Em novembro, o quarto exemplar, de treinamento (biplace), denominado AT-12, Article 124 (60-6927), foi entregue, tendo voado pela primeira vez em 7 de janeiro de 1963 - Lockheed Martin (3)
A variante de treinamento do OXCART, denominada AT-12, Article 124 (60-6927), voou pela primeira vez em 7 de janeiro de 1963. Apenas uma unidade foi construída / Lockheed Martin

A variante de treinamento do Lockheed A-12 OXCART, denominada de AT-12, possuía 2 cockpits, que internamente eram idênticos, podendo ser controlada por ambos.

Tendo sido apelidado de Titanium Goose (Ganso de Titânio), o AT-12 foi o único exemplar da família Blackbird em que o criador da aeronave, Kelly Johnson, voou, com o piloto de testes, Lou Schalk, no comando.

Kelly Johnson, no segundo cockpit do AT-12, Artigo 124 (60-6927), momentos antes de realizar o seu voo, com o piloto de testes Lou Schalk no comando da aeronave / Lockheed Martin

Não se esqueça de conferir, amanhã, o 2º capítulo da série “A” de ataque: Lockheed A-12 OXCART, o pai do SR-71 Blackbird.

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PESQUISA e EDIÇÃO: Cavok

LEIA NOVAMENTE: Parte 1 – Origens

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9 COMENTÁRIOS

  1. Como não saber depois de ler, dar uma espiadinha, na ótima matéria do dia 29/07/2015 =D
    E falando em Kelly Johnson esse cara é um ícone em projetos de aeronaves, não me canso de elogiar este profissional.

  2. Lamarca,
    Nesse material que você tem, diz algo sobre o procedimento de ejeção? Imagina a mach3 e a 27mil metros ter que ejetar, como seria o procedimento e tal.

    • Sim, Gal…
      Esse assunto também será abordado.
      Basicamente, a Lockheed desenvolveu um assento ejetor e um paraquedas, ambos especificamente projetados para o envelope de voo do Blackbird. Além disso, o traje de voo dos pilotos, que era algo próximo da vestimenta usada pelos astronautas, também era uma peça chave. Se tivesse que ejetar, ejetava e pronto! O caminho de descida era longo, mas a altitude e velocidade estavam dentro dos limites dos equipamentos. 😉
      Trataremos desse assunto amanhã, e ao longo do restante da série também.

      Sds!

      • Realmente se ejetar a mach 3,5 a 70 mil pés deve ser uma coisa bem complicada! Kkkk
        Estou ansioso pela próxima parte da matéria LaMarca!
        Abraços

        • De fato, ufric…
          Puxar a cordinha nessas condições não devia ser fácil…
          Abraços
          😉

    • Valeu, Symon!

      Esse causo que você indicou o link eu não conhecia…

      Grande abraço!

    • Uma coisa eu admito, os caras tem criatividade para criar histórias de OVNIS.
      Gostei da parte dos ST, aí sim, blackbird aqui não!! ahah

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