fevereiro será iniciado o Red Flag 13-3, com caças F-22 da Base Aérea de Holloman, que já estão em Nellis.

Hoje está ocorrendo o media-day e vamos divulgar em breve todas fotos do maior evento de treinamento de combate aéreo aqui para vocês. Não percam.

Solicitamos mais uma vez a ajuda de todos com contribuições espontâneas para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Se você gosta de ver notícias atualizadas aqui, colabore para manter o site no ar. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já, muito obrigado!




 

Enhanced by Zemanta

Nigéria envia aeronaves de combate F-7 e Alpha Jets para operação no Mali

6
Duas aeronaves Alpha Jets e um G222 foram destacados pela Nigéria para a Operação Serval no Mali. (Foto: Kenneth Iwelumo / Global Aviation Images)
Duas aeronaves Alpha Jets e um G222 foram destacados pela Nigéria para a Operação Serval no Mali. (Foto: Kenneth Iwelumo / Global Aviation Images)

A Força Aérea Nigeriana tornou-se a primeira nação, além da França, a enviar aeronaves de combate para o Mali, com a implantação de aeronaves Alpha Jets e dos supersônicos F-7N Airguard. As aeronaves vão participar da luta contra forças rebeldes extremistas no norte do Mali.

Os caças F-7N e os jatos Alpha Jets (conhecidos como ‘Dudu Bird’ na Nigéria) receberam a autorização para operação de combate pelo Chefe da Aeronáutica, o Marechal do Ar Alex Badeh, e decolaram do Aeroporto Internacional Nnamdi Azikiwe, em Abuja.

Um caça F-7Ni da Força Aérea da Nigéria.
Um caça F-7Ni da Força Aérea da Nigéria.

O comandante do componente aéreo, Marechal do Ar Tayo Oguntoyinbo, liderou a equipe das aeronaves Alpha Jet (matrículas NAF 455 e NAF 452) que voou para Niamey, na República de Níger, onde as aeronaves ficarão baseada durante as operações no Mali.

A Nigéria, além das aeronaves C-130 Hercules que vão permanecer no transporte de tropas, também enviou um avião de transporte G222, e nesse domingo deve enviar seus helicópteros de ataque Mi-35.

Junto com as aeronaves, a Nigéria está enviando 900 soldados, e grande parte desse contingente já foi levado nas aeronaves C-130 e G222.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




 

Enhanced by Zemanta

Estados Unidos e outras nações enviam aeronaves de apoio para Operação Serval no Mali

21
Uma aeronave de transporte militar C-17 Globemaster III da Real Força Aérea britânica (RAF) é carregada na Base Aérea francesa de Evreux. (Foto: EMA / Armée de L'Air)
Uma aeronave de transporte militar C-17 Globemaster III da Real Força Aérea britânica (RAF) é carregada na Base Aérea francesa de Evreux. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

Enquanto as forças militares francesas intensificam a luta contra os rebeldes extremistas no Mali, os EUA confirmaram nessa sexta-feira que estão enviando aeronaves militares para apoiar a missão francesa na Operação Serval. Além dos EUA, vários outros membros da OTAN e nações africanas estão enviando aeronaves e tropas para Operação Serval.

O Canadá enviou um C-17 para Evreux, de onde partem os voos com equipamentos e tropas francesas para o Mali. (Foto: EMA / Armée de L'Air)
O Canadá enviou um C-17 para Evreux, de onde partem os voos com equipamentos e tropas francesas para o Mali. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

O Departamento de Defesa dos EUA não confirmou a quantidade de aeronaves envolvidas, dizendo apenas que dentre as aeronaves estarão aviões de transporte e reabastecimento aéreo KC-130 Hercules que estão baseados em Sigonella, Itália, e aviões de transporte estratégico C-17 e C-5 de diversas bases no EUA. Todos aviões norte americanos vão ser usados para transporte de tropas e equipamentos militares a partir de bases aéreas francesas.

O Ministério de Defesa da França tem fretado aeronaves de transporte An-124 para transporte de equipamentos pesados.
O Ministério de Defesa da França tem fretado aeronaves de transporte An-124 para transporte de equipamentos pesados.

Os militares dos Estados Unidos ainda não confirmaram o uso de aeronaves não tripuladas para vigilância, mas existem relatos que os norte americanos já estariam fornecendo suporte de comunicação e de transporte aos militares franceses.

Grande parte das aeronaves da OTAN tem partido da França para as missões de transporte no Mali. Na foto acima, um C-17 pousa no Aeroporto de Bamako, enquanto ao fundo um An-124 taxia. (Fot: EMA / Armée de L'Air)
Grande parte das aeronaves da OTAN tem partido da França para as missões de transporte no Mali. Na foto acima, um C-17 pousa no Aeroporto de Bamako, enquanto ao fundo um An-124 taxia. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

O secretário de Defesa dos EUA Leon Panetta disse que o país vai continuar fornecendo apoio logístico e de inteligência para o esforço militar no Mali, mas enfatizou que a extensão do apoio seria limitada, dizendo que o Departamento de Defesa dos EUA eliminou a possibilidade de inserção de tropas no conflito.

O Canadá enviou um CC-177 Globemaster III para Operação Serval.
O Canadá enviou um CC-177 Globemaster III para Operação Serval.

Além dos Estados Unidos, o Canadá enviou para França no dia 16 de janeiro a primeira aeronave CC-177 Globemaster III, que está operando a partir da Base Aérea 125 de Istres-Le Tubé, em Istres, França. O CC-177 canadense levou para Bamako, capital do Mali, o Grupo de Helicópteros Aero-mòvel do Exército da França, além de 900 baterias.

A Nigéria enviou uma aeronave C-130 Hercules e cerca de 100 soldados.
A Nigéria enviou uma aeronave C-130 Hercules e cerca de 100 soldados.

No dia 17, chegaram ao Mali as primeiras unidades de apoio de nações africanas. A Nigéria foi a primeira nação africana a enviar um contingente militar, com a unidade da força aérea Enugu, composta de uma aeronave C-130 Hercules e cerca de 100 soldados, que está levando carga e soldados para Bamako. O Togo também enviou cerca de 150 soldados para região do conflito.

A aeronave C-17 Globemaster III da RAF no Aeroporto de Bamako, capital do Mali.
A aeronave C-17 Globemaster III da RAF no Aeroporto de Bamako, capital do Mali.

Já estão participando da Operação Serval as seguintes nações estrangeiras: Reino Unido, com duas aeronaves C-17 Globemaster III operando a partir da Base Aérea 105 d’Evreux; Bélgica e Dinamarca com aeronaves Lockheed Martin C-130H/Js Hercules; e C160 Transalls da Alemanha. A Bélgica também concordou no envio de dois helicópteros AgustaWestland AW109s para tarefas de evacuação médica.

Tropas francesas embarcam numa aeronave de transporte A310 da Força Aérea Francesa. (Foto: EMA / Armée de L'Air)
Tropas francesas embarcam numa aeronave de transporte A310 da Força Aérea Francesa. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

Nessa sexta-feira, o Ministro de Defesa da Espanha Pedro Morenes disse que seu país está enviando para o Mali uma aeronave C-130H Hercules e uma equipe de 50 instrutores para treinar os militares das nações africanas.

Três caças Mirage 2000D da Força Aérea Francesa se aproximam de um C135FR para receber combustível em voo sobre o Chade. (Foto: EMA / Armée de L'Air)
Três caças Mirage 2000D da Força Aérea Francesa se aproximam de um C135FR para receber combustível em voo sobre o Chade. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

Os aviões de combate franceses Rafale, Mirage 2000D e Mirage F1CR estão realizando cerca de 10 surtidas diárias a partir do aeroporto de N’Djamena, no Chade, mas com apoio disponível no aeroporto de Bamako. O Exército Francês está também usando vários helicópteros Eurocopter SA330 Puma a partir do aeroporto de Bamako para funções de transporte. A França está também enviando suas tropas para Bamako com o apoio de aeronaves Airbus A310 e A340 do Esquadrão de Transporte Esterel.

Um jato Mirage F1CR preparado para uma missão de reconhecimento tático sobre o Mali. (Foto: EMA / Armée de L'Air)
Um jato Mirage F1CR preparado para uma missão de reconhecimento tático sobre o Mali. (Foto: EMA / Armée de L’Air)

Até à data, a Operação Serval já mobiliza 2.700 soldados, incluindo 1.800 presentes no teatro de operações. Paris lançou sua operação militar no dia 11 de janeiro, no apoio ao governo de Mali, e de acordo com as resoluções 2056 e 2085 da Organização das Nações Unidas (ONU).

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!

 

Enhanced by Zemanta

OPERAÇÃO SERVAL: Detalhes da missão dos caças Rafales franceses no Mali

23
Um caça Rafale decola do aeroporto em N’Djamena, no Chade, durante a Operação Serval. (Foto: EMA / Armée de L'air)
Um caça Rafale decola do aeroporto em N’Djamena, no Chade, durante a Operação Serval. (Foto: EMA / Armée de L’air)

De acordo com o Estado Maior da Força Aérea da França, foram necessárias apenas 48 horas de preparativos para primeira missão de ataque dos caças Rafale no Mali. O ataque ocorreu no começo da manhã de domingo, em alvos islamistas no norte do Mali.

serval21lib6g

Os quatro caças Rafales vistos na Base Aérea de Saint-Dizier. (Foto: Armée de L'Air)
Os quatro caças Rafales vistos na Base Aérea de Saint-Dizier. (Foto: Armée de L’Air)

O Chefe do Estado Maior da Força Aérea, Denis Mercier, disse que desde o começo das missões do Rafale na Operação Serval, já foram destruídos um campo de treinamento, equipamentos de armazenamento e edifícios de logística do grupo islâmico Mujao em Gao e Taoussa. Foram usados quatro caças Rafale dos esquadrões EC 1/7 “Provence” e 2/30 “Normandie-Niémen”.

serval30wkbzw

serval26cnxpd

serval23goza1

serval31rqlv2

serval321ax9s

Preparativos antes da partida em Saint-Dizier dos quatro caças Dassault Rafale. (Foto: Armée de L'Air)
Preparativos antes da partida em Saint-Dizier dos quatro caças Dassault Rafale. (Foto: Armée de L’Air)

De acordo com a publicação francesa Lalsace, a Força Aérea Francesa alertou ainda na sexta-feira, dia 11, todos esquadrões de caças Rafale, incluindo nos Emirados Árabes Unidos, Mont-de-Marsan (Landes) e Saint-Dizier (Haute-Marne). A confirmação do ataque veio na noite do mesmo dia, quando foi decidido que os caças partiriam de Saint-Dizier. Ainda antes da meia-noite, foi confirmado o tipo de ataque. O sábado foi dedicado para equipar e armar os quatro Rafales na Base 113 de Saint-Dizier. Além disso, dois outros aviões chegaram a partir de Mont-de-Marsan, enviados para compensar um possível problema técnico no esquadrão de Saint-Dizier. No início da tarde, os quatro primeiros objetivos foram apresentados para os pilotos, que trabalharam com a estratégia da missão a partir de imagens obtidas por uma aeronave de observação Breguet Atlantique 2, e do sistema de satélite Plêiades. Os pilotos então estudaram os seus planos de rota, escolha de armas, etc, e por volta das 18 horas a partida foi confirmada. Pouco antes da partida, por volta das 22:30, dois novos alvos foram definidos, fazendo com que os Rafales voassem até às 7:30 da manhã.

serval34wly8m

serval36vgxq2

serval3532xcl

A chegada dos caças Rafale no Aeroporto de N'Dejane, no Chade, após ataques as forças islamistas no Mali. (Foto: Armée de l'Air)
A chegada dos caças Rafale no Aeroporto de N’Djamena, no Chade, após ataques as forças islamistas no Mali. (Foto: Armée de l’Air)

A missão total durou 9 horas e 35 minutos. Cinco reabastecimento em voo foram fornecidos pelos C-135FR durante toda a missão, que terminou no aeroporto de N’Djamena, no Chade. Os ataques a Gao foram rápidos e sucessivos com duas aeronaves. Em Taoussa, a estratégia foi diferente: um ataque compacto com quatro aviões.

serval42onz7m

serval38m4yq9

Os caças dispararam 21 armas guiadas de precisão em alvos no norte do Mali.  (Foto: Armée de l'Air)
Os caças dispararam 21 armas guiadas de precisão em alvos no norte do Mali. (Foto: Armée de l’Air)

Toda missão foi acompanhada em tempo real pela equipe do Comando Operacional da Força Aérea, em Paris e pelo pessoal de Operações Aéreas Nacionais de Lyon.

Nas últimas 24 horas, a Força Aérea Francesa realizou 8 missões contra 12 alvos localizados próximo a Diabali, que receberam o apoio de aeronaves C-135FR. Os caças Rafale receberam informações de jatos de reconhecimento Mirage F1CR.

serval69gtucn

Os caças Rafale continuam realizando missões de ataque contra alvos jihadistas.  (Foto: Armée de l'Air)
Os caças Rafale continuam realizando missões de ataque contra alvos jihadistas. (Foto: Armée de l’Air)

A Força Aérea da França possui até o momento na Operação Serval dois Mirage F1CRs, seis Mirage 2000Ds, quatro Rafales, três C-135FRs, um C-130, um C-160 e diversos helicópteros Cougar, Gazelles e Tigers.

O Reino Unido já enviou dois aviões de transporte C-17 usados para levar equipamentos e tropas para o Mali. A Dinamarca vai fornecer um C-130 Hercules e o Canadá já enviou um CC-177. A Bélgica deve enviar mais um C-130. Os EUA até o momento não confirmaram envio de drones ou aviões de apoio.

Colaborou o amigo Justin Case. Obrigado 😉

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




 

Enhanced by Zemanta

VÍDEO E IMAGENS: Aeronaves C-17 da RAF são destacadas para missão francesa no Mali

8
A segunda aeronave C-17 Globemaster III do Esquadrão 99 da RAF partiu de Brize Norton no final da tarde do dia 14, em apoio a missão francesa no Mali. (Foto: UK MoD / RAF)
A segunda aeronave C-17 Globemaster III do Esquadrão 99 da RAF partiu de Brize Norton no final da tarde do dia 14, em apoio a missão francesa no Mali. (Foto: UK MoD / RAF)

Conforme informado anteriormente, a Real Força Aérea do Reino Unido (RAF) enviou duas de suas aeronaves de transporte militar C-17 Globemaster III para a França, como parte do apoio logístico britânico para as operações militares francesas no Mali. Veja a seguir o momento que a segunda aeronave C-17 da RAF partia da Base da RAF de Brize Norton, Reino Unido.

Uma das aeronaves atrasou um pouco sua decolagem, após um pequeno problema técnico no momento que taxiava na Base da RAF de Brize Norton, em Oxfordshire, antes de seguir para França, mas decolou normalmente no final da tarde do dia 14.

Momento que a segunda aeronave C-17 da RAF chegava na França, para ser carregada com material de apoio para ofensiva no Mali, enquanto um An-124 fretado pelos franceses inicia táxi para decolagem com material militar de apoio. (Foto: AP / Michel Euler)
Momento que a segunda aeronave C-17 da RAF chegava na França, para ser carregada com material de apoio para ofensiva no Mali, enquanto um An-124 fretado pelos franceses inicia táxi para decolagem com material militar de apoio. (Foto: AP / Michel Euler)

Na França, as duas aeronaves C-17 (ZZ175 e ZZ176) já foram carregadas com veículos blindados e outros equipamentos militares na Base Aérea de Evreux-Fauville, em Paris, na França, antes de embarcar num vôo para a capital do Mali, Bamako.

A RAF vai usar suas aeronaves C-17 apenas no transporte de equipamentos militares no apoio aos franceses no Mali. (Foto: (AP / Michel Euler)
A RAF vai usar suas aeronaves C-17 apenas no transporte de equipamentos militares no apoio aos franceses no Mali. (Foto: (AP / Michel Euler)

A implantação das aeronaves britânicas segue o compromisso do Ministério de Defesa do Reino Unido em apoiar a luta militar francesa contra os rebeldes e organizações extremistas no norte do Mali, a pedido direto do Governo francês.

As aeronaves não vão participar de todas as missões de combate, e estão programadas para serem usadas apenas no transporte rápido de tropas estrangeiras e equipamentos para o país no Oeste Africano.

As duas aeronaves C-17 do Esquadrão 99 da RAF vão permanecer operando a partir da Base de Evraux, a 90 km de Paris. (Foto: Reuters / Andrew Winning)
As duas aeronaves C-17 do Esquadrão 99 da RAF vão permanecer operando a partir da Base de Evraux, a 90 km de Paris. (Foto: Reuters / Andrew Winning)

O comandante do Esquadrão de Transporte 99 da RAF, o Wing Commander Stu Lindsell, disse que a primeira aeronave partiu dentro de 24 horas após o início do planejamento da contingência. Os britânicos disseram que vão operar na região a partir de bases da França.

As duas aeronaves C-17 vão levar equipamentos militares para os franceses estacionados em Mali. (Foto: Reuters/Andrew Winning)
As duas aeronaves C-17 vão levar equipamentos militares para os franceses estacionados em Mali. (Foto: Reuters/Andrew Winning)

O comandante do Esquadrão de Treinamento de Voo 99, tenente David Blakemore disse: “O fato de uma outra nação chegar ao Reino Unido para pedir a sua capacidade de transporte é uma prova da reputação do C-17 forjada ao longo da última década.”

serval5868u1j

Um veículo militar francês é embarcado num C-17 da RAF, antes de seguir para África. (Foto: Reuters/Andrew Winning)
Um veículo militar francês é embarcado num C-17 da RAF, antes de seguir para África. (Foto: Reuters/Andrew Winning)

Enquanto isso, o Ministério da Defesa do Reino Unido também confirmou seu compromisso de apoiar a missão de treinamento da União Europeia no Mali, que vai manter uma implantação de 500 soldados europeus, incluindo 200 instrutores e 300 funcionários para proteção da força no país no Oeste Africano, já para o próximo mês.

Um veículo militar francês já dentro do compartimento de carga do C-17 da RAF. (Foto: Reuters/Andrew Winning)
Um veículo militar francês já dentro do compartimento de carga do C-17 da RAF. (Foto: Reuters/Andrew Winning)

Alimentado por quatro motores Pratt & Whitney F117-PW-100, o C-17 Globemaster III é um avião de transporte militar tático destinada a realizar o transporte aéreo estratégico rápido de tropas e cargas para bases operacionais principais ou bases operacionais avançadas em todo o mundo.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Gripens suecos seguem para o Red Flag 13-2 nos EUA com REVO sobre o Atlântico

21
Um KC-10 reabastece em voo um Gripen da Força Aérea Sueca que segue para o Red Flag nos EUA. (Foto: Forças Armadas da Suécia)
Um KC-10 reabastece em voo um Gripen da Força Aérea Sueca que segue para o Red Flag nos EUA. (Foto: Forças Armadas da Suécia)

Na sexta-feira, dia 11 de janeiro, oito caças JAS39 Gripen da unidade aérea F17 da Força Aérea Sueca partiram do Aeroporto de Malmö, na companhia de dois aviões tanques de apoio KC-10 (da Base Aérea de McGuire) e um KC-135 (da Base Aérea de McConnell) da Força Aérea dos EUA. O motivo era realizar a mais difícil jornada já realizada para participar do exercício de combate aéreo Red Flag 13-2 que ocorrerá a partir do dia 21 de janeiro na Base Aérea de Nellis, Nevada, prosseguindo até o dia 1° de fevereiro.

Mesmo já tendo participado duas vezes do Red Flag nos EUA (em 2006 em Nellis e em 2008 no Alasca), as Forças Armadas Suecas precisaram de vários meses de preparação e de treinamento para essa missão. Sendo a terceira vez que os suecos são convidados pelos EUA, demonstra que a Força Aérea dos EUA ficou impressionada com as aeronaves Gripen e em como usar elas taticamente.

Quatro caças JAS39 Gripen da Força Aérea Sueca acionam seus motores para partir da Base Aérea de Midenhall, no Reino Unido, durante translado para o Red Flag 13-2. Ao fundo um KC-10 de apoio da USAF. (Foto: Daren Eaton / Fence Check)
Quatro caças JAS39 Gripen da Força Aérea Sueca acionam seus motores para partir da Base Aérea de Mildenhall, no Reino Unido, durante translado para o Red Flag 13-2. Ao fundo um KC-10 de apoio da USAF. (Foto: Daren Eaton / Fence Check)

O translado do esquadrão 172 da unidade aérea F17 sueca vai levar cinco dias, contando com algumas escalas, como em Azorerna, Portugal e Maine, nos EUA. O esquadrão realizou uma escala técnica supresa na Base Aérea de Mildenhall, no Reino Unido, onde foram fotografadas na saída. Um problema na aeronave reabastecedora forçou o pouso antecipado antes de cruzar o oceano. Essa é a primeira vez que os Gripens suecos são reabastecidos em voo sobre o Atlântico. Parte do equipamento e da equipe de apoio segue daqui uns dias com outras aeronaves, incluindo um An-124.

A aeronave de apoio An-124 que foi fretada para levar os equipamentos. (Foto: Forças Armadas Suecas)
A aeronave de apoio An-124 que foi fretada para levar os equipamentos. (Foto: Forças Armadas Suecas)

O trecho entre Kallinge, Ronneby, até Nellis, Nevada, será de 1.111,2 milhas, mas não será mais um desafio para os pilotos da unidade F17 depois da realização de vários exercícios de reabastecimento em voo realizado pelo esquadrão com aeronaves da USAF, conforme disse o líder do componente aéreo sueco, o Coronel Anders Segerby.

Anteriormente os Gripens precisavam de sete ou oito escalas técnicas, reduzidas para duas com a capacidade de reabastecimento aéreo, reduzindo também a quantidade de riscos técnicos, maior no caso de pousos e acionamentos em condições climáticas de formação de gelo.

A aeronave de apoio KC-10 na Base Aérea de Ronneby. (Foto: Forças Armadas suecas)
A aeronave de apoio KC-10 na Base Aérea de Ronneby. (Foto: Forças Armadas suecas)

Durante o translado, cada aeronave KC-10 vai voar em grupo com quatro caças JAS39 Gripen, que permanecerão em formação o tempo todo.

Além dos caças Gripen da Suécia, o Red Flag 13-2 vai contar ainda com a presença de caças F-16 da Holanda e de Cingapura, além das aeronaves militares da Força Aérea dos EUA.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

VÍDEO: Rafales na Operação Serval em Mali

47

No vídeo acima é possível ver os quatro caças franceses Rafale que decolaram da Base Aérea 113 Saint dizier e atacaram alvos próximos e na cidade de Goa, no extremo norte do Mali, e procederam depois dos ataques noturnos para o Tchade, no dia 13 de janeiro.

Os quatro caças Rafale no momento que taxiavam na Base Aérea de , em N'J, no Tchade, após ataques a alvos islamistas no Mali. (Foto: Nicolas-Nelson Richard / AFP)
Os quatro caças Rafale no momento que taxiavam na Base Aérea de Kossei, em N’Djamena, no Tchade, após ataques a alvos islamistas no Mali. (Foto: Nicolas-Nelson Richard / AFP)

Os caças Rafales estavam levando cada um seis bombas GBU-49 de 500 libras Enhanced Paveway II GPS/INS ou seis AASM (armamento modular ar-solo) juntamente com o pod Damocles, além de três tanques de combustível externo 2.000 litros. Pelo vídeo pode-se supor que 21 bombas foram lançadas durante o ataque francês com os jatos Rafale, já que uma das aeronaves estava com um lançador ainda completo com AASM.

Um dos caças Rafale sendo preparado em Saint Dizier para missão na África. (Foto: Sirpa Air)
Um dos caças Rafale sendo preparado em Saint Dizier para missão na África. (Foto: Sirpa Air)

As mais modernas aeronaves de caça da Força Aérea Francesa foram implementadas na Operação Serval na noite do dia 13, quando a ofensiva militar francesa entrava no terceiro dia no Mali. Durante o ataque elas cruzaram o espaço aéreo argelino com REVOS de aeronaves KC-135, após o governo francês receber a autorização do governo da Argélia no começo do dia 13. Os Rafales vão permanecer destacadas na Base Aérea de Kossei, em N’Djamena, enquanto a ofensiva continuar.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

França inicia ataques com seus caças Rafale em Mali

41
Os quatro caças Dassault Rafale da Força Aérea Francesa na Base Aérea 113 em Saint Dizier, prontos para partir na missão sobre Mali. (Foto: Armée de L'Air)
Os quatro caças Dassault Rafale da Força Aérea Francesa na Base Aérea 113 em Saint Dizier, prontos para partir na missão sobre Mali. (Foto: Armée de L’Air)

A Força Aérea Francesa utilizou nesse domingo quatro caças Rafale para bombardear um reduto rebelde islamita em Gao, no norte de Mali. Os caças estavam desde o dia 11 em prontidão na Base Aérea de Saint Dizier, e foram apoiadas em voo por aeronaves KC-135.

O ataque em Gao, a maior cidade controlada por uma aliança de grupos islamistas, marca a estreia dos caças Rafale no conflito, que até então estava vendo a utilização de outras plataformas aéreas de combate, como caças Mirage 2000D e Mirage F1.

Um Rafale sendo armado em Saint Dizier antes de partir para Mali.
Um Rafale sendo armado em Saint Dizier antes de partir para Mali.

Os Rafales partiram da França para atacar campos de treinamento de rebeldes, depósitos estratégicos e infraestrutura em Gao, com o objetivo de enfraquecer e impedir o retorno dos rebeldes.

De acordo com a Reuters, a França está decidida a terminar com o domínio islamista do norte de Mali, que muitos temem que possa se transformar numa base de ataques contra o Ocidente, ligada à Al-Qaeda no Iêmen, na Somália e na África do Norte.

O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, disse que a intervenção francesa, iniciada na sexta-feira, impediu que o avanço dos rebeldes chegasse a Bamaco. Ele enfatizou que os ataques aéreos vão continuar.

Até o momento, a França já conta com 550 soldados no Mali para a Operação Serval, distribuídos entre as cidades de Bamaco e Mopti, no norte do país.

Um C-17 da RAF chegou nesse domingo na França, e vai partir no dia 14 para Mali, levando tropas e equipamentos. (Foto: UK MoD)
Um C-17 da RAF chegou nesse domingo na França, e vai partir no dia 14 para Mali, levando tropas e equipamentos. (Foto: UK MoD)

A Grã-Bretanha está fornecendo “apoio logístico” de transporte de tropas e equipamentos estrangeiros para o Mali em meio a esforços por parte da França para deter um avanço dos rebeldes islamitas. Um avião de transporte C-17 Globemaster III da Real Força Aérea britânica (RAF) chegou na França, e vai voar para o Mali na segunda-feira. Uma segunda aeronave C-17 da RAF chega à França no dia 14 de janeiro, e deve seguir para o teatro de operações dentro de alguns dias. Até o momento a ajuda do Reino Unido é somente com ativos aéreos de apoio.

Os Estados Unidos também avalia a possibilidade de contribuir com os franceses no Mali, com a AFP informando que o Pentágono prevê a utilização de aeronaves espiãs, sistemas aéreos não tripulados para vigilância e aeronaves de reabastecimento aéreo, além de outras plataformas que já estão realizando operações na África e que poderiam ser deslocadas para a área de conflito caso a França solicite ajuda.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

VÍDEO E IMAGENS: França inicia ofensiva militar no Mali

54
Um caça Dassault Mirage 2000D inicia taxi para uma missão na noite do dia 11 de janeiro. (Foto: Armée de L'Air)
Um caça Dassault Mirage 2000D inicia taxi para uma missão na noite do dia 11 de janeiro. (Foto: Armée de L’Air)

No dia 11 de janeiro de 2013, a pedido das autoridades do Mali e da ONU (Orgnaização das Nações Unidas), a França lançou uma operação militar em apoio as forças armadas do Mali, chamada de Serval. Ela tem como objetivo colocar um fim abrupto no progresso de grupos jihadistas no sul do Mali e oferecer segurança aos 5.000 cidadãos franceses no país. A Força Aérea Francesa divulgou um vídeo do início das operações, que pode ser visto a seguir.

A operação Serval iniciou na noite entre os dias 11 e 12 de janeiro, e contou com os caças Mirage 2000D do grupo Epervier, que realizaram ataques no norte do Mali. As aeronaves estão partindo de N’Djamena, no Tchade, e recebendo apoio de reabastecimento aéreo de dois aviões C-135.

Helicópteros Gazelle do Exército Francês foram usados para atacar posições no solo dos jihadistas. (Foto: Armée de Terre)
Helicópteros Gazelle do Exército Francês foram usados para atacar posições no solo dos jihadistas. (Foto: Armée de Terre)

No dia 12, a França iniciou os ataques na África com os helicópteros Gazelle do 4° Regimento de Helicópteros das Forças Especiais (RHFS), armados com mísseis HOT e canhões de 20 mm, que conseguiram destruir quatro veículos. Um piloto de um dos helicópteros Gazelle foi atingido e levado para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Opération SHIKRA, préparation et armement des Mirage 2000

As aeronaves Mirage 2000D sendo preparadas para as missões no Mali. (Fotos: Armée de L'Air)
As aeronaves Mirage 2000D sendo preparadas para as missões no Mali. (Fotos: Armée de L’Air)

A França também enviou centenas de tropas na linha da frente, bem como para fixar a capital. Em apenas 24 horas, as forças francesas conseguiram dispersar os islamitas de Konna, a cidade que os islamistas vinham tomando no início da semana.

serval4qzo90

serval5g2pob

Uma tripulação de um Mirage 2000D se prepara para partir na Base Aérea no Tchade. (Fotos: Armée de L'Air)
Uma tripulação de um Mirage 2000D se prepara para partir na Base Aérea no Tchade. (Fotos: Armée de L’Air)

A Força Aérea francesa já está no terceiro dia das operações, utilizando aeronaves Mirage 2000D para atacar as posições dos islamistas.

serval17ery5

serval6pho8q

A Força Aérea da França está usando várias aeronaves nas missões sobre o Mali. (Foto: Armée de L'Air)
A Força Aérea da França está usando várias aeronaves nas missões sobre o Mali. (Foto: Armée de L’Air)

Até o momento, estão participando das ações no Mali seis aeronaves Mirage 2000D, dois Mirage F1CR, um Atlantique 2, três aviões de reabastecimento aéreo KC-135, além de aeronaves de apoio C-130 Hercules e C-160 Transall, e mais várias unidades de helicópteros Gazelle e Cougar. A França já deixou de prontidão caças Rafale, do esquadrão Normandie Niemen, e helicópteros de ataque Tiger em bases de países vizinhos numa eventual necessidade.

O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, declarou ontem num discurso aos militares, que os ataques continuarão até que os islamitas abandonem as cidades no centro do país, ocupadas na semana passada.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Força Aérea de Israel vai realizar grande exercício aéreo militar em 2013

49
Um caça F-15D da Força Aérea de Israel decola da Base Aérea de durante exercício de combate aéreo. (Foto: IAF)
Um caça F-15I da Força Aérea de Israel decola da Base Aérea de Ovda durante exercício de combate aéreo. (Foto: IAF)

Pela primeira vez em anos, esquadrões de combate da Força Aérea de Israel (IAF) vão competir um contra o outro durante a versão israelense da competição de treinamento “Red Flag” em preparação para uma cooperação internacional.

O exercício realizado essa semana serve como preparação para os esquadrões para uma maior competição internacional que deve ocorrer em 2013. (Foto: IAF)
O exercício realizado essa semana serve como preparação para os esquadrões para uma maior competição internacional que deve ocorrer em 2013. (Foto: IAF)

Todos os anos, centenas de pilotos de combate americanos decolam para participar do exercício “Red Flag” que é focado na simulação de combates aéreos com todos as esquadrões aéreos da forças armadas dos EUA. Dezenas de aviões preenchem o céu do deserto de Nevada, com o objetivo de completar uma linha de combate aérea cheia disputas, ataques e treinamento com os sistemas avançados de combate.

Alpém dos pilotos, as equipes de apoio no solo também estão sendo preparadas. (Foto: IAF)
Alpém dos pilotos, as equipes de apoio no solo também estão sendo preparadas. (Foto: IAF)

Esta semana, numa área de mais de 10 mil quilômetros de distância, um exercício “bandeira azul contra bandeira vermelha” começou com as equipes da Força Aérea de Israel. Os esquadrões de combate de todo o país chegaram na Base Aérea de Ovda no sul do país, onde participam de um exercício único, pela primeira vez em anos. Ao longo da semana, eles vão competir entre si em diferentes cenários aéreos e praticar todos cenários possíveis. Em cada uma das simulações aéreas, os aviões de combate “azuis” que representam a Força Aérea de Israel vão competir contra os aviões de combate “vermelhos” que representam os inimigos.

Um caça F-16 usado como aeronave inimiga no treinamento de combate aéreo da Força Aérea de Israel. (Foto: IAF)
Um caça F-16 usado como aeronave inimiga no treinamento de combate aéreo da Força Aérea de Israel. (Foto: IAF)

O exercício realizado esta semana em Israel é uma sólida preparação para um grande exercício internacional, que será realizado em Israel durante o ano de 2013 – o “Blue Flag”, onde mais de 100 aeronaves devem participar. O Capitão Guy da equipe que simula o inimigo, os “Flying Tigers”, e responsável pelo treinamento disse que “não houve qualquer exercícios deste nível em Israel, e muitas forças aéreas de todo o mundo estarão presentes. Nosso objetivo é provar que o campo de exercícios israelense é grande o suficiente para receber e treinar essas aeronaves”.

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Treinamento noturno na Base Aérea de Canoas assusta moradores

30
Caça F-5EM "FAB 4830" parte da pista 30 da Base Aérea de Canoas durante um voo noturno. (Foto: Leandro Casella / Cavok)
Caça F-5EM “FAB 4830” decola com pós combustão acionada, da pista 30 da Base Aérea de Canoas, durante um voo noturno. (Foto: Leandro Casella / Cavok)

Caças F-5EM da Base Aérea de Canoas (BACO) realizaram no dia 2 de janeiro um treinamento noturno de toque e arremetida na própria base e no Aeroporto Internacional Salgado Filho em Porto Alegre. Mas o barulho acabou causando espanto em moradores das duas cidades do Rio Grande do Sul.

De acordo com o Diário de Canoas, o treinamento despertou a curiosidade dos moradores, que apesar de já estarem acostumados com os voos rotineiros na região, acabaram reclamando do barulho causado pelos jatos.

A assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira informou que os treinamentos são normais e que todas aeronaves respeitam a altitude de segurança durante o treinamento. Mesmo assim, a FAB solicitou que as aeronaves aumentassem suas altitudes durante o procedimento de tráfego para diminuir o barulho causado no solo.

Dica do amigo Marcelo Idiarte. Obrigado 😉

Iniciamos o ano de 2013, e eu gostaria de desejar um maravilhoso ano para nossos leitores e amigos. Aproveito para solicitar mais uma vez a ajuda de todos com as contribuições para o site, que ajudam muito nas despesas de hospedagem. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

Esquadrão Gordo da FAB realiza treinamento em Florianópolis

1
A aeronave C-130 Hercules do Esquadrão Gordo na Base Aérea de Florianópolis. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Um avião C-130 Hércules do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) realizou um treinamento em Santa Catarina entre os dias 03 e 05 de dezembro. A Operação MANESAR II acontece anualmente a partir da Base Aérea de Florianópolis (BAFL) visando à formação e manutenção operacional dos militares do Esquadrão Gordo, sediado no Rio de Janeiro, em missões de Busca e Resgate na aeronave C-130 Hércules.

O treinamento consiste na busca de pontos em mar e terra e no lançamento de kits de sobrevivência, com utilização de sinalizadores de fumaça. Os pilotos e observadores especializados em busca e resgate são fundamentais em operações envolvendo acidentes.

Foram esses militares que trabalharam nas missões que encontraram partes da fuselagem do voo AF 447 e também atuaram no acidente do voo Gol 1907.

Fonte: Seção de Comunicação Social da Base Aérea de Florianópolis, via AirFln

Agradecemos as contribuições até o momento. Graças à colaboração de algumas pessoas estamos conseguindo manter o site no ar, pois o valor necessário para manter o Cavok no ar é alto. Continuamos pedindo a ajuda de todos com as contribuições, que podem ser de qualquer valor. Se cada um ajudar um pouco, poderemos assim manter esse local como o melhor site de aviação do Brasil. Continuamos também lutando para conseguir um patrocínio, que ajudaria bastante nas despesas mensais do site. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral. Quem quiser também poderá doar através de depósito na conta corrente: Banco do Brasil – Agência: 0181-3 – C/C: 12.742-6 – Favorecido: Fernando Valduga. Desde já meu muito obrigado!




Enhanced by Zemanta

IMAGENS: Eurofighters italianos treinam junto com caças Mirage 2000C RDI na França

1
Um caça Eurofighter Typhoon da Força Aérea Italiana decola da Base Aérea 115 de Orange, na França, durante o exercício conjunto Eurofight. (Foto: W. Collet / Armée de L´’Air)

De 20 a 23 de novembro de 2012, o esquadrão de caça 2/5 “Ile de France” hospedou na base aérea 115 de Orange um destacamento de caças italianos Eurofighter da Base Aérea de Trapani (Sicília), para participar do exercício chamado “Eurofight”.

Dois caças Typhoons da Itália, provenientes da Base Aérea de Trapani, na linha de voo da base francesa junto a um Alphajet de treinamento da Força Aérea Francesa. (Foto: W. Collet / Armée de L´’Air)

Dois caças Eurofighter Typhoon da Força Aérea Italiana foram enviados nesta ocasião, e evoluíram ao lado de jatos de combate Mirage 2000C RDI do esquadrão francês. O objetivo do “Eurofight” foi treinar os pilotos em diferentes combates aéreos, primeiro em missões individuais (em treinamentos de combate “dois contra dois”, por exemplo) e depois em cenários mais complexos.

Os caças Typhoons italianos voaram em formação com os Mirage 2000C RDI da Força Aérea Francesa. (Foto: W. Collet / Armée de L´’Air)

Este treinamento de “win-win” permite que os aviadores italianos treinem em mais áreas do território francês que não estão acostumados a voar. Para os aviadores franceses, os voos “contra” os Typhoon italianos também são instrutivos. O “Eurofight” favorece, em todos os aspectos, o desenvolvimento da interoperabilidade entre as forças aéreas desses países.

Esta formação continuará entre 27-29 de Novembro, com a presença de quatro Typhoons, e depois na semana seguinte.

Fonte: Armée de L’Air – Tradução: Cavok

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

VÍDEO: Saiba como a aeronave P-3AM Orion lança sonoboias

11

Veja simulação de guerra antissubmarina realizada pela aeronave de patrulha da Força Aérea Brasileira P-3AM durante a Operação Atlantico III 2012. O treinamento em conjunto com a Marinha incluiu a varredura de uma área do mar territorial no Sul do país em busca de um suposto submarino inimigo. Com emprego de equipamentos e táticas reais em um ambiente de guerra simulada, o exercício incluiu o lançamento de sonoboias, que captam sinais de submarinos e embarcações.

Fonte: Agência Força Aérea

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

VÍDEO: Caças da FAB participam de ataque naval simulado na Operação Atlântico

30

Caças A-1 da Força Aérea Brasileira realizam manobras de ataque naval simulado em conjunto com a Marinha durante a Operação Atlântico III, no mar territorial entre Santa Catarina e o Espírito Santo. As aeronaves de combate realizam treinamento em um ambiente simulado de guerra. Pilotos empregam táticas e equipamentos reais em treinamento com a Força Naval. Durante um reabastecimento na Base Aérea de Florianópolis, o Comandante da Missão Major Aviador Renato Alves explicou qual o ganho operacional para a defesa estratégica da Amazônia Azul.

Fonte: Agência Força Aérea

Solicito um minuto da atenção de você leitor do Cavok. Estamos tendo despesas elevadas com servidores devido ao alto tráfego gerado mensalmente, e precisamos da ajuda de todos para continuar mantendo o site estável e permanentemente no ar. Sem a ajuda de vocês, fica inviável manter o Cavok, já que infelizmente as empresas aeronáuticas brasileiras até o momento não anunciaram no nosso site, mesmo sendo o Cavok uma das maiores referências sobre notícias de aviação do país, reconhecido inclusive internacionalmente, e um dos sites de aviação mais visitados do país, senão o maior. Para contribuir, utilize as formas de pagamento online abaixo ou nos botões localizados na barra lateral.




Desde já meu muito obrigado.

Fernando Valduga

Enhanced by Zemanta

Cavok nas redes sociais

62,382FãsCurtir
340Inscritos+1
6,406SeguidoresSeguir
2,505SeguidoresSeguir
10,510SeguidoresSeguir
2,700InscritosInscrever
Anúncios